Arquivo para a categoria 'Old Skane'

Old Skane #14: Street Fighter - Eternal Challenge

Por Claudio Prandoni

Mais um livro oficialmente fora de catálogo - mas que teima em aparecer por preços absurdos vez ou outra na loja da Capcom.

Street Fighter: Eternal Challenge é um verdadeiro passeio artístico por toda a franquia Street Fighter, incluindo algumas fantásticas artes do primeiro SF até incursões recentes (de certa maneira), tal qual Street Fighter Alpha 3 e o próprio Street Fighter III. Foi lançado para comemorar os 15 anos da série em


Acima você confere a capa da versão normal. Logo ao lado, a ilustração presente a na edição com capa dura, a qual teve apenas 500 cópias lançadas no ocidente.

Uma excelentíssima indicação de nosso leitor e comentarista Ivo Ornelas, que ainda prometeu mais pérolas como essa para mais adiante.

Logo após o tradicional salto interdimensional, a galeria completa com todas as imagens deste belo livro.

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Old Skane #13: Miyamoto fala na primeira NW

Por Claudio Prandoni

Parece que foi ontem É verdade, a gloriosa Nintendo World completa dez anos de existência. Lembro claramente de quando ainda era apenas um topera-mirim e ao voltar da escola tive minha atenção confiscada por uma capa amarela com Sub-Zero (versão MK4) e a dupla Banjo-Kazooie - dois títulos de Nintendo 64 que eu devorava na época.

A partir daí se desenvolveu ainda mais o apreço pela Nintendo, culminando em edições memoráveis com a comemorativa de um ano, praticamente toda dedicada a Pokémon (um guia informal completíssimo para mestres pokémon então juvenis), aquela que vinha em um plástico prateado e marcava o lançamento do GameCube, uma em que o tal Miyazawa-san visitou a Ubisoft para falar sobre o esperadíssimo Prince of Persia: The Sands of Time (edição que comprei só porque vinha o esquema para capturar o Mew em Pokémon Red / Blue no Game Boy tijolão), a de número 100 (marcante só pelo achievement feito raramente obtido por revistas brasileiras de games). Enfim, são tantas emoções…

A celebração vem em traje de gala na edição 115 da revista, com direito a pôster face dupla (as duas imagens abaixo) e uma capa linda com imagem exclusiva (que ilustra a abertura do post)!

 

Minha contribuição para os festejos vem na forma de páginas escaneadas da primeiríssima NW, na qual Shigeru Miyamoto fala sobre os futuros projetos (nessa época ele ainda podia…), incluindo um tal de The Legend of Zelda: Ocarina of Time sobre o qual ele dizia “espero que seja meu maior feito”. O guru manja das coisas, não?

Detalhe fundamental: a entrevista foi realizada ao vivo, in loco, in persona (e devidamente registrada numa fotinho no final da segunda página) por Eduardo Trivella, um dos profissionais mais experientes e marcantes do jornalismo de games brazuca que hoje destila o conhecimento nintendístico na NGamer.

Old Skane #12: Capcom Design Works

Por Claudio Prandoni

Continua o desfile de scans antigas, principalmente agora de ilustrações da Capcom. Em foco hoje, o popular e sempre procurado Capcom Design Works, livro lançado em 2001 que reune artes conceituais de franquias das mais diversas da empresa, englobando até alguns títulos bem das antigas - como Dungeons & Dragons, Strider, Forgotten Worlds e Quiz & Dragons.

O livro de 240 páginas está fora de catálogo e por isso mesmo estou postando ele na íntegra logo após o salto dimensional. Mesmo assim, volta e meia ele aparece lá nos arquivos mágicos do Play-Asia.

Abaixo, fragmemtos de algumas das ilustrações que achei mais bonitas/bacanas/divertidas.

 

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Old Skane #11: Aria of Sorrow artbook exclusivo japa

Por Claudio Prandoni

À época do lançamento do excelente Castlevania: Aria of Sorrow, de 2003 para Game Boy Advance, a Konami ofereceu como brinde de pré-venda no Japão um mini artbook.

Tal raridade você confere na galeria logo abaixo - uma breve homenagem à fã-mor de Castlevania, a menina da guerra Clarice.

Estas e muitas outras scans e ilustrações em alta resolução da vampiresca franquia você encontra no Vampire Killer, um ótimo site homônimo ao chicote da família Jones Belmont.

Old Skane #10: Celebrando o ARFOS

Por Claudio Prandoni

Viu isto aqui?

Pois é, durante uma mudança o pessoal do departamento de Relações Públicas da SEGA encontrou este fantástico depósito com trocentos zilhões todos os jogos lançados pela empresa mais alguns extras da concorrência.

Apelidei o tal depósito carinhosamente de Amazing Room Full Of SEGA não só porque combina bem com o fato, mas também pelo fato de gerar uma sigla legível e mais ou menos bacana.

Para celebrar o fato, desenterrei mais uma de minhas velhas scans da saudosa Gamers. Neste caso especificamente, são previews do Dreamcast, o overrated amado console 128-bits da empresa. De fato, são dois textos distintos, um exatamente sobre quando o aparelho foi oficialmente revelado e outro ainda em fase inicial, quando era conhecido pelo codinome Katana - antes já tinha sido Dural e Black Belt, lembram?

Old Skane #09: Aquela do primeiro sub-jogo

Por Claudio Prandoni

Talvez você já tenha visto: tem novo blog na praça. Porém, entretanto, contudo e todavia, não se trata meramente de mais um blog sobre games, mas sim do primeiro de uma categoria nova, o primeiro blog sobre games que não são exatamente games.

São os tais Sub-Jogos.

Não me perderei em elocubrações e divagações passadas, visto que o quase camarada Lucks já elucidou bem a origem da iniciativa e no próprio Sub-Jogos dá pra saber mais de brunobelo e Agripas, os mentores da parada.

Venho aqui saudar o Sub-Jogos e homenageá-los com um confronto, rá!

Logo no primeiro post eles afirmam que Xenogears é um sub-jogo, fato este corroborado efusivamente por Lucas Patrício. Na Old Skane de hoje vemos a contestação desta afirmação por meio do review do game feito pela saudosa revista Gamers. À época, o RPG novato da Squaresoft recebeu a nota de 4.7 de um total de 5. Nada mal, hein.

Será que os sub-jogadores concordarão com os argumentos?

Old Skane #08: Mônica dá um chega pra lá em Metal Gear

Por Claudio Prandoni

Relapsidão total, ausência patente: efeitos colaterais de ter Metal Gear Solid 4 em casa. Para mim, a jornada já se encerrou. As respostas encontraram solução, os personagens alento e Kojima um momento de paz - mas isso é assunto para outro post com maior dose de reflexão e menos sentimentalismo exacerbado.

Para hoje, uma quebra no ritmo alucinante de tanto Mérau Guíãr? Metal Gear e uma divertida e curiosa aventura da Turma da Mônica na qual Cascão e Cebolinha se aventuram num jogo de computador chamado Qüeique. Raridade garimpada e oferecida a nós do H4douken pelo Hunterpiro, assíduo comentarista e vencedor profissional de promoções de blogs.

A quantidade de piadas com termos comuns à Internet, games e outras tantas chacotas internas ao universo dos personagens de Maurício de Souza é enorme. Ah, e o nome da história é sensacional, homenageando os melhores filmes da Sessão da Tarde…

O que me lembra: se alguém achar escondida por aí a revistinha da Mônica baseada no jogo Mônica no Castelo do Dragão não deixe, por favor, de nos enviar as páginas escaneadas se possível. Seria um tesouro inestimável!

Old Skane #07: O motivo para jogar MGS

Por Claudio Prandoni

Mais Metal Gear? Sim, mais Metal Gear. Ainda mais agora que mestre Hitz recebeu no reduto a cópia master da própria obra-prima, após ceder gentilmente para as fábricas da Konami replicarem as milhões de cópias pelo mundo.

No assunto hoje, viajo no tempo a fim de explicar a gênese de todo esse afã por causa das aventuras de Solid Snake. Por que raios tanta empolgação (a ponto até de mudar o banner!) pelas capenguices de um velho rabugento, seu amigo otaku e toda uma trupe de pessoas esquizofrênicas com crises ideológicas?

Bom, pra variar, a culpa é do Fabão - seja direta ou indiretamente. O tema é propício: o cara é praticamente um Big Boss dos Toperas e boa parte dos Genome Soldiers da geração mais recente do jornalismo de games por conta da finada Gamers.

Na edição #29, capa de Tekken 3, veio o preview de um jogo da Konami “que segue o mesmo sistema de Resident Evil, mas não como Over Blood ou Fade to Black, que tentaram meramente copiar o sucesso da Capcom. A Konami conseguiu, de forma extremamente inteligente, adicionar a estratégia a um adventure (algumas vezes chamado de Survival Horror)”.

Pronto, nessa frase me ganhou.

Tanto que corri atrás da versão japa e joguei até a metade sem entender lhufas. Depois arranjei a gringa, zerei umas quinhentas vezes - com smoking, ninja vermelho, bandana, stealth e tudo o mais. Depois, ainda adquiri o remake para GC (o fabuloso Twin Snakes) e tornei a comprá-lo no box Metal Gear Solid Essential Collection. Afinal, esse jogo merece. Ainda estou nos meandros de MGS4, mas o original permanece por ora como meu preferido.

Com vocês, as skanes. Curiosamente, a página do preview conta com um jabá mega master de uma loja de games. Nem sei se ela existe ainda, mas depois dizem que não há futuro na publicidade em revistas.

 

Old Skane #06: MGS4 Limited Edition Artbook

Por Claudio Prandoni

Rá! Finalmente: Old Snake nas Old Skanes.

O final de semana passou batido, mas cá estou para cumprir a promessa feita semana passada quando chegou meu pouco, pouco aguardado Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots. Sendo a edição especial, minha cópia do game veio com um livreto promocional com textos abordando a franquia, novidades e detalhes de produção de MGS4 - além de algumas ilustrações e renders 3D já conhecidos.

Infelizmente, por conta do tipo de papel usado no miolo da publicação, meu scanner digitalizou a imensa maioria das páginas com hediondas manchas amarelas que, apesar de muitos estranhas, não comprometem completamente a obra - mas impedem, por exemplo, de usar minhas imagens para fazer wallpapers ou coisa similar.

Sem mais delongas, as páginas escaneadas.

Old Skane #05: Igor traz à baila o esquilo boca suja…

Por Claudio Prandoni

…sem vergonha, sem vergonha!

Daqui a pouco vão dizer que as Old Skanes morreram de velhas… Rá!

Desculpem pela péssima piada.

Voltando à nossa programação normal, hoje com vocês alguns dos textos mais memoráveis da história da Nintendo World justamente de um dos games mais marcantes do Nintendo 64: Conker’s Bad Fur Day, fruto derradeiro da Rare no 64-bits da Big N. Lembro certa vez de ler/ouvir Pablo Miyazawa comentar que considera o preview feito pelo Trivella um dos melhores textos de todos os tempos da NW.

Pitaco histórico, cortesia do nosso assíduo comentarista Igor.

As quatro primeiras imagens são do preview, publicado em fevereiro de 2001; as posteriors da análise, um mês depois.

 

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