Archive for the 'Mundo Bizarro' Category

Gamificação do Carnaval: Portela homenageia God of War III – ou coisa do tipo…

Por Claudio Prandoni

Dentre muitas referências nerds e/ou gamers no Carnaval 2011, eu e o Pablo Raphael ficamos muito intrigados com um dos carros da Portela, lá no Rio de Janeiro…

…que nos lembrou muito o primeiro chefão do God of War III, o Poseidon.

Parecidos, né? Como bem disse o mestre PR, é a gamificação do Carnaval brasileiro.

Artwork do dia: Famicomtsushin presents Teraosaurs


Por Alexei Barros

Há tempos não publicava uma artwork para oferecer um respiro entre tantas músicas de games, concertos e afins. Você sabe que quando eu dou um carrinho por trás em Neymario Prandoni (na iminência da Copa, vá se acostumando aos trocadilhos infames) para roubar a sua estimada coluna, só trago coisas hediondas, haja vista aqui e aqui. Aqui não foi o caso para compensar.

De modo geral, as capas de álbuns de game music (desculpe, não resisti) quando não bonitas, são ao menos simples e decentes. Só que sempre tem um Final Fantasy Remix para me contradizer. Nesta mesma galeria de atrocidades entra a capa (e também a contra-capa) deste glorioso disco Famicomtsushin presents Teraosaurs. Tranquilamente me levanto, bato na mesa e pergunto: QUE PORCARIA É ESSA?

Constrangedor para dizer no mínimo a feiticeira trajada de preto e com capa lilás que mais parece uma antagonista do pitoresco seriado japonês Patrine. Calma lá, eu nunca assisti, apenas via a propaganda. Antes fosse um desenho, o problema é ter uma atriz para pagar o mico.

O mais curioso é que apesar do Famicom no título, o conteúdo do CD é duvidoso, pois encontrei em um tópico de álbuns obscuros no VGMdb: não existe um jogo chamado Teraosaurs. Quanto ao Famicomtsushin, é nada mais, nada menos do que o nome antigo da superestimada Famitsu (com os vocábulos “Famicom” e “Tsushin” separados, contudo), aquela revista que todo mundo usa como referência, mas tem reviews de seis linhas. Tentei por conta própria pesquisar do que se trata Teraosaurs, porém não obtive sucesso. Talvez nem tenha relação com game music, embora estivesse catalogado no finado GMR Online. O mistério da bruxinha (?) voando na cidade em noite de Lua cheia permanece…

Resident Evil 4 e 5: opinião embasada

Por Gustavo Hitzschky

Eu não sei de onde saiu esse vesgo nem qual o propósito desses vídeos, mas enfim, graças a Monique Souza, encontrei alguém que concorda comigo sobre o Resident Evil 4 e 5. De fato, este último joguei pouco, mas não gostei do que vi. Para os comentaristas que quiserem falar groselha, xinguem esse brother, não a mim. Aliás, xinguem a mim também porque eu concordo com ele.

VGChartz: top 10 das piores músicas de games

Por Alexei Barros

Não sou muito chegado em tops de game music dos blogs americanos porque na maioria das vezes apresentam uma visão muito limitada ao enfocar nas obras famosas. Há exceções, claro. E é uma delas é o artigo VGC Top Ten: Worst Instances of Videogame Music. Não que não tenha músicas populares – a  “Player Select” do Marvel vs Capcom 2 é obrigatória em qualquer lista do tipo pela letra que não sai do “I wanna take you for a ride”. Fiquei feliz de conhecer algumas abominações já concebidas em relação às trilhas originais, porque das arranjadas seria a maior moleza, com tantas barbaridades por aí, como Perfect Selection Dracula, F. F. MIX, Final Fantasy Remix e Dragon Quest Best Dance Mix.

Não que concorde com tudo. Vamos ver caso por caso. Não entendo o motivo para a “DK Rap” estar na lista porque é uma música icônica de toda a história da Nintendo, e acredito que não cometo nenhum exagero com tal afirmação.

Questiono ainda a presença do tema do Dog Ending do Silent Hill 2. Para mim há uma distinção entre músicas estranhas porque o compositor é ruim e músicas estranhas feitas propositalmente para um resultado pitoresco como é o caso desta e da impagável “Scorching Savanna” (We ♥ Katamari). Concordo que é ridícula e parece ter sido feita no Mario Paint, mas note que foi criada para este contexto e fora dele não faz sentido – sequer foi inclusa, ainda bem, na Silent Hill 2 Original Soundtracks. Da mesma forma, destaco a “Total Drag” (WarioWare: Touched!). Não concordei também com o questionamento de que se vale a penar ouvir repetidas vezes. Até músicas boas cansam uma hora.

A parte que mais gostei do top foi por três em especial que não conhecia e/ou não lembrava: a canção “Cruis’n USA” do jogo homônimo é de uma criatividade sem precedentes com o refrão “Yeah, yeah… wow, wow…  wow, wow, wow, wow, wow, wow, wowwww, wow” que se repete exaustivamente. “Birthday Cake”, do Jet Set Radio Future, é desagradável, para se dizer no mínimo. Difícil não querer que a vocalista cale a boca de uma vez por todas. Agora o The Hunt for Red October, adaptação do filme para NES… não vi problema nenhum no tema da tela-título, daí quando passa para a jogabilidade vem uma massa de sons regurgitantes: bom para ouvir se você estiver precisando vomitar. “they call me sonic (airrave)” já conhecia e se achava que todos os maltratos ao ouriço não fossem o bastante precisa ouvir esta. Que coisinha mais genérica! Sorte de que não é de um jogo, apenas de um álbum qualquer que leva o nome do personagem.

Cogitei fazer um top semelhante, mas não me lembrei de muitas músicas originais horrendas. Por ora, deixo registrada a “epunam” (Mr. Driller Drill Land). Sou fã do Go Shiina e da trilha deste jogo do GameCube, o que me leva crer que se trata de um caso de ruindade proposital, suposição que praticamente se confirma com a “Re-epunam”. O instrumental é estranho no começo, nada muito horrendo, o problema é a voz bisonha. Talvez seja a única canção de jogo com uma vocalista fanha. Pois é.

[via VGChartz, graças ao Twitter do Meio Bit Games]

Rad Owen’s Pro Table Tennis: vai ser maneiro! Eu acho…

Por Claudio Prandoni

Em processamento paralelo, meio como aquela sidequest que você esquece que está fazendo e meio que vai completando sem querer, busco pelos melhores games de tênis de mesa.

Tênis. De. Mesa. Tá bom, pode ser pingue-pongue também.

Enfim, o joguinho do Wii Sports Resort e o Rockstar Table Tennis figuram em posições altas e aí hoje trombei com esse Rad Owen’s Pro Table Tennis e… não entendi.

Ou entendi e achei bobo. Ou não saquei o bastante, sei lá. Pelo trailer aí é uma coisa mais baseada no timing sonoro. E só. Daí você vai abrindo novas raquetes! Que, sei lá, devem apenas mudar a textura que aparece na tela do seu iPod.

Definitivamente esquisito. Definitivamente dos mais portáteis. E definitivamente quero muito jogar um bocadinho só pra ver comofas como é.

Ah, e ainda tem bônus de charme pelo visual à la Rhythm Heaven!

O mestre das bizarrices

Por Alexei Barros

Volta e meia os topeiras do Hadouken se chamam de mestres, mas quem é mestre de fato é Toshiyuki Takahashi. Melhor, Master Takahashi. Funcionário da Hudson, ficou famoso ao atingir por conseguir apertar o botão por 16 vezes em um segundo no shmup Star Soldier. Ele acabou ficando tão notório que acabou virando um personagem no jogo Adventure Island. É quase como um Chuck Norris oriental.

Takahashi ganhou uma coletânea própria intitulada Master Takahashi’s Song Collection ~16 Rensha 20th Anniversary~. Não será mais a única. Logo mais, no dia 27 de janeiro sai o álbum LEGEND OF GAME MASTER -the 16 shot-, com os arranjos de vários artistas doujin, incluindo o grupo IOSYS, especializado no fenômeno Touhou. O disco traz arranjos vocais de nove jogos diferentes da Hudson da era 8-bits, a saber, Star Soldier, Hudson’s Adventure Island, Bomberman, Challenger, Robowarrior, Ninja Hattori-kun, Milon’s Secret Castle, Lode Runner e Starship Hector. Tenho a alegria de dizer que conheço muito bem o Bomberman e o Lode Runner porque ambos constavam no meu saudoso cartucho múltiplo 42.

Não é o estilo de releitura que me agrade, mas vale a curiosidade. Confira os samples dos remixes:

Vá se preparando para o pior. Agora veja o vídeo promocional do álbum.

Já se preparou? A dose de bizarrice do próximo vídeo é nociva, porque se eu somasse todas as esquisitices da categoria Comerciais gamers do ano passado talvez não chegaria à metade do total deste que mostra uma prévia da quarta faixa do álbum. Fica o alerta caso você se espante com coisas fora do padrão, tais como um careca vestido de amarelo sem o menor senso do ridículo e dançarinas havaianas-japonesas (?).

[via Tiny Cartride, Denpa no Sekai]

It’s a-me, Ezio!

Por Claudio Prandoni

Final de ano, pilha de responsabilidades, avalanche de jogos, panetone, luzes de natal e o simpático calor do verão.

Junto com tudo isso, vai findando a lista de games mais esperados por estes Toperas que vos escrevem. De minha parte, hoje saiu o penúltimo game mais hypado, vulgo Assassin’s Creed II. O outro é o tal do Final Fantasy Crystal Chronicles: Crystal Bearers, que já saiu no Japão e só dia 26 de dezembro dá as caras aqui no ocidente.

Não bastasse toda a expectativa que eu já estava pela nova produção da Ubisoft, os caras ainda dão um jeitinho sutil de embarcar na fama e glória do Super Mario – que mal está de ego inflado também pelo New Super Mario Bros. Wii.

Em certo ponto da jornada, o herói Ezio reencontra com o tio, que protagoniza a hilária cena do vídeo logo acima.

Penso eu na origem da homenagem: o tio Super Mario está por aí há tanto tempo – míseros 25 anos – que muito provavelmente os game designers de hoje em dia são a molecada que lá atrás já curtia os games do encanador.

Homenagem sutil, mas de coração. Curti.


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