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Literatura Gamer: Festa de fliperama no oriente edition

Por Claudio Prandoni

Depois de ler este post inteiro você há de concordar comigo: eu deveria ter avisado antes. Mas, de qualquer maneira, antes tarde do que nunca e, de fato, valeria a pena citar este livro aqui só pela capa bacanuda dele.

Arcade Mania é um livro concebido por Brian Ashcraft, editor noturno do Kotaku, que trata dos megalomaníacos centros de jogos do Japão, lotados de fliperamas modernos, esquisitos, máquinas de pachinko e aquelas outras de pegar cápsulas com bonequinhos.

Bom, como o convite bem mostra acima, a festa de lançamento do livro acontece às 19 horas lá em Tóquio, ou seja, corresponde a sete da manhã aqui, vulgo daqui a pouco.

Porém, fica aqui a lembrança e prestígio, além da divulgação da capa que sem querer querendo faz alusão também a este blog o qual você lê no momento. Se calhar de algum leitor ir ao evento não deixe de mandar impressões / fotos / uma cópia do livro para nós!

Literatura Gamer: Mérau Guíar? Edition

Por Claudio Prandoni

Snake. Solid Snake.

Confesso que não sei por qual motivo, razão ou circunstância deixei de falar deste livro, mas tento compensar agora. Há pouco mais de um mês foi lançada nos EUA a novelização oficial do primeiro Metal Gear Solid.

De autoria de Raymond Benson, mas com o aval de Hideo Kojima e uma galera da Konami, o livro de bolso - ou nem tanto, já que ele até que é grandinho e maior do que outros do tipo - narra os eventos do incidente em Shadow Moses com adições mais do que bem vindas e insights deliciosos.

Afinal, era algo necessário. Não bastasse ser uma história já com dez anos, o MGS original conta com um remake, homenagens mil em MGS4 e as lembranças babonas de um zilhão de jogadores. Sendo assim, o livro inclui passagens sequer imaginadas no game e outros momentos que elucidam melhor acontecimentos paralelos a eventos chave da trama.

Isso acaba vindo a um preço: certas seqüências são drasticamente alteradas e mesmo as instalações descritas diferem por vezes bastante do jogo em si. Acabei de finalizar o capítulo no qual Solid Snake se defronta com Ocelot, sendo que o velho Shalashaska profere uma frase que não existe no game e, mesmo se estivesse lá, não faria o menor sentido à época. Transcrevo ela abaixo:

   “I’ve been looking forward to meeting you, Solid Snake,” Ocelot said. “You have quite a reputation to live up to. You know, it really is amazing how much you resemble Big Boss. I met him once.”
    “Did you?” Snake kept his hand on the SOCOM, ready to blast the guy once he finished reminiscing.
    “I first met him in the sixties! We had a duel.” Ocelot laughed. “Big Boss beat me, too, fair and square. Your daddy was quite the warrior. Do you measure up to him?”

Traduzindo…

    “Há muito tempo que quero me encontrar com você, Solid Snake,” disse Ocelot. “Você tem uma bela reputação a zelar. Sabe, é impressionante o quanto você é parecido com Big Boss. Eu o encontrei uma vez.”
    “Sério?” Snake manteve a mão na SOCOM, pronto para fuzilar o cara uma vez que ele parasse de divagar.
    “Eu o encontrei pela primeira vez nos anos 60! Duelamos.” riu Ocelot. “Big Boss me venceu, também, justo e limpo. Seu papai era um grande guerreiro. Você está à altura dele?”

Novamente, trago à baila aquela teoria que discorri acerca de MGS3, sobre como ele é visto sob a ótica de quem já acompanhou tudo que veio antes dele em termos de MGS - e vale o mesmo agora para o livro.

Enfim, a dica veio a princípio do Kotaku e depois dos mestres Hitz e Fabão, que adquiriram o livro. Eu depois acabei encomendando o meu também, um tanto quanto cético a princípio, imaginando que leria tudo que eu já sabia, mas agora plenamente satisfeito e surpreso com o tratamento dado até agora.

Para atiçar a curiosidade dos MGSmaníacos, escaneei o primeiro capítulo da obra, capaz de arrepiar os cabelos dos fãs mais fervorosos - e com alguns pequeniníssimos spoilers de MGS4. Sério mesmo!

RESULTADO PROMOÇÃO: Guia de GTA IV

Por Gustavo Hitzschky

Iluminados leitores, perdão a demora em postar o resultado desta promoção. Há pouco estava jogando Metal Gear Solid 4 e vocês devem imaginar que é impossível ficar apenas meia hora em frente à televisão, visto que cada cut-scene leva mais ou menos este tempo.

Muitíssimo obrigado pela participação maciça de todos vocês. A criatividade da galera é realmente impressionante. Eu, por exemplo, com a minha topeirice exacerbada, jamais conseguiria bolar respostas tão geniais quanto vocês.

Após quatro horas de reunião do conselho de sábios anciãos, foi registrado em ata que o vencedor do guia de GTA IV é:

BRUNO!!!!!!!

Parabéns, meu velho. Afinal, não é todos os dias que alguém consegue escrever mais conteúdo dentro dos parênteses do que no comentário em si. Em breve, estaremos enviando vou te mandar um e-mail para que você me passe seu endereço e tudo o mais. O comentário do brother foi o seguinte, acerca do crime mais cabeludo que cometeria para levar o prêmio:

“Eu mataria o ganhador dessa promoção e me passaria por ele(excluindo o autor dos últimos 4 comentários, pq se esses comentários de m#¨¨%a ganhar é pq o responsável pela promoção sofreu um estupro cerebral e pessoas assim merecem a morte, pois em hipótese alguma sua reprodução pode ser permitida.E devo ganhar também pq cometi um crime contra a etiqueta de comentários em blogs já que o parenteses do meu comentário é maior do que o meu próprio comentário).

Aos demais, valeu, de coração. Nunca será o bastante agradecer ao guru e mestre-zen Fabio Santana, que nos cedeu o guia. E fiquem ligados, porque o Hadouken volta logo menos com mais promoções (certo, Pranda?).

LEMBRETE PROMOÇÃO: Guia de GTA IV

Por Gustavo Hitzschky

Ainda dá tempo de levar para casa o belo guia de GTA IV em mais um capítulo de nossas promoções. Lembrando que o resultado será divulgado no Hadouken neste sábado, portanto coloque a cabeçorra para funcionar e reflita sobre o seguinte questionamento:

“Qual o crime mais bizarro, esdrúxulo, hediondo e estapafúrdio você cometeria para ter este guia?”

Abaixo, seguem as regras.

Regulamento:
- Para participar basta postar a resposta nos comentários
- Cada pessoa pode postar quantas respostas quiser, mas poderá ganhar apenas um prêmio
- As pessoas devem residir em um dos estados que compõem a República Federativa do Brasil (sorry, dudes)
- O resultado será divulgado aqui na próxima semana (ou assim espero). A saber exatamente: sábado, dia 28 de junho, para que as férias já comecem supimpa
- Como aquele par de meias que sua tia lhe dá no aniversário, “o presente é simples, mas é de coração”
- Não serão aceitas respostas com palavrões, ofensas e outros vocábulos de baixo calão. Pelo contrário, na presença deles chamaremos o Ninja Gaiden para ceifá-los impiedosamente com a foice que ele roubou da Morte do Castlevania após matá-la (e cuspir na cara dela)

Agradecemos novamente ao Fabão e à editora Europa. Valeu, dudes!

PROMOÇÃO: Guia de GTA IV

Por Gustavo Hitzschky

Sei que Claudio Prandoni é o mestre das promoções, mas hoje gostaria de pedir licença. Antes de qualquer coisa, vamos por partes. Você (não) leu aqui que esta topeira se desligou parcialmente do jornalismo de games no final de junho do ano passado, quando saí do site Arena Turbo após dois anos. Pois bem. No meio de março de 2008, recebi um convite inegável: Fabio “Fabão “Santana me pediu para dar uma mão a ele nos serviços da Gaming Books Division da Editora Europa, o qual aceitei prontamente.

Para encurtar a história, talvez você saiba do Guia de Grand Theft Auto IV que a Europa trouxe para o Brasil numa tradução de um passo a passo da Brady Games, disponível por aqui desde o dia 13 de junho (R$29, 90) e que possui quase 300 páginas. Tem também um pôster bacanudo - de um lado, uma artwork bem legal e do outro um mapa de Liberty City ao lado de várias informações. Acontece que os textos foram passados ao português por esse cretino que vos tecla e pelo bravíssimo Douglas Pereira, e agora o Hadouken tem em mãos a criança. Nossa benevolência - e a do Fabão, que foi gentil o suficiente para ceder o guia - nos leva a presentear você, raro e caro leitor, mais uma vez.

Portanto, sem mais delongas, o Hadouken quer saber:

“Qual o crime mais bizarro, esdrúxulo, hediondo e estapafúrdio você cometeria para ter este guia?”

Abaixo, seguem as regras.

Regulamento:
- Para participar basta postar a resposta nos comentários
- Cada pessoa pode postar quantas respostas quiser, mas poderá ganhar apenas um prêmio
- As pessoas devem residir em um dos estados que compõem a República Federativa do Brasil (sorry, dudes)
- O resultado será divulgado aqui na próxima semana (ou assim espero). A saber exatamente: sábado, dia 28 de junho, para que as férias já comecem supimpa
- Como aquele par de meias que sua tia lhe dá no aniversário, “o presente é simples, mas é de coração”
- Não serão aceitas respostas com palavrões, ofensas e outros vocábulos de baixo calão. Pelo contrário, na presença deles chamaremos o Ninja Gaiden para ceifá-los impiedosamente com a foice que ele roubou da Morte do Castlevania após matá-la (e cuspir na cara dela)

Agradecemos novamente ao Fabão e à editora Europa. Valeu, dudes!

Literatura gamer: Nintendista Edition

Por Claudio Prandoni

Se você não leu, é muito provável que já ouviu falar de um livro de 1993 chamado Game Over: Press Start To Continue (também encontrado pelo pouco amigável subtítulo How Nintendo Zapped an American Industry, Captured Your Dollars, and Enslaved Your Children), de autoria de David Sheff e lançado aqui no Brasil como Os Mestres do Jogo.

Pelo nome pode parecer uma biografia de Alexei Barros, André Sirangelo e Gustavo Hitzschky, mas na verdade é um lapidado epítome narrando a trajetória da Nintendo desde a fundação, há mais de um século, até os primeiros anos do SNES.

Infelizmente, ele está fora de catálogo tanto aqui quanto lá fora, sendo assim dificílimo de achar. Felizmente uma alma caridosa do fórum do Outer Space colocou para download em meados do ano passado os primeiros sete dos dezesseis capítulos. Clique aqui para ir ao tópico no fórum e baixar já estes excertos repletos de detalhes sobre a história da Big N na primera era de ouro da companhia.

Uma excelente dica do mestre Mauri Link, comentarista e literato camarada do Hadouken.

Literatura gamer: Caray edition

Por Claudio Prandoni

A FNAC se tocou que os gamers nunca têm dinheiro pra comprar livros pois gastam tudo com jogos.

Só isso explica a mega promoção do 1000 Game Heroes lá.

Pode confiar que é de verdade - primeiro de abril já passou há uma cara.

Dica de ouro do freeko Renato, o Bueno.

Literatura gamer de bolso

Por Claudio Prandoni

Geralmente sou crítico ferrenho do mercado brasileiro por conta da falta de artigos gamers. Jogos, aparelhos e acessórios originais já são um bocado complicados de aparecerem por aqui, que dizer então de produtos derivados, como brinquedos e livros.

Aos poucos as coisas vão mudando, é fato, e estou aqui desta vez para elogiar estas mudanças.

Há poucos dias, por exemplo, o sempre bem informado Nintenerds noticiou que miniaturas oficiais da Nintendo serão vendidas no Brasil, oferecendo assim uma boa alternativa a artigos importados geralmente supervalorizados e os tortuosos caminhos da importação por conta própria.

 Além disso, é extremamente louvável a postura da Editora Europa ao criar a Gaming Books Division, um departamento dedicado à publicação de livros sobre games que teve como primeiro fruto o “A Arte dos Videogames” e é capitaneado pelo sapiente mestre Fabão.

Toquei aqui num dos artigos de mais interesse de minha parte: livros. Quem acompanha publicações especializadas em jogos eletrônicos já deve ter reparado que é uma pauta razoavelmente recorrente a cada cinco, seis anos. E quase sempre mostram as mesmas coisas, a saber, o “Game Over (que saiu aqui sob a alcunha Os Mestres do Jogo, conta a história da Nintendo e já está fora de catálogo), pocket books de séries famosas e volta e meia aquele belíssimo “1000 Game Heroes“.

Nesta semana, tirei uma noite para passear na famigerada Livraria Cultura, um dos lugares preferidos em São Paulo de 11 entre 10 amantes de livros como eu.

Logo na entrada há uma seção inteira destinada a livros importados, sendo que várias das prateleiras aqui são destinadas a pocket books - aqueles livros de bolso pequeninos feitos num papel mais barato que lembra papel jornal.

Só de curiosidade comecei a xeretá-los e qual grande não foi minha surpresa ao encontrar um baseado no Hellgate: London, com o sugestivo título “Hellgate London: Book One of Three - Exodus”. Logo ao lado, tinha também a novelização do filme “Resident Evil: Extinction” e poucos volumes adiante um tal de “Diablo - Moon of the Spider”.

Intrigado, olhei com cuidado absolutamente todas as prateleiras destinadas aos pocket books na esperança de achar mais obras baseadas em jogos eletrônicos, em especial de alguma franquia da qual eu fosse fã.

Acabei pegando um da série Perfect Dark, mais especificamente “Perfect Dark: Initial Vector”, seqüência direta de Perfect Dark Zero, da caixa X 360. Ok, não cheguei a jogar nem cinco minutos do PDZ, mas sou devoto de Joanna Dark desde a época do N64, ou seja, tenho certo crédito com a ruiva. Fiquei surpreso com o preço também: pouco mais de 18 reais. Praticamente uma pechincha, considerando que se trata de um artigo importado.

Cheguei alguns outros tantos que havia por lá e todos apresentavam valores parecidos. Acabei achando uma coleção bem razoável de títulos lá na Cultura - pena que não tinha nenhum de Halo para eu presentar o maestro Barros.

Abaixo, os outros livros que por lá vi além dos já citados:

- “Diablo - The Sin War: Scales of the Serpent”
- “Diablo - The Black Road”
- “Warcraft - The Well of Eternity - Vol. 1″
- “Warcraft - The Demon Soul - Vol. 2″
- “Warcraft - The Sundering - Vol. 3″
- “Doom 3 - Worlds on Fire”

 

Depois as pessoas ainda se perguntam como a Blizzard consegue ser tão poderosa e fazer jogos de tamanha qualidade lançando poucos games: veja quantos livros inspirados em propriedades intelectuais da empresa.

Isso que aqui no Brasil já tivemos também o lançamento oficial por parte da Conrad do mangá “Warcraft - Trilogia da Fonte do Sol”.

Aproveitei que estava por lá e deixei pré-reservado na livraria o Game Over, caso eles consigam trazer um importado a um preço digerível pelo meu bolso. Torçam por mim. Ah, e um dia ainda almejo ter o tal 1000 Game Heroes em minhas prateleiras. Lindo de morrer e cheio de informações, mas com preço ainda mais salgado que salgadinho