Archive for the 'Symphonic Shades' Category

From a game console to a symphonic orchestra: a conferência sobre arranjo e orquestração de Jonne Valtonen

Por Alexei Barros

Jonne Valtonen. Citei várias vezes o nome dele, mas falei pouco sobre ele. Natural da Finlândia, iniciou sua trajetória na demoscene europeia e fez parte do grupo Future Crew, atuando sob o pseudônimo Purple Motion, em referência à banda Deep Purple. Criou trilhas para jogos pouco conhecidos, como Death Rally e Dropmania. Autodidata até então, Valtonen estudou composição e orquestração por seis anos na Pirkanmaa Polytechic and Sibelius Academy, que foi peremptória para a sua colaboração como arranjador de diversos concertos, como os segmentos de Mario e Zelda do PLAY! A Video Game Symphony e tantos outros nas edições Third, Fourth e Fifth da série Symphonic Game Music Concert. Mais recentemente se consagrou como o principal arranjador do Symphonic Shades, e sobretudo nas engenhosas suítes do recente Symphonic Fantasies, em que também compôs a abertura “Opening fanfare (Symphonic Fantasies)”. Merecidamente foi chamado para subir ao palco no final da apresentação.

Antes deste último, Valtonen realizou na Finlândia a palestra “From a game console to a symphonic orchestra”, que é uma verdadeira aula teórica de música, discutindo o trabalho de arranjo e orquestração. Um dos principais atrativos de game music – ouvir uma faixa primitiva tatuada na memória executada em uma interpretação grandiosa – é exemplificado quando ele mostra a “Main Theme” do Great Giana Sisters e depois sincroniza com o arranjo “The Great Giana Sisters (Suite)” (04:57).

Enfocando o Symphonic Shades, ele dá explicações sobre várias das decisões e inspirações das releituras. Nada é aleatório, tudo tem um motivo. Além disso, esclarece questões sobre as nomenclaturas (arranjo não é a mesma coisa que orquestração), e faz os seus característicos comentários irônicos e autodepreciativos: “Eu vou ver Nobuo [Uematsu] lá [Colônia, Alemanha] e acho que vamos poder discutir mais sobre esses arranjos. Ele vai odiá-los ou não. Espero que não os odeie” (46:41).

Não sei se o seu nível de interesse por game music chega a esse ponto hardcore – eu achei extremamente interessante e didático. Fica o registro. Valtonen tem um sotaque carregado, mas toda a palestra é em inglês, apesar de ter acontecido na Finlândia. E com certeza seria de grande valia uma nova palestra pós-Symphonic Fantasies depois de se recuperar do trabalho exaustivo para a elucidação dos segredos e alusões da suítes. Não sei se haverá tempo, pois já está escalado para os arranjos do concerto pedagógico Super Mario Galaxy – A Musical Adventure (janeiro de 2010) e do próximo Symphonic (setembro de 2010).

Destaqueis alguns dos pontos mais interessantes para atiçar sua curiosidade:

04:57 – Sincronização das versões sintetizada e orquestrada do Great Giana Sisters.
06:00 – Terminologia: composição, arranjo, orquestração, instrumentação.
13:15 – Influências de John Williams na fanfarra do Grand Monster Slam.
19:39 – Comentários sobre o arranjo de Gem’X.
23:52 – “Agora estou fazendo o arranjo de Final Fantasy. Mexi uma nota. Espero que Nobuo [Uematsu] não se importe. Acho que não vai”.
25:00 – Método de trabalho de orquestração.
28:43 – Desafios dos arranjos de Symphonic Shades.
34:28 – Trabalhando com orquestra.
46:41 – “Eu vou ver Nobuo lá e acho que vamos poder discutir mais sobre esses arranjos. Ele vai odiá-los ou não. Espero que não os odeie”.

Obrigado ao Thomas Boecker por passar o vídeo.

Symphonic Shades + drammatica = Sinfonia Drammatica

Por Alexei Barros

O que o Symphonic Shades e o drammatica -The Very Best of Yoko Shimomura- têm em comum? Claro, tirando o fato de serem os dois melhores álbuns orquestrados de 2008? Aparentemente, nada. Porém, ambos contaram com o envolvimento de Thomas Boecker (nos cargos de produtor e coordenador de produção), ambos foram executados pela mesma WDR Radio Orchestra no Funkhaus Wallrafplatz em Colônia, Alemanha, e ambos possuem o conceito de tributo a um compositor, Chris Huelsbeck e Yoko Shimomura, com a diferença que o primeiro foi um concerto que originou o CD e o outro somente um CD.

Mesclando dois mundos distintos, ocidente e oriente, Symphonic Shades e drammatica, Huelsbeck e Shimomura, nasceu a apresentação Sinfonia Drammatica, que acontecerá não na Alemanha, mas na Suécia – lembra o que dizia sobre o país ser o paraíso da game music? Ocorrerá em 4 de agosto, às 20 horas locais, no Konserthuset Stockholm, com atuação da Orquestra Filarmônica Real de Estocolmo, que ficará sob a tutela do onipresente Arnie Roth, o mesmo do Symphonic Fantasies. Em entrevista ao SEMO, o maestro disse que partiu da Shimomura a vontade das adaptações do drammatica serem tocadas ao vivo. E a melhor parte, claro que para os suecos, é que tanto Huelsbeck quanto a mestra Shimomura assistirão ao concerto.

Somando os dois projetos totalizam-se 30 músicas, das quais 16 foram selecionadas, sendo 8 de cada. Do Symphonic Shades saíram Tunnel B1, Turrican 3 – Payment Day e as faixas sem relação com jogos: Tower of Babel, Licht am Ende des Tunnels, Symphonic Shades e Karawane der Elefanten. E do drammatica, acabaram ficando de fora as três do Heroes of Mana, as duas do Front Mission, uma do Final Fantasy Versus XIII, uma do Live a Live e uma da série Kingdom Hearts que, ironicamente, é a minha preferida do disco, a “Twinkle Twinkle Holidays”. Nem questionarei, afinal todos os arranjos estão perpetuados nos respectivos CDs, mas se fosse sueco e pudesse escolher, trocaria sem pestanejar a música do Live a Live que vai ser executada pela do KH que mencionei.

O set list, com links para as versões da gravação da apresentação no rádio do Symphonic Shades e do álbum drammatica:

01 “Grand Monster Slam (Opening Fanfare)” [Symphonic Shades]
02 “X-Out (Main Theme)” [Symphonic Shades]
03 “The 13th Anthology” (Kingdom Hearts I, II e Chain of Memories) [drammatica]
04 “The Bird Flies in the Sky, the Fish Swims in the River” (Live a Live) [drammatica]
05 “The Other Promise” (Kingdom Hearts II) [drammatica]
06 “Gem’X (Main Theme)” [Symphonic Shades]
07 “Colored Earth” (Legend of Mana) [drammatica]
08 “Apidya II (Suite)” [Symphonic Shades]
09 “R-Type (Main Theme)” [Symphonic Shades]
10 “Ruined Sparkling City” (Legend of Mana) [drammatica]
11 “Jim Power in »Mutant Planet« (Main Theme)” [Symphonic Shades]
12 “The Great Giana Sisters (Suite)” [Symphonic Shades]
13 “Legend of Mana ~Title Theme~” (Legend of Mana) [drammatica]
14 “Destati” (Kingdom Hearts) [drammatica]
15 “Hometown Domina” (Legend of Mana) [drammatica]
16 “Turrican II – The Final Fight (Renderings: Main Theme)” [Symphonic Shades]

[via SEMO]

Symphonic Shades: o CD do melhor concerto que o Yuzo Koshiro já viu


Por Alexei Barros

O primeiro concerto de game music transmitido ao vivo via rádio. O primeiro concerto de game music de tributo a um compositor*. Symphonic Shades – Huelsbeck in Concert, integralmente devotado ao alemão Chris Huelsbeck, rompeu paradigmas no dia 23 de agosto de 2008. Sucesso de público e de crítica. E o que pensar quando um músico como Yuzo Koshiro disse o que disse? Quando solicitado para falar ao site oficial em uma palavra o que havia achado da apresentação, respondeu “Fantástico!”. Não se deu por feliz e emendou: “E se pudesse falar mais de uma palavra, eu adicionaria: foi o melhor concerto sinfônico que já vi!”.

A história do Symphonic Shades começa em 2007, quando o administrador da WDR Radio Orchestra Cologne, Winfried Fechner, foi convidado para assistir e ficou extasiado com a atmosfera do Fifth Symphonic Game Music Concert, quinta e derradeira edição da série produzida por Thomas Boecker, que foi produtor executivo da turnê promocional de 2006 e consultor em algumas performances de 2007, como em Sydney, Austrália, do PLAY! A Video Game Symphony, mas atualmente não está mais envolvido no projeto. Aficionado pelas músicas de Chris Huelsbeck desde o Commodore 64, a ponto de gravá-las em fitas cassete para ouvi-las a qualquer momento, Boecker exprimiu sua admiração pelo compositor ao incluir em todos os anos pelo menos uma faixa de Huelsbeck em meio aos jogos japoneses e norte-americanos, e assim foi com “Apidya Suite” (First), “Turrican Medley” (Second), “The Great Giana Sisters Suite” (Third), “Turrican 3 Piano Suite” (Fourth), “Turrican II: The Final Fight Suite”, “Commodore 64 Medley” – inclui Shades e The Great Giana Sisters – e “Amiga Medley” – finaliza com Turrican II: The Final Fight – (Fifth).

A ideia de organizar um concerto inteiro com músicas do alemão existia há um bom tempo. “Chris Huelsbeck e eu faríamos esse concerto um dia, só não sabíamos a data exata”, disse Boecker ao SEMO. O produtor sugeriu o conceito a Fechner, que logo gostou do modelo. O Symphonic Shades foi divulgado em 4 de dezembro de 2007 e teve o envolvimento de pessoas de extrema confiança, seja do PLAY!, do SGMC ou do projeto original Merregnon: o maestro Arnie Roth na batuta da WDR Radio Orchestra Cologne e do FILMharmonic Choir Prague, o percussionista libanês Rony Barrak e os arranjadores Jonne Valtonen, Adam Klemens, Takenobu Mitsuyoshi e Yuzo Koshiro para interpretações totalmente inéditas, com exceção de “Turrican 3 – Payment Day (Piano Suite)”, tocada no Fourth SGMC e presente no álbum Number Nine, que foi retrabalhada. Não é todo dia que japoneses e ocidentais, de estilos tão díspares, atuam em harmonia. As melhores músicas de Chris Huelsbeck então foram selecionadas para o repertório. Todas as composições estavam à disposição, e a única limitação era a duração do concerto.

Quando foram colocados à venda os ingressos para a apresentação às 20 horas locais no luxuoso Funkhaus Wallrafplatz – onde foi gravado o álbum drammatica -The Very Best of Yoko Shimomura- – em Colônia, Alemanha, esgotaram-se em uma semana. Devido à grande procura, uma reprise foi confirmada para as 23 horas no mesmo dia, e as vagas acabaram em pouco tempo. Diferentemente da série SGMC, que não pôde ser lançada por problemas de direitos autorais, o CD do Symphonic Shades foi anunciado e, para completar, foi apregoada a histórica transmissão ao vivo via rádio da estação WDR4, que acompanhei pela Internet. Mesmo sem entender alemão, deu para perceber o momento em que o público enviou uma saudação para todos os ouvintes espalhados pelo mundo, e quando Takenobu Mitsuyoshi e Yuzo Koshiro levantaram na plateia.

Depois de longa espera, a data de lançamento do CD foi precisada para 11 de dezembro, sofrendo um pequeno adiamento: saiu dia 17. Somente 1000 unidades foram publicadas, com demanda similar às apresentações. Não por menos. Chris Hülsbeck é celebridade em seu país, onde a cena de games foi completamente diferente da norte-americana e da brasileira, o que explica porque é relativamente pouco conhecido por essas bandas. Enquanto aqui, MSX, os clones de NES e principalmente o Master System foram populares, na Alemanha dominaram o mercado os computadores Commodore 64 e Amiga, plataformas as quais Huelsbeck se destacou. Eventualmente, as adaptações de Turrican e Jim Power para Mega Drive e Super Nintendo permitiram que escutássemos as suas composições. Porém, nem é preciso conhecer os títulos para se encantar com as músicas.

Por isso, falarei separadamente de cada uma das 15 faixas do CD (excluindo o solo de percussão de Barrak, 10 são de jogos e 4 de projetos não-gamísticos), situando os games, uma vez que muitos são obscuros para nós, com links para as músicas originais, as versões orquestradas da transmissão do rádio e vídeos do YouTube da récita – só não ligue para a câmera estática da gravação tal como no cinema primitivo – para reparar como os arranjos são magistrais. Confirmando a impressão que tive ao ouvir os samples, a qualidade que já era excepcional pelo rádio, ficou ainda mais apurada no CD, que mescla o melhor das duas apresentações, dos ensaios e do ensaio final. Além de pequenas mudanças na performance, é possível escutar os graves com maior vivacidade – os contrabaixos reverberando nos ouvidos é uma sensação inigualável. A bem da verdade, não me recordo de outro disco de game music em que pude escutar especificamente esses instrumentos de forma tão nítida. O álbum também vem com uma entrevista em alemão com Chris Huelsbeck, e é adornado por uma simpática ilustração de um maestro Turrican com batuta desenhada por Hitoshi Ariga.

Leia, ouça e veja depois do Hadouken sobre o CD do Symphonic Shades.

* Tecnicamente, o italiano Nobuo Uematsu Show (2007) precedeu o Symphonic Shades, só que, além de todos os arranjos serem reaproveitados de outros concertos, não cobriu a carreira de Uematsu na totalidade, apenas Final Fantasy, Blue Dragon e Lost Odyssey. As diversas récitas de Final Fantasy e Dragon Quest, apesar de terem músicas de um compositor, Nobuo Uematsu e Koichi Sugiyama, respectivamente, representam as séries, não os músicos.

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Samples do Symphonic Shades

Symphonic Shades
Por Alexei Barros

A uma semana do lançamento do CD do concerto alemão Symphonic Shades, que acontecerá dia 11 de dezembro, o site da Maz Sound publicou samples de cerca de 15 segundos de cada uma das 15 músicas (14 de jogos e outros projetos e mais um solo de percussão do Rony Barrak).

Posso garantir que a qualidade, que já era suprema ao vivo na transmissão via rádio, está ainda melhor. E aproveito para esclarecer: o álbum combina as melhores gravações das duas apresentações (realizadas no mesmo dia, 23 de agosto), ensaios e o ensaio final realizados no Funkhaus Wallrafplatz em Colônia (o mesmo local do drammatica -The Very Best of Yoko Shimomura-), mixadas e masterizadas para alcançar o supra-sumo da excelência. Já adianto que R-Type e Jim Power in Mutant Planet, arranjada pelo Yuzo Koshiro, são as minhas favoritas. Mas, olha, todas são fantásticas. Para facilitar a apreciação, coloquei o link das músicas diretamente para os samples:

01 – Grand Monster Slam (Opening Fanfare)
02 – X-Out (Main Theme)
03 – Jim Power in Mutant Planet (Main Theme)
04 – Tower of Babel
05 – Turrican 3 – Payment Day (Piano Suite)
06 – Gem’X (Main Theme)
07 – Apidya II (Suite)
08 – R-Type (Main Theme)
09 – Licht am Ende des Tunnels (Suite)
10 – The Great Giana Sisters (Suite)
11 – Rony Barrak-Solo
12 – Tunnel B1 (Suite)
13 – Symphonic Shades
14 – Karawane der Elefanten
15 – Turrican II – The Final Fight (Main Theme)

Agradecimentos ao Thomas Boecker pelos esclarecimentos e informações.

Symphonic Shades: a data de lançamento do CD

Por Alexei Barros

Contrariando a maior parte dos concertos pelo mundo que sofrem com o problema de direitos autorais, a récita Symphonic Shades, dedicada integralmente às composições do alemão Chris Huelsbeck – que desconhecia antes da apresentação e virei admirador depois de ouvi-la –, teve o CD anunciado em julho, mas a data do advento não havia sido especificada. Finalmente foi: 11 de dezembro de 2008.

Para quem não se recorda, o Symphonic Shades foi o primeiro concerto de game music da história transmitido ao vivo via rádio em 23 de agosto em Colônia, Alemanha – obviamente, não perdi a oportunidade de acompanhar pela Internet. Com todas as 14 faixas executadas no concerto, a gravação do álbum foi feita com mixagem e masterização realizados sob a supervisão de Huelsbeck para garantir a melhor qualidade possível. São setenta minutos de músicas de jogos como Great Giana Sisters, Apidya II, Jim Power and the Mutant Planet, R-Type, Turrican II e 3.

O CD custará 22 euros (pode ser encomendado aqui), e terá tiragem limitada: apenas 1000 cópias serão publicadas. A arte da capa visualizada acima é ilustrada por Hitoshi Ariga, da Ancient, a produtora capitaneada por Yuzo Koshiro, que assim como Takenobu Mitsuyoshi, participaram do Symphonic Shades como arranjadores convidados, complementando o trabalho de Jonne Valtonen e Adam Klemens.

A mesma equipe de sucesso do Symphonic Shades – a WDR Radio Orchestra, o arranjador Jonne Valtonen, o maestro Arnie Roth, o percussionista Rony Barrak e o produtor Thomas Boecker – já revelaram a realização do primeiro concerto de game music confirmado em 2009: Symphonic Fantasies, que acontecerá em 12 de setembro na Alemanha com arranjos inéditos. Ainda não havia falado aqui pela escassez de detalhes, mas de acordo com o SEMO há boatos de que o repertório será dedicado aos compositores japoneses, e enfatizando a Square Enix. Como Boecker foi coordenador de produção do drammatica -The Very Best of Yoko Shimomura- e do Vielen Dank (álbum solo do Masashi Hamauzu) fica a certeza de que deve vir mais coisa boa por aí.

[via release de imprensa]

“Main Theme” (Jim Power in Mutant Planet) – Symphonic Shades

Por Alexei Barros

“Sonic the Hedgehog Suite” no PLAY! A Video Game Symphony, “The Revenge of Shinobi Suite” no Fourth Symphonic Game Music Concert, “End Credits” do New Super Mario Bros. no Fifth Symphonic Game Music Concert, “Main Theme (The Legend of Zelda)” no Super Smash Bros. Brawl, “Battlefield – Last Battle ~ Battlefield – Heavens’ Governor” no Sekaiju no MeiQ² *shoou no seihai* Super Arrange Version … Yuzo Koshiro ainda é versado em arranjos orquestrados. Chris Hülsbeck teve a honra de ter uma composição sua relida por um dos maiores gênios da game music no Symphonic Shades.

“Foi um pouco difícil porque é originalmente rock”, disse Koshiro em entrevista ao site oficial traduzida para o inglês pelo Square Enix Music Online. “Tentei preservar o tema original e a sua estrutura o quanto possível quando fiz o arranjo. Entretanto, adotei uma abordagem impressionista para a orquestração”. Como o Jim Power, e por conseguinte, a música em questão é pouco difundida, peço que ouça primeiro a “Main Theme” do Jim Power no arranjo de Fabian Del Priore do álbum Immortal 2, que seria mais próxima do original, para então depois admirar a exibição da Orquestra WDR Radio. Suplico que compare, em especial, o excerto de 1:28 a 1:38 do primeiro, em que se imagina o solo de uma guitarra,  com o orquestrado 1:58 a cerca de 2:20 do segundo. É genial.

“R-Type Main Theme” – R-Type (Symphonic Shades)

Por Alexei Barros

Aos 45 minutos do segundo tempo admoestei sobre a transmissão via rádio do concerto Symphonic Shades – Huelsbeck in Concert em Colônia no dia 23 de agosto. Pude acompanhar cerca de 85% do espetáculo ao vivo, e testemunhar um acontecimento sem precedentes na história da game music. Para quem perdeu na ocasião, felizmente é possível contemplar o evento praticamente inteiro no YouTube. Eventualmente colocarei mais vídeos. Começo com a música do jogo que acredito ser o menos obscuro do repertório: R-Type. Estupenda a melodia entoada pelos metais da Orquestra WDR Radio – espere só até entrar o Coral FILMharmonic de Praga cantando em grego… Arranjo e orquestração do finlandês Jonne Valtonen.


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