Archive for the 'Frenzy' Category

NMH Frenzy

Por Claudio Prandoni

Sério mesmo. Quando terminei No More Heroes bateu um sentimento de missão cumprida e saudades. De verdade. Afinal, todos os indícios, alinhamentos lunares, búzios e declarações apontavam para o fato de que não haveria seqüência.

Todavia, feliz engano meu. Quebrando a tradição de nunca fazer continuações, a Grasshopper, do inigualável e caleidoscópico Suda 51, reuniu a trupe para conceber No More Heroes 2: Desperate Struggle.

Em vez de ficar aqui gastando verbo e tecendo linhas sem fim para dizer o quanto considero No More Heroes genial, divertido, envolvente e único, vou deixar as idéias amadurecerem melhor para despejar tudo depois em um review. Por ora, deixo com vocês algo que jamais verão na edição americana do jogo: o clipe da música Heavenly Star, do grupo virtual Genki Rockets.

Maestro Barros explica melhor a origem do grupo e seu padrinho musicalmente eletrônico e conceituado no segundo Hadoukast para quem tiver ficado curioso. Se você for o Itiro, Hakoyama ou qualquer outro ilustre leitor de nosso blog que viva no Japão, tem a chance de contemplar tal videoclipe no game, bastando para isso ir até a casa do Travis e acessar o primeiro vídeo da televisão. A versão ocidental ostenta o primeiríssimo trailer do jogo, à época ainda intitulado apenas Heroes, que exibe um Travis de visual bem diferente dando cabo de Helter Skelter, o primeiro dos onze assassinos rankeados enfrentados no jogo.

Exato, esse aí abaixo.

Repare na aparência mais Johnny Knoxville de Travis, o visual menos safado lascivo de Sylvia Christel e as dublagens bem diferentes e sem graça em relação à obra finalizada.

PW: AA – TaT Frenzy

Por Claudio Prandoni

Mancada: ainda tenho o Castlevania de PSP e o felomenal fenomenal No More Heroes para homenagear nesta categoria, mas passei Feenie na frente por motivos de apego pessoal a este curso digital interativo de Direito. Como você pode perceber, gostamos tanto da série de advogado que até criamos uma categoria própria para ela!

A fim de externar melhor toda minha emoção e frenesi ao encerrar o terceiro episódio da série Ace Attorney – último da trilogia Phoenix Wright – reproduzo logo abaixo o e-mail que enviei a maestro Barros logo após o desfecho.

Após o salto dimensional segue o restante do meu e-mail com uma pancada de spoilers sobre o último caso (ou seja, leia apenas após jogar e sequer cogite a remota possibilidade de não experimentar essa maravilha se você for dono de um DS) e também a resposta do maestro.

Que venha agora o demônio de um chifre Apollo Justice: Ace Attorney! Logo menos poderei finalmente comentar no Top 10 absolutamente genial do Alexei.

“Ae, maestro!

Terminei há pouco o Phoenix Wright: Trials & Tribulations. Na boa,
totalmente sensacional o Bridge to Turnabout. Simplesmente genial a
maneira como consegue amarrar as tramas dos três jogos e ainda fazer
citações a tantos outros casos, tudo isso de maneira absolutamente
cativante e empolgante. A maneira como o julgamento final se desenrola
é fantástica e emocionante.

Faço coro a vossa maestria: uma das séries mais geniais que já joguei.
Obrigatória para fãs de adventures e donos de DS. E tenho dito!

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GoW Frenzy

Por Claudio Prandoni

Nem Górouór God of War ou Girls of War. O GoW ali do título refere-se a Gears of War, a saga dos homens de ombros largos e um bocado boca-suja-sem-vergonhas da Epic. Você vê todo o estratagema logo acima ensinando as mil e uma maneiras de detonar o feioso General Raam (último chefe da aventura, não assista se quiser evitar spoilers bobos e feios) no primeiro Gears of War? Pois bem, nada disso funcionou comigo – ao menos na versão para PC.

Após esperar uns três meses e tentar algumas dezenas de investidas, em certo momento para o exato oposto do Alexei: a total ignorância. Saquei o rifle Lancer, achei um cubo de concreto aconchegante para usar como proteção e sentei o dedo no botão de tiro. Foi quase mágico: rolou todo aquele show pirotécnico de mudanças de câmeras, o bichão agonizando, o final estilo filme de ação-pipoca e a deixa mega-master-hell para continuação.

Após quase oito meses (mais por relapsidão do que exatamente dificuldade) dei cabo de Gears of War no computador e cravo mais uma vez a opinião que tive ao iniciar a partida: preferi muito mais a combinação teclado+mouse do que o joystick no Xbox 360 e mantenho minha impressão de que este sim se trata de um dos primeiros jogos de nova geração.

A grandiosidade e detalhismo visual compõem parte da narrativa épica da Epic (rá!). Mesmo sem abusar de arrojos complexos de jogabilidade ou engine física absurdamente realista e pegando pesado na repetição, o sistema de jogo jamais fica chato, propiciando variedade em momentos providenciais – ainda que alguns não sejam exatamente divertidos, tal qual o passeio no Batmóvel tanque com canhão de raios ultravioleta.

Enfim, fiquei satisfeito. Ah, e o capítulo extra exclusivo de computador é bem bacana e até mais difícil do que o episódio final mesmo. Fico na expectativa agora por Gears of War 2 logo agora em novembro no X360 e mais ainda para novembro de 2009, quando deve chegar a edição de computador – alguém realmente acredita que ele vai ficar exclusivo de consoles?

Depois do salto dimensional, o eletrizante trailer da E3 2008.

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PoP: TSoT Frenzy

Por Claudio Prandoni

Após incursão assaz demorada no vale da jogatina casual, eis que reclamo novamente minha carteirinha oficial de gamer hardcore encerrando uma série de jogos porreta, por assim dizer. Até ouço o chamado divino ecoando ao longe: “Rise from your grave!”

Enfim, o primeiro da trinca (ao menos por enquanto) foi Prince of Persia: The Sands of Time, episódio original da trilogia concebida pela Ubisoft. Já venerava o título por revigorar soberbamente uma de minhas séries favoritas de todos os tempos ao efetuar de maneira competente a transição para o 3D e ainda adicionar uma narrativa absolutamente charmosa e cativante.

Vivenciar isso na integridade foi uma experiência inesquecível. Já havia me embrenhado por completo em PoP: Two Thrones, episódio final, e Warrior Within, o qual não suportei e mal cobri um terço da jornada, mas afirmo categoricamente: Sands of Time é mágico e insuperável. Trata-se de um daqueles títulos absolutamente marcantes que conquista um lugar no panteão gamer com muita humildade e fazendo muito com um punhado de idéias fantásticas realizadas com maestria.

Provavelmente rasgo seda demais: se você já não ouviu o Príncipe contar toda a história dele tenho certeza que um cabeludo sem vergonha e um aficionado por música de joguinho o importunaram suficiente a ponto de dedicar algumas semanas – e pouco mais de 8 horas – para embarcar nesta fascinante jornada.

Se isso ainda não aconteceu, nada de desculpas: a revista Fullgames lançou o game completo recentemente em versão PC ao custo de R$ 15,90 (uma pechincha considerando que é um jogo original) e daqui cerca um par de anos você poderá contemplar o tanquinho de Jake Gyllenhaal revertendo o tempo na adaptação cinematográfica da aventura. Eu preferi adquirir o título para computador…

O vídeo? Ah, sim. Logo acima você confere um criativíssimo trailer promocional do game divulgado à época de lançamento. Depois do salto dimensional, uma versão prolongada do mesmo vídeo.

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MGS3: SE Frenzy

Por Claudio Prandoni

Geralmente eu fico no frenesi apenas logo após terminar um game (aconteceu com o Twin Snakes, Crisis Core e Justice for All). Todavia, MGS3 era um game que exigia certo tempo de reflexão antes de ser comentado.

Como diz maestro Barros, é um game “denso”. Cheio de referências aos episódios anteriores (ou seriam posteriores?), entremeando-se à História real e refinando de maneira primorosa a fórmula stealth consagrada da série adicionando ainda elementos de sobrevivência.

Tendo em vista que no momento me encontro em ambiente litorâneo e assim desprovido da grotesca lápide, ainda me abstenho de comentar MGS4 – mesmo porque seu eu quisesse não conseguiria, uma vez que o cabeludo Toperão, vulgo Hitz, surrupiou de maneira larápia o jogo do reduto.

Ainda que MGS3 já tenha certa idade nas costas, evitarei aqui spoilers. Assim, prefiro destacar um video absolutamente hilário produzido pela Kojima Productions e mostrado numa conferência (não lembro exatamente qual) que acabou sendo incluído como vídeo secreto no Metal Gear Solid 3: Subsistence.

Em Snake Eraser nosso amigo andrógino Raiden tenta garimpar de volta o posto de personagem principal de MGS eliminando Big Boss Naked Snake durante as operações Virtuous Mission e Snake Eater. Obviamente, ele fracassa miseravelmente, mas quem sabe no MGS5, né? Ah, e o segmento final é absolutamente fantástico para a galera nostálgica retrô (aka. Alexei).

Mas não acaba por aí: depois do salto dimensional discorro acerca de uma teoria minha sobre MGS3. Mas cuidado já que aqui não terei pudor em revelar spoilers.

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MGS: TTS Frenzy

Por Claudio Prandoni

Seguindo os passos do nosso assíduo comentarista Igor, acabei de terminar o Metal Gear Solid: The Twin Snakes para GameCube.

Para destacar a notória qualidade do jogo, aponto este péssimo comercial acima. Sério. É muito ruim, ruim mesmo. E olha que dentre as quatro propagandas japas que pintaram na época essa é a menor pior – os caminhões ao menos lembram a perseguição final do jogo…

Agora pense comigo: por que isso? Oras, o jogo não precisa de propagandas para promovê-lo. Basta dizer que é um remake do melhor (?) Metal Gear Solid – talvez não seja pra tanto, mas é o menos confuso. Se isso não for suficiente, diga que é fruto do trabalho conjunto entre Hideo Kojima, Silicon Knights (da época que fez Eternal Darkness, não o Too Human) e Shigeru Miyamoto. Aliás, o próprio Shiggy explica isso melhor aqui.

Mas acredite, o comercial americano é ainda pior. Fiquei com tanta vergonha que coloquei ele depois do pulo (…).

Somando-se à minha lista de promessas, em breve uma resenha deste excelentíssimo remake, já preparando terreno para MGS4: Guns of the Patriots e, finalmente, minha investida em MGS3: Snake Eater.

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PW JfA Frenzy

Por Claudio Prandoni

Sim, sim. Pela segunda vez o último caso de um jogo da série Ace Attorney me prende madrugada adentro no desenlace. Foi assim com o primeiro Ace Attorney e o caso extra “Rise from the Ashes” (já falei o quanto ele é sensacional??) e aconteceu de novo agora com “Farewell, My Turnabout”, da continuação Justice for All.

Na boa, já torrei os pacovás dos leitores do Hadouken e colegas gamers com que converso assiduamente aqui, aqui e aqui sobre o como esta série é maravilhosa, mas cada vez mais ela me surpreende. Nosso comentarista Geraldo Figueras já havia me advertido que este último episódio era tão fantástico quanto o derradeiro do Ace Attorney original, mas a sensação de jogar é algo inesquecível. Marcante. Cativante.

Até Barros, o Alexei, já se entregou aos prazeres musicais do tribunal e, segundo me consta, mal consegue largar o DS e grita “Objection!” e “Hold It!” a esmo, apontando o dedo na cara das pessoas na rua. Contenha-se, mestre.

Enfim, já comecei a me aventurar no Trials and Tribulations, tendo findo o julgamento inicial – um flashback imperdível do qual evitarei spoilers. Afinal, o trailer que coloquei acima do Trials and Tribulations já entrega o bastante.

Assim como com o Crisis Core, esteja esperando para breve um review.

E pra quem é fã da série (e do Jim Carrey), dois vídeo imperdíveis após o pulo (pulo de novo??).

PS: Estou quase terminando também o Metal Gear Solid: The Twin Snakes, de Cubo. Preciso dizer que é animal? Direi depois num MGS: TTS Frenzy provavelmente…

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