Archive for the 'DS' Category



Prandoni on the Walk #03 – Mantendo o pique

Por Claudio Prandoni

Na terceira etapa da minha caminhada – literalmente – outro dia marcado pela rotina. De fato, comecei atividades mais tarde do que na segunda e, obviamente, bem mais cedo que no domingo. Por volta das 9 e tanto da manhã o Activity Meter começou a registrar atividades.

Seguiu caminhada para o trabalho (com tensa ladeira no começo, como bem atestou o Geraldão Figueroa), bate perna superficial na redação e, ao final do dia, rápida caminhada para a aula de alemão e posteriormente o retorno ao lar também gastando sola de sapato.

Novamente alcancei a meta diária de 3 mil passos dários, mas bem mais tarde: por volta das 8 da noite e tal.

Ainda assim, beirei os 6 mil passos. Mas as diferenças são compreensíveis, visto que na segunda andei bastante de manhã e nesta terça caminhei bastante de tarde. Todavia, de maneira geral, registrei um período de caminhada ativa (aquela que o jogo indica como sendo a mais saudável) bem menor – cerca de metade do tempo da segunda-feira.

Sendo ontem o lançamento oficial do Personal Trainer: Walking, decidi conectar à Nintendo WiFi Connection para atualizar minhas estatísticas. Antes disso meio que gastei meus passos nos pseudo-minigames Walk the World e Illuminate – acendi o carro da casa, puxa! Nos rankings mundiais caí, mas continuo bem na fita: fui de segundo para quinto lugar, com um cachorro na minha frente. Vejamos agora de noite.

Prandoni on the Walk #02 – O Activity Meter na rotina rotineira

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Por Claudio Prandoni

Após uma estreia de luxo e vigor, com cerca de 15 mil passos, o Activity Meter foi apresentado ao dia-a-dia diário de Claudio Prandoni.

Ok, não exatamente dos dias mais rotineiros, mas vá lá. Comecei a segunda-feira bem cedo, pois ainda estava em Santos. Levantei às 6 da matina, café da manhã e bora para a rodoviária. Tudo isso devidamente acompanhado do Activity Meter, que mais tarde apontou o fato de que comecei minhas atividades antes do que no domingão.

Picos de atividade mornos registrados na minha epopéia à capital, incluindo pseudo-caminhadas no metrô e umas 3 quadras na rua a caminho de casa. Os primeiros picos de atividade surgem quando estou indo pegar o ônibus (ladeira chata e tensa, caminhadinha rápida até o prédio do trabalho).

Curioso depois acompanhar que de tarde, mesmo no marasmo(?) da redação há breves momentos de caminhadinhas.

Depois, atividade intensa no retorno ao lar – quando aproveitei para descer alguns pontos antes e realmente caminhar um pouco mais.

No final das contas, cerca de 6 800 passos registrados.

Bônus bacana: fucei nos trecos online do joguinho. O modo Space Walk mostra o quanto o total de pessoas que jogam/usam Personal Trainer: Walking andaram em conjunto em distância espacial – algo que lembra muito Noby Noby Boy. Enfim, como o jogo ainda não tinha sido lançado oficialmente o coletivo tinha andado só um bocadinho em direção à Lua.

E há também o World Ranking que registra estatísticas mundiais. Até ontem eu era o segundo(!) cara do mundo a mais ter andado em todo o mundo. Caray! Posteriormente fui sobrepujado – até por um cachorro, mas isso fica pra depois.

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Para mais esclarecimentos, uma foto comparativa do Activity Meter em relação aos controles dos principais videogames da atualidade.

Para amanhã, o registro desta terça-feira e algumas reflexões reflexivas acerca dos motivos pelos quais esse treco e Wii Fit e coisas do tipo são legais – ou não.

Prandoni on the Walk #01 – Conhecendo o Personal Trainer: Walking

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Por Claudio Prandoni

Nesta terça-feira, dia 26 de maio, sai o Personal Trainer: Walking para Nintendo DS. Trata-se de um curioso programa de treinamento físico meio nos moldes do Wii Fit: traz um acessório curioso e exercícios disfarçados de minigames. Ou coisa assim.

Tive a chance de testá-lo antecipadamente e, de fato, farei o teste durante uma semana, período máximo no qual o software registra o ritmo de caminhada.

personaltrainerwalking02Aliás, esse é o lance da brincadeira: o cartucho acompanha dois Activity Meter, esse acessório bonitinho aí da imagem. Coloque ele no bolso, esqueça e saia andando feliz pelo mundo. O aparelhinho tem um sensor de movimento à la Wii Remote e contabiliza todos os passos dados durante o dia. Depois, basta clicar no botão cinza no meio dele enquanto aponta para o cartucho do jogo no DS (ligado, claro) e transferir os dados.

O game registra todos os passos e exibe o seu ritmo de vida – momentos de caminhada e exercício constante, outros de ritmo moderado ou inexistência de atividade, quase vulgo sedentarismo.

Enfim, depois é possível conferir esses dados de novo. organizar em rankings, compartilhar com o mundo inteiro via WiFi Connection e até jogar uns minigames bobinhos. Ou coisa assim, na verdade seus passos registrados servem como moeda em algumas brincadeiras simpáticas e sem objetivo – que o Alexei, portanto, não curtiria.

Pretendo expor aqui durante estes próximos sete dias relatos da minha convivência com o Activity Meter.

DIA 1 – DOMINGO 24/06

Domingão na casa dos pais em Santos. Dormi a manhã inteira, logo o Activity Meter fez o mesmo, dormindo em cima da minha escrivaninha. Por volta das 3 da tarde liguei o aparelhinho, cadastrei meu Mii no jogo e parti para a caminhada.

personaltrainerwalking12Breve interlúdio: este é o primeiro título de DS que permite usar Miis. Dá para criar no próprio portátil ou então transferir do Wii. Por enquanto fiz um por conta própria, visto que o console caseiro está na minha casa em São Paulo – nesta segunda, mais tarde, farei a transferência para ver como é. Ponto bacana: meu Mii pode usar camiseta regata! Toma essa, Gus.

De volta à caminhada. Fui a pé até o shopping, o que rendeu cerca de 40 minutos de bate perna. Mais caminhada moderada lá dentro e volta pra casa. Jantar, PC e nada mais. Por volta das 9 e meia da noite fui para o cinema. A pé, claro. Antes porém dei um pulo em uma livraria em outro shopping mais perto de casa. No total deu mais uns 20 minutos andando.

Vi Anjos e Demônios (ótimo, frenético como o livro, mas ainda prefiro a contraparte original e escrita), duas horas e pouco sentado. Lá pela meia e noite pouco voltei a pé para casa. Em uns 30 minutos já estava no conforto do lar. Hora de registrar minha caminhada total do domingão.

Resultado: pouco mais de 15 mil passos. Caramba! E o jogo ainda estava querendo pegar leve comigo, estabelecendo uma meta diária de 3 mil passos. Rá! Mas convenhamos: foi um dia atípico, marcado por um domingão de sol e muito a fazer. Nesta segunda-feira retomo a rotina diária de trabalho e tal e vamos ver como ficam as coisas.

personaltrainerwalking05Ainda assim, acho curioso como o treco incentiva uma vida mais saudável. Além de apontar minha rotina durante o dia – picos de atividade física, momentos de descanso e tal – o software ainda estabelece objetivos. Não influenciam diretamente a experiência digital, mas compõem esse lance do “joguinho que ajuda a deixar em forma”. Por exemplo, o Personal Trainer: Walking definiu que devo comer mais vegetais. Bora pra alface.

Ah, sem contar que tem aquelas firulas bem nintendistas: o lance do Mii, a interação com o Activity Meter (que quando se comunica com o DS aparece em tela falando contigo, como se ele realmente migrasse da vida real para o game e vice-versa), os conselhos enquanto checando o gráfico de desempenho, os minigames inúteis e charmosos e, finalmente, o fato de que o programa serve também para medir a atividade do seu cachorro. Prenda na coleira do cãozinho e ao final do dia saiba o que ele andou aprontando. Ou coisa assim.

O bom é que o Activity Meter é leve e não incomoda. Joguei no bolso e esqueci que ele estava lá boa parte do tempo. Só espero que depois eu não esqueça de levar ele comigo durante a semana. Veremos.

Artwork do dia: Wallpaper de GTA: Chinatown Wars

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Por Claudio Prandoni

Confesso: não sou dos fãs mais fervorosos de GTA. Reconheço a excelência técnica, pioneirismo e coisa e tal, mas sei lá: não rola.

Mas o GTA de DS é bom demais. Volta e meia dou meus picotes pela Liberty City miniatura. Por isso mesmo (ou não), para celebrar um wallpaper do game feito por um rapaz chamado Patrick Brown.

Para conferir a imagem em tamanho real de verdade verdadeira é só clicar nela.

Eureka! Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth confirmado por aqui e tal

 

Por Claudio Prandoni

Você viu? Gyakuten Kenji foi confirmado no ocidente sob a alcuna Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth. Lançamento: lá pelo final do ano.

Trailer bacana ocidental e um novo grito para o microfone do DS: Eureka! Deve rolar quando se soluciona com sucesso os mistérios dos casos, por sua vez resolvidos por um novo sistema de lógica que exige associar evidências. Ah, e aquela menina nova que tem uma chave prendendo o cabelo e um cachecol esvoaçante tem o nome Kay Faraday e é um ladra.

Enfim, eu, maestro Barros, Geraldão Figueroa e tantos outros advogados (agora aspirantes a promotor) virtuais já temos o que pedir a Papai Noel.

De brinde, um trailer japonês também sobre os personagens com uma música bem bacana de fundo.

Aliás, ainda devo aqui as tralhas da edição especial do jogo. Será que tudo aquilo vem para cá? E o DSi especial do Blue Badger?

Haja puzzle: Professor Layton retorna ao ensino fundamental em nova trilogia


Por Alexei Barros

Enquanto eu mal dei conta do primeiro da série, a Level-5 me apronta essa. Para você se situar: se nos EUA saiu apenas Professor Layton and the Curious Village, no Japão já chegaram as continuações Professor Layton and Pandora’s Box e Professor Layton and the Last Time Travel. Como ainda não foi confirmada a localização norte-americana, estou me contentando e ficando maravilhado com as trilhas sonoras. Contudo, por meio da Famitsu, o estúdio revelou não só o próximo jogo, como confirmou que haverá uma trilogia nova para DS!

O capítulo seguinte, Professor Layton and the Devil’s Flute, será uma prequel de Curious Village e mostrará como Professor Layton e Luke se conheceram. Pouco fantástico. O detalhe é que Luke aparecerá como um mero infante, uma topeirinha, por assim dizer. Nessa história, Luquinha ajudará Layton a desvendar o mistério de um monstro que destruiu a vila. Sai no final do ano no Japão. Pois é, se somarmos tudo falta conhecermos uns 500 puzzles …

[via Kotaku]

Capcom nos obriga a aprender japonês: edição especial e demo online de Gyakuten Kenji

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Por Claudio Prandoni

thumb_kenji02Todo jogo bom que se preze hoje em dia ganha edição especial. E, mesmo antes de ser lançado, nós já sabemos que Gyakuten Kenji será um jogo bom. Digo mais, excelente, não é colegas de júri virtual?

Para acalmar os ânimos dos graduados Geraldão e Alexei – quiçá até do calouro Hitz – a confirmação visual e de conteúdo: GK terá edição especial. Vendida apenas no loja online e-Capcom, oficial da empresa e tal, mas vá lá.

TAKE THAT!
- CD com trailers promocionais
- CD com trilha sonora orquestrada (já imagino alguém empolgado com este aqui…)
- Panfleto de programação da orquestra
- Cards promocionais
- Estojo pra guardar os cards
 
gkdemo_flashAh, e tem mais, muito mais! Seguindo o exemplo do antepassado (ou seria sucessor?) Apollo Justice, GK ganhou uma demo online em Flash.

Pena que está tudo em japonês, mas já dá para sentir um gostinho da nova jogabilidade, gráficos e, claro, trilha sonora.

Espero que o mesmo aconteça no ocidente – e logo!

Juridicamente grato a Dr. Fernando Mucioli Mitsurugi pela tradução dos conteúdos dessa belezinha aí acima e uma outra dica: aparentemente, GK se passa entre Justice for All e Trials and Tribulations, respectivamente o segundo e terceiro episódios da trilogia Phoenix, e mostraria Edgeworth logo que volta do mochilão – ou coisa assim – pela Europa.

E se um dia a guerra dos consoles acabasse?

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Por Claudio Prandoni

Teríamos só um tipo de modelo de DS e PSP. Os Xbox 360 não morreriam de 3RL, bastando uma canja de galinha pra curar a ressaca. A Nintendo faria Donkey Kong Country 4. E o Dreamcast continuaria uma lembrança do passado, tadinho.

Ao menos é assim – ou quase – no simpático mundo de algodão doce desenhado pelo usuário Beundertaker dos fóruns do IGN.

Tokyo Beats you Down to nostalgia

Por Claudio Prandoni

Após a mega sessão de nostalgia Street Rageana (que pode até gerar algumas prandoniadas em equipe por parte dos Toperas), nada melhor do que ver que o gênero beat’em up ainda continua a respirar em pleno quase final da primeira década do século XXI.

Tokyo Beat Down – ou Yajuu Keiji: Tokyo Douji Tahatsu Tero o Chinatsu Seyo! caso você seja o Mucioli, o Fabão ou qualquer outro fluente dominador do idioma nipônico – é um game bem à la Final Fight/Double Dragon/Streets of Rage/TMNT exclusivo para DS recheado de clichês dos mais bacans que tanto adoramos. Saiu em setembro de 2008 no Japão, sai em março acá no ocidente e fará calos entre muitos de nós – fato.

Lançamento da Atlus, produção de um tal de Success e wallpapers logo abaixo, pra tentar estar gerando um bocadinho de hype – um maluco outro niponicamente fetichista apelativo.

Mario & Sonic: round 3 nas Olimpíadas de Inverno de Vancouver 2010

Por Claudio Prandoni

Mario e Sonic voltam a se enfrentar – infelizmente de maneira mais amigável do que em Super Smash Bros. Brawl – em um dos games oficiais das Olimpíadas de Inverno de Vancouver 2010.

Nenhuma grande surpresa. De fato, até bem previsível. Mas é sempre bacana ver os reis da era 16-bits confraternizando e se divertindo. Mario & Sonic at the Olympic Winter Games sai no final do ano para Wii e DS e eu sei que vai ser uma coletânea de minigames bem básica e casua, mas já estou empolgado.

Espero que não se prestem a fazer mais comerciais ridículos. Aproveitando: Alexei, alguma previsão para as vendas do jogo?


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