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Top 30 – Personagens da série Ace Attorney

Por Alexei Barros

Veja só como o Apollo está feliz em suas férias nos gramados de golfe depois da labuta nos tribunais, apontando o dedo para a trajetória da tacada.  Isso porque ele já chegou ao epílogo da saga judicial, ao menos na minha epopéia Ace Attorniana, na ocasião em que preparei o rol dos dez melhores casos.

Percebi que, grosso modo, há um consenso entre os advogados gamísticos. O Geraldo Figueras concordou 100% com as minhas colocações e o Marcus Oliveira do Blogeek, com 87,3% da seleção. Prandoni Godot, por sua vez, entre xícaras e mais xícaras de café encontra-se na iminência do desenlace, mas acredito que assim que concluir irá corroborar com a maioria das posições.

Em resposta ao Turnabout Hadouken, o Marcus soltou o Turbabout Shoryuken Turnabout Blogeek, elegendo os seus dez personagens preferidos. Aí notei que é praticamente impossível termos unanimidade. Meio que sem querer, eu propus um top 30 e o Marcus levou a idéia adiante, sugerindo a seleção sem as justificativas. Devo revelar que mesmo após refletir muito, ainda fiquei na dúvida entre uma ou outra posição. E ainda tive o receio de deixar alguém importante de fora… Não tem jeito mesmo. Não há outra série que tenha tantos personagens marcantes como Ace Attorney…

Logo depois do Hadouken o meu top 30, lembrando que como só cito os nomes não há spoilers. Quem quiser também citar as preferências, não se sinta acanhado.

P.S.: Amanhã entra no ar a votação no blog do Gyakuten Meets Orchestra referente à(s) nova(s) música(s) escolhida(s) pelo público para os concertos do dia 13 de setembro. Se conseguir descobrir como ela funcionará, postarei aqui. E tenho a desconfiança que as faixas inéditas serão as duas do álbum Gyakuten Saiban Orchestra Album ~Gyakuten Meets Orchestra~ que não foram tocadas ao vivo, pelo fato de os arranjos já estarem prontos: “Investigation ~ Mystery Suite” e “Kurain’s Genealogy” – na vez em que falei da primeira apresentação, imaginei que a “Gyakuten Saiban 1~3 Courtroom Suite” fosse uma seleção de músicas, quando, na verdade, ela agrupa as três suítes na íntegra e adiciona alguns complementos, totalizando quase 12 minutos.

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Turnabout Hadouken



Por Alexei Barros

Depois de três ou quatro meses de jogatinas ininterruptas, socos na mesa, dedos na cara, litros e litros de suor, objeções e apresentações, finalmente concluí os quatro anos de Bacharelado em Ciências Jurídicas Ace Attornianas, ou seja, terminei na seqüência Phoenix Wright: Ace Attorney, PW: AC – Justice for All, PW: AC – Trials and Tribulations e Apollo Justice: Ace Attorney.

Antes, o meu conhecimento da série se resumia ao âmbito musical, com os álbuns Gyakuten Saiban Orchestra Album ~Gyakuten Meets Orchestra~ e Gyakuten Saiban Jazz Album ~Gyakuten Meets Jazz Soul~, sabendo que o grande Noriyuki Iwadare era o principal nome por trás dos arranjos. Havia visitado os tribunais o suficiente para escrever reviews curtos dos dois mais recentes e o encanto foi imediato quando vi certo promotor estapeando com altivez o seu vistoso topete e um advogado novato testando os limites de decibéis do grito de OBJECTION!. Queria conhecer a série por completo, de ponta a ponta, do começo ao fim, de Phoenix Wright a Apollo Justice.

Após elogios incessantes dos advogados Prandoni e Geraldo, fui intimado a comparecer ao júri com regularidade. Suponho que só consegui fechar os quatro pela facilidade de poder salvar a qualquer momento e ser muito fácil retomar o fio da meada, além do que as histórias incitam a descobrir o veredicto o mais rápido possível nem que por isso horas de sono e prazos de textos sejam sacrificados.

Foram quatro e poderiam ser oito. Eu não me importaria. A corriqueira crítica da escassez ou ausência completa de novidades sempre que surge uma seqüência – às vezes, cega, infundada e injusta, como se cada jogo lançado tivesse que revolucionar o mundo – não se aplica (ou não se aplicou até agora ao menos) à Ace Attorney. Grosso modo, a fórmula de Trials and Tribulations é idêntica a de Justice for All, que por sua vez introduziu somente a possibilidade de apresentar fotos e a concepção do Psyche-Lock à mecânica do original, mas os meandros são tão bem concatenados que superam qualquer ameaça de tachá-lo de caça-níquel. Evidente que chega uma hora em que se criam certos clichês, como o fato de sempre um caso estar relacionado a outro antigo e a cena do crime não ser aquela que se imaginava a princípio. E os personagens então? Não me lembro de outra série com tantas pessoas engraçadas, carismáticas e memoráveis. Metal Gear Solid tem Fatman ou The Fear como exemplos de mazelas, Final Fantasy, Cat Sith ou Quina Quen, já Ace Attorney não tem figuras inexpressivas.

Poderia então fazer uma seleção dos melhores personagens, diálogos, piadas músicas, piadas, promotores, advogados. Preferi o óbvio: os dez melhores casos. E alerto. Não tem como falar deles sem estragar as surpresas. Escrevo para quem também passou por todas as mesmas trilhas tortuosas da advocacia virtual pela qual fui acometido e, por isso, o texto a seguir está efervescendo em spoilers, apesar de não contar todas as histórias. Não leia caso não tenha terminado. Foco mais nas justificativas por cada escolha.

E que venham logo Gyakuten Kenji e Gyakuten Saiban 5!

HOLD IT!

ATENÇÃO, SPOILERS A SEGUIR

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The Melancholy of Haruhi Suzumiya x Ace Attorney

Por Alexei Barros

É óbvio mas reitero: a série Ace Attorney veio para ficar. É, definitivamente, parte da cultura gamer no Japão. Afinal, que outra série, que não Final Fantasy, se dá ao luxo de ter um concerto só dela? Já é tão popular, com seus personagens muito bem planejados e histórias intrigantes, que uma sátira pode ser feita sutilmente, sem a necessidade de explicitar o foco da piada. É o que faz o anime The Melancholy of Haruhi Suzumiya logo abaixo. Mesmo sem conhecer o desenho, dá para perceber, para quem conhece os jogos, a imitação dos trejeitos de duas das figuras principais dos julgamentos. Ajuda o fato de o estilo gráfico do game ser anime também.

TAKE THAT! Novos trailers de Gyakuten Kenji

Por Claudio Prandoni

Por mais que eu esteja meio cético em relação ao iminente Gyakuten Kenji, é difícil resistir à conclamação do clássico IGIARI! (versão japonesa do empolgante PROTESTO! OBJECTION!).

Abaixo o trailer oficial de revelação do game - ao som da épica “Mitsurugi Reiji - Great Revival”, de PW: Justice for All, em versão orquestrada - com legendas em inglês. Fato: as frases estão meio difíceis de serem lidas pois são letras brancas em fundo branco a maior parte do tempo, mas já quebram um galhão.

Agora, um breve teaser do jogo, só pra manter o hype.

PS: Repararam como no momento em que aparece o logo do jogo faz o barulhinho de vitória do Mega Man na série X?

Mangás de Zelda e Phoenix Wright confirmados nos EUA

Por Claudio Prandoni

Ao passo que o mercado de mangás aqui no Brasil é amplamente consolidado e dominado por uma enorme variedade de títulos de qualidade (dentre eles três séries distintas dos Cavaleiros do Zodíaco!), o ainda insosso e novato mercado norte-americano já passa a perna na gente.

Ao menos no quesito identidade gamer.

Veja só você, foi confirmado nos Estados Unidos o lançamento do mangá baseado no jogo The Legend of Zelda - Ocarina of Time. Já ouviu falar? Dizem que é muito bom. Deixo para o Alexei explicar nos comentários…

Enfim, não há confirmação de quantos volumes serão no total (no Japão são dois, um para a fase criança outro para a adulta), mas cada um terá 200 páginas e custará US$ 7,99 - cerca de 16 reais.

Além de Ocarina, Majora’s Mask, Oracle of Seasons, Oracle of Ages e Minish Cap também foram adaptados para mangá. Uma alma absolutamente caridosa teve piedade de nossa pobre e total ignorância em relação ao japonês e traduziu TODOS eles. Clique logo aqui para ler.

Mas isso não é tudo! Continue lendo e você saberá também da confirmação ocidental do mangá de Phoenix Wright, que já tem até capa e tudo - ainda que seja só uma adaptação da cover art de Trials and Tribulations. O título é Official Casebook Vol. 1 - The Phoenix Wright Files e sai por lá em setembro. No mês de dezembro chega o segundo volume, Official Casebook Vol. 2 - The Miles Edgeworth Files.

Bem que alguma editora brasileira como a Conrad, Panini ou JBC poderiam lançar estas pérolas por aqui.

Adventures estranhos de DS; eu quero

Por Claudio Prandoni

timehollow.jpgEsse aí em cima é um tal de Time Hollow, da Konami. Tem viagens no tempo, dimensões paralelas e buracos no tempo e espaço criados com a stylus.

E, aparentemente, muitos filminhos em anime. Tudo bem, isso passa. Já saiu no Japão, chega aqui ainda neste ano.

Eu quero.

flowersunrainds.jpgJá esse outro aí é o Flower, Sun and Rain: Unending Paradise, remake do Flower, Sun and Rain de PS2. Aliás, um jogo criado pelo Suda 51, do qual sou pouco fã.

Tem um assassino como protagonista, aviões que explodem, um hotel com gente estranha e o dia se repete ininterruptamente, que nem com o Bill Murray no filme Feitiço do Tempo. Já saiu no Japão, chega aqui ainda neste ano. [2]

sigmaharmonics.jpg

Ah!
E agora tem esse tal de Sigma Harmonics, da Square Enix. Só o fato de se jogar segurando como livro me cativa. O fato de também ter viagens no tempo (perceberam a temática oculta aqui?) só colabora.

Por que os dias não tem 48 horas pra eu poder jogar tudo?

Obrigado, professor, obrigado!

Por Gustavo Hitzschky

Poderia voltar uns dez anos no passado para mostrar como um jogo que terminei há alguns dias me fez recordar os passatempos do antigo ginásio. À época, costumava comprar aquelas revistas de palavras cruzadas da Coquetel, que hoje valem mais do que três reais - um absurdo, se comparado ao preço módico de outrora. Levava as publicações para o colégio e consegui influenciar alguns amigos para que também se entretivessem e aprendessem daquela maneira lúdica, e ainda hoje estão claros na memória os exercícios de lógica que surgiam intermitentes nas páginas sujas parecidas com jornal.

Não faz um mês, mestre Pranda me falou sobre um lançamento de DS que, de acordo com ele, estava fadado a cair nas minhas graças. Em seguida ele me passou o site de Professor Layton and the Curious Village, em que é possível experimentar um dos mais de cem puzzles presentes na versão final. Espertamente, a galera da Level-5 colocou um deveras divertido, em que precisamos passar para o outro lado do rio três lobos e três pintinhos respeitando determinadas regras. Exercício de combinação e lógica puro, e de repente as palavras cruzadas e os demais passatempos se converteram em treinamento cerebral eletrônico. Impulsivo que sou, na mesma tarde encomendei o jogo.

Claro, era uma constatação óbvia e sem qualquer motivo para dúvidas: Gustavo Hitzschky iria pagar um pau tremendo para PLatCV. Este assunto já foi abordado por mim e por maestro Barros, e reitero que não há nada mais satisfatório do que a emoção que se tem quando conseguimos resolver um puzzle. Pelo menos para mim, nem se compara a aniquilar quinhentos inimigos simultâneos na tela com o apertar acéfalo e frenético de botões, mas é claro que há de se respeitar quem prefere os títulos com essa vertente. Resident Evil 4, por exemplo, se tornaria bem mais atrativo se tivesse uns quebra-cabeças esporádicos - desculpem, mas eu tinha que cutucar de novo.

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