Arquivo de janeiro \31\UTC 2012

Cinco vezes Objection!: Ace Attorney 5 vem aí

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Por Claudio Prandoni

Miraculosamente deixamos passar meio que batida a aparição de Feenie Phoenix Wright em Ultimate Marvel vs. Capcom 3, mas essa agora não dava pra deixar quieto.

Na verdade até deixamos, mas apenas por um dia – o bastante para nos recuperarmos do estado catatau cataut… catatônico que a novidade nos deixou: em evento para celebrar os 10 anos da série Ace Attorney (como crescem rápido!), a Capcom anunciou oficialmente a produção de Ace Attorney 5, novo episódio da canônica da série de adventures simuladores de advogados mais querida da galáxia.

Nada de plataformas, datas de lançamento, personagens ou mesmo confirmação no ocidente. Mas não importa. Quem é fã da série Ace Attorney já aprendeu que paciência é um pré-requisito e que esperança é uma companheira inseparável.

De minha parte, imagino que será um jogo para 3DS – meio que no embalo do Professor Layton vs. Ace Attorney, tambem para o portátil, e que a Level-5 está cuidando – e que deve continuar as intrépidas aventuras de Polly Apollo Justice e mágica trickster Trucy.

Aliás, rabiscando na cabeça pensei em cinco coisas que gostaria muito de ver/ouvir/coisa do tipo em Ace Attorney 5. Confira comigo após o salto dimensional…

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Finalistas do Indie Game Challenge: The Dream Machine

Por Gustavo Hitzschky

Eu não tenho o direito de escrever sobre videogames. Admito. Possuo um vão na minha formação gamística que muitos de vocês considerarão imperdoável, e talvez não lhes tire a razão: jamais cheguei a terminar um adventure clássico point & click – concluí alguns capítulos das incursões mais recentes de Sam & Max, o que pelo menos ameniza um pouco (um pouco) a constatação.

Tudo bem, ainda não foi dessa vez que encarei The Dig, Full Throttle ou Maniac Mansion, mas pelo menos é um point & click. Prosseguindo com as críticas dos jogos finalistas do Indie Game Challenge, me aventurei pelos três capítulos lançados até aqui de The Dream Machine. Vamos lá.

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Finalistas do Indie Game Challenge: The Bridge

Por Gustavo Hitzschky

Vasculhando as trincheiras do blog IndieGames.com, tomei conhecimento de uma premiação intitulada Indie Game Challenge, a qual tem seu vencedor escolhido por meio de votação popular. O grande campeão da vez será revelado no dia 10 de fevereiro como parte das celebrações da D.I.C.E. Summit 2012.

Já que entrei em definitivo no universo dos games indie como você talvez já tenha visto, tratei logo de me informar sobre os finalistas. Muitos nem sequer foram concluídos, mas através de vídeos e de informações fornecidas pelos próprios criadores, dá para ver que vem muita coisa boa por aí. Prometo me esforçar ao máximo para experimentar ao menos alguns deles e compartilhar com vocês as minhas impressões. E é exatamente isso que vou fazer a partir de agora. Porém, antes, segue a relação dos indicados:

* Atom Zombie Smasher – Blendo Games
* Closure – Eyebrow Interactive
* Demolition, Inc. – Zeroscale
* Nitronic Rush – Team Nitronic
* Paradox Shift – Paradox Shift
* Symphony – Empty Clip Studios, Inc.
* The Bridge – Ty Talor e Mario Castaneda
* The Dream Machine – Team Dream
* The Fourth Wall – The Fourth Wall Team
* The Swapper – Facepalm Games

Depois do vórtex dimensional, as minhas impressões sobre uma versão não finalizada de The Bridge.

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De como passei a me aventurar pelos jogos indie

Por Gustavo Hitzschky

É preciso conhecer para criticar, e com “criticar” quero dizer tanto elogiar quanto depreciar. Não posso dizer que um hipotético filme novo do Charlie Kaufman é bom sem tê-lo visto apenas porque até aqui gostei de tudo o que vi e que foi feito por ele. Assim como não tenho condições de afirmar que todos os livros do Paulo Coelho são horríveis, o que parece ser uma prática bem difundida no Brasil quando se trata desse autor. Mas me pergunto: quantas pessoas leram ao menos um livro dele até o final para poder vociferar tão incisivamente contra ele?

Isso não é uma indireta para ninguém – ou talvez seja para mim mesmo. Infelizmente, o preconceito de alguma natureza acaba acometendo a todos em maior ou menor grau em dado ponto da vida. Tudo bem. Não penso que seja fundamental tentar evitá-lo a qualquer custo – o importante é saber se desvencilhar dele.

Pode ser que o termo “preconceito” não seja o mais acurado nesse meu caso específico. Quem sabe “negligência” não fosse melhor? Fato é que durante muito tempo nunca cheguei a dar o mínimo de atenção para os ditos jogos indie, mas fico bem feliz de constatar que isso mudou.

E por que os ignorei? Lembro-me de ter escrito sobre as nossas falhas de formação e a quantidade imensa de games importantes que ainda estava por jogar. Corriji certas lacunas, porém me restam inúmeras. A desculpa seria mais ou menos essa: como me interessar por outro filão do mercado de videogames se precisa me aventurar por tanta coisa do mainstream? E digamos que foi por acaso que acabei mergulhando no mar dos indie para, quem sabe, nunca mais sair dele.

Se tiver paciência, vá para o salto dimensional e leia a minha epopeia indígena.

 

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Symphonic Fantasies no Japão: supremo como sempre e com uma inédita e impensável batalha musical entre Kefka e Sephiroth


Por Alexei Barros

Mal começou o ano e já temos concertos de games. Ou melhor, o Japão tem: nos dias 7 e 8 de janeiro o Tokyo Bunka Kaikan sediou a apresentação do Symphonic Fantasies, espetáculo originalmente executado em Colônia, na Alemanha, em 2009, em tributo às séries Kingdom Hearts, Chrono e Final Fantasy, além de Secret of Mana. Como comentado antes, Tokyo Philharmonic Orchestra e Tokyo Philharmonic Chorus realizaram a performance sob a batuta do maestro Eckehard Stier.

No primeiro dia, somente Hiroki Kikuta e Yasunori Mitsuda puderam comparecer, mas Yoko Shimomura e Nobuo Uematsu prepararam cartas lidas pela anfitriã aos fãs explicando por que não puderam comparecer e que gostariam muito. No outro dia, porém, Yoko Shimomura também apareceu. Além deles, Roger Wanamo e Jonne Valtonen, os arranjadores finlandeses, estiveram presentes e subiram ao palco.

A minha, a sua, a nossa maior dúvida é saber se a apresentação foi a mesma da executada três anos antes. No que se refere às quatro suítes, basicamente sim, mantendo a mesma seleção de faixas. Com a palavra, o produtor Thomas Boecker: “De maneira geral, nós fizemos muitas melhorias pequenas, como transições aperfeiçoadas etc. No entanto, como dito, são todas pequenas – incluindo partes mais difíceis para o Benyamin Nuss em Kingdom Hearts”. Importante salientar que retocar arranjos prontos não é uma coisa tão fácil de fazer. Já se deu conta de que todas as partituras dos instrumentistas precisam ser reimpressas?

Mas, meu amigo, o melhor ficou mesmo para o final, com o perdão do clichê. O “Encore (Final Boss Suite)” de 2009, o qual era arranjado pelo Jonne Valtonen com auxílio de Roger Wanamo, era um medley com um formato mais tradicional que as suítes executadas, com um tema da batalha final de cada série representada: “Destati” (Kingdom Hearts), “Meridian Dance” (Secret of Mana), “Lavos’ Theme” (Chrono Trigger) e “One-Winged Angel” (Final Fantasy VII), esta entremeada por um solo de percussão de Rony Barrak. Esqueça isso!

“Em relação ao Encore, foi um arranjo completamente novo. ‘Destati’ foi aumentada um pouco, e teve as participações de Rony Barrak e Benyamin Nuss”, afirma Boecker. Além disso e da “Meridian Dance”, a “Lavos’ Theme” foi substituída pela “World Revolution”. “[O arranjo] foi feito pelo Roger Wanamo, então agora todas as transições estão suaves, e há um monte de diferentes melodias sobrepostas de novo. O grande final é uma batalha musical entre Kefka e Sephiroth”. Com isso, a “Kefka” e a “Dancing Mad” foram adicionadas. Agora me responda: o que deve ter sido esse arranjo?

[via Dengeki, 4Gamer.net, Famitsu]

Troca-Cartas é de graça e mais legal que muito jogo do 3DS

Por Claudio Prandoni

Finalmente, já beirando um ano de vida, o Nintendo 3DS começa a engrenar. Em especial, a lojinha online eShop tem despontado como celeiro de grandes talentos exclusivos, a exemplo de Mighty Switch Force.

Dentre essas estrelas há um diamante bruto lá, que poucos ainda deram chance: o Troca-Cartas.

Basicamente, é um aplicativo para troca de mensagens com amigos via internet ou StreetPass (aquela funcionalidade em que os 3DS trocam informações ao passar perto um do outro). O bacana é que quanto mais você usa mais funções ele habilita, como anexar fotos em 3D, gravações de áudio e até um pincel para desenhar em 3D.

É besta? É. Mas também é engraçadinho e, no mínimo, serve para finalmente compartilhar as fotos tridimensionais que o portátil permite capturar. Além do mais, também é algo que explora de maneira a combinação única de características do 3DS, forçando a galera a desenhar, escrever com a mão e coisa e tal.

Ah, e o melhor de tudo: como o título do post diz, é um software gratuito para o portátil! De brinde, ainda tem uma mascote simpática e serelepe, a tal da Nikki – que já até ganhou Mii oficial da Nintendo lá no Japão. Caso queira, é só escanear o código QR aí abaixo – que, infelizmente, vem só com o nome dela em japonês e não dá para mudar.


Enfim, já tenho trocado algumas caricaturas, fotos e coisas do tipo com alguns colegas de 3DS.

Caso queira participar da parada e também mostrar o seu talento, pode me adicionar lá no Nintendo 3DS: meu Friend Code 0430-8310-7459.

Rhythm Heaven no Wii: peço apenas que… jogue!

Por Claudio Prandoni

O Wii praticamente deu adeus a este plano terreno com boa dose de dignidade com The Legend of Zelda: Skyward Sword.

Por mais que o presidente da Nintendo of America, você sabe, o Tio Reggienaldo, insista que em 2012 ainda veremos tipo assim um montão de coisas bacanas, convenhamos: ou são títulos que já saíram em outras regiões, como o excelente Xenoblade, ou continuações que poucos se importam, a exemplo de Mario Party 9.

Contudo, tal qual um espírito zombeteiro, o Wii parece reservar ainda algumas pegadinhas no seu arsenal, como esse sensacional Rhythm Heaven Fever.

Jogou o de DS? Então sabe que estou falando da mais pura maluquice musical, agora levada para as telonas das TVs e com um maroto multiplayer para até duas pessoas.

Nunca jogou? Faça um favor a si mesmo e dê um chance, seja no Wii, no DS ou mesmo no GBA, se tiveres as manhas de descolar o Rhythm Tengoku, que saiu só no Japão (e tem, aliás, até uma versão para fliperamas por lá!).

Este para Wii saiu na terra do Sol Nascente em julho de 2011, mas por aqui só aporta por volta de fevereiro.


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