Arquivo de dezembro \29\UTC 2011

Skyward Sword: o passado é conclusão em um Zelda que é bom, mas não é o melhor

Por Claudio Prandoni

Legend of Zelda: Skyward Sword é, sem sombra de dúvidas ou falsa humildade, o melhor jogo para Wii em 2011. Pudera, praticamente não tem competição: a Nintendona pisou feio no tomate nesta temporada e gastou mais tempo patinando com o 3DS e esqueceu do videogame branquinho.

Em minha opinião, porém, não se trata do melhor Zelda de todos os tempos, como pintaram a Edge, a Famitsu e um bocado de publicações a reboque pelo resto do mundo. De fato, não acho nem que seja um dos três melhores episódios desta longeva e sensacional franquia, mas ainda assim é um título decisivo, fulminante, que sintetiza o legado de 25 anos, celebrados nesta temporada e sela o destino da grife: daqui em diante tudo vai ser diferente.

Mais do que isso, PRECISA ser diferente.

Caso você não tenha jogado ainda e esteja preocupado com spoilers, vai na fé: nesta primeira parte vou procurar fazer minha análise sem entrar em detalhes que estraguem a brincadeira. Depois do salto interdimensional, porém (que será bem sinalizado, prometo), descasco sem dó a cebola, o que ajudará também a ilustrar minha tese de como Zelda: Skyward Sword fecha a conta, passa a régua e fecha uma longa cadeia de ciclos e tradições. Vamos lá!

Skyward Sword não renova, mas inova de monte nos controles. Zelda sempre foi sobre a experiência de interagir e mudar o mundo com suas ações e ferramentas, algo vivenciado de forma única e íntima por aqui.

Com o poder do MotionPlus e a experiência de cinco anos de estripulias com o Wii Remote, a Nintendo concebeu uma experiência ímpar: quase tudo que o jogador faz é feito igualzinho pelo herói Link e versa-vice. O golpe da espada é o mesmo balanço do jogador com o controle. Jogar a bomba ou rolar como bola de boliche? Tudo uma questão de escolha de movimento.

Manejar um chicote, girar artefatos, tocar uma harpa. Tudo é feito tal qual o herói na tela e isso gera uma satisfação enorme. Pessoalmente, associo muitos dos momentos marcantes do game a uma memória como a música do momento, a roupa que estou vestindo ou coisa do tipo. Skyward Sword consegue criar uma relação sem igual, em que a memória é exatamente igual – ou quase, vá lá – daquilo que o herói faz na tela.

Mas fico triste em dizer que para por aí a grande novidade brilhante de Skyward Sword. De resto é a mesma boa e velha fórmula de Legend of Zelda que, apesar de boa, já está velha e mostra sinais de idade. O game até tenta mascarar um pouco isso com uma engenhosa série de vai-e-vens por três áreas distintas que, sempre acometidas por novidades, mudam e transformam o desafio. Prova de game design inteligente e tal, mas confesso que fiquei de saco cheio e senti falta de maior variedade. O que era para ser uma verdadeira jornada épica acaba virando a maior treta do bairro, com Link fazendo pequenas quests de um lado para o outro.

Por outro lado, os controles também pecam com alguns excessos, como nos momentos de controlar um pássaro como meio de transporte ou nadar. Nestas ocasiões o uso do sensor de movimento do Wii Remote fica tão intuitivo quanto usá-lo como volante em Mario Kart, mas vem ao custo da precisão que acostumamos a ter nos direcionais e alavancas dos controles. Talvez, a inclusão da opção de escolha de controle em alguns momentos pudesse ter resolvido o problema.

Ainda há outros velhos clichês que teimam em não evoluir: a verborragia absoluta durante toda a aventura, com personagens entoando explicação atrás da explicação (às vezes até para coisas que você já sabe fazer!) e um sem número de diálogos vazios que só fazem aumentar o tempo de jogo – e nada mais. O visual parece sofrer crise de identidade também, ficando num meio termo do estilo realista de Twilight Princess, mas com o colorido absoluto à la desenho animado de Wind Waker. Na dúvida entre um e outro, ficou no meio do caminho e não me agradou. Prefiro a convicção sombria e exótica do Twilight ou a animação vibrante de Wind Waker.

Enfim, de maneira geral, Skyward Sword soa como um remake de uma velha e agradável experiência: tudo soa muito familiar, a sucessão de fatos é pra lá de previsível, mas com controles bem mais bacanas e uma ou outra firula inútil – como os sistemas de upgrades de armas e criação de poções, os quais não usei em nenhum momento para terminar o game.

Bom, paro por aqui de destilar minha tristeza e agonia com Skyward Sword. Vale o bordão: não é um jogo ruim, pelo contrário, é uma excelente produção. Contudo, frente a outros peso-pesados como Ocarina of Time, A Link to the Past, Twilight Princess e Wind Waker faltou feijão para este aqui fazer mais bonito e marcar mais época.

Daqui em diante vou entrar em spoilers super spoilerentos que podem zoar totalmente sua experiência caso você leia sem querer. Então, se você já terminou Skyward Sword ou não se importar em saber mais sobre sua história vá em frente – caso contrário marque aí na sua agenda para ler o resto do post depois que zerar o jogo!

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Data de lançamento e track list do Piano Opera Final Fantasy I/II/III

Por Alexei Barros

Numa boa, às vésperas de 2012, quem ainda aguenta coletâneas com músicas antigas de Final Fantasy? Eu! Porque mais uma está chegando.

Quem comprou um CD na Na Tokyo Game Show 2011 recebia de brinde o Square Enix Music Sampler CD 2011 Vol.6. Como de costume, esses discos bônus adiantam os próximos lançamentos da Square Enix e nesse chamou a atenção a oitava faixa, de nome “The Rebel Army” from Piano Collections Final Fantasy I-II-III (temporary).

E, enfim, temos a confirmação. Abandonando o nome “Piano Collections”, adotado desde o FFIV, a nova velha compilação se chama Piano Opera Final Fantasy I/II/III, tapando a lacuna de três episódios que nunca tiveram uma antologia do tipo (tirando os spin-offs, somente FFXII e FFXIV não possuem também). Sabe se lá o que “Piano Opera” quer dizer de diferente. O número de catálogo é o SQEX-10302, e o preço de 2800 ienes. O lançamento ainda vai demorar um pouco, só em 29 de fevereiro de 2012. Arranjador e pianista: Hiroyuki Nakayama, o mesmo das duas coletâneas de piano de Kingdom Hearts e que participou do Pia-Com II.

Você sabe que tenho o péssimo hábito de mencionar aleatoriamente faixas memoráveis que ouço e são pouco reverenciadas. Parece que, quanto maior o meu apreço por essas, menor as chances de as músicas serem lembradas. Ao menos uma! Por ocasião do Symphonic Odysseys – aliás, o CD do concerto sai hoje no Japão –, eu senti que a “Magician’s Tower” do FFII combinaria com a suíte tocada pelo Benyamin Nuss. Estará no álbum, é a oitava faixa. Mas a “Dungeon” do FFI nem a pau. De resto, a track list me parece um pouco previsível. Certamente os medleys dos temas de batalha e dos temas de cidade são os mais promissores para mim. Coloco os links originais para facilitar:

No site oficial é possível ouvir um sample da “Prelude”. Creio que até o lançamento devem liberar muitas amostras mais.

01 “Prelude” ~ “Opening” (Final Fantasy)
02 “Main Theme” (Final Fantasy)
03 “Town Medley” ["Town" ~ "Town" ~ "My Home Town"] (Final Fantasy I/II/III)
04 “Gurgu Volcano” (Final Fantasy)
05 “Matoya’s Cave” (Final Fantasy)
06 “Main Theme” (Final Fantasy II)
07 “Rebel Army Theme” (Final Fantasy II)
08 “Magician’s Tower” (Final Fantasy II)
09 “Battle Medley” ["Battle Scene" ~ "Battle 1" ~ "Battle 1"] (Final Fantasy I/II/III)
10 “The Boundless Ocean” (Final Fantasy III)
11 “Crystal Cave” (Final Fantasy III)
12 “Eternal Wind” (Final Fantasy III)
13 “This is the Last Battle” (Final Fantasy III)

[via Piano Opera Final Fantasy I/II/III]

Guenta que é penta: 5 anos de Hadouken nas interwebz

ImagemPor Claudio Prandoni

Não esquecemos nem deixamos pra lá – apenas sabe, quando, sei lá, calhou de não ter um PC com interwebz por perto, faltou planejamento e pans.

Mas de maneira alguma esquecemos do aniversário do Hadouken, pouco convenientemente celebrado no dia 24 de dezembro.

Além do mais, não poderíamos esquecer de uma ocasião tão importante: meia décadada de blog!

Quem diria. Eu certamente não esperaria tanto. Claro, repetindo a ladainha de anos anteriores, nesta temporada o blog não foi tão frenético como no começo de carreira, mas, principalmente, graças ao Alexei, não deixou de ter atualizações com uma frequência marota e acabou virando, de vez, uma referência no ramo da game music, por conta da paixão e competência do maestro – que até travou um intenso debate com ninguém menos que Tommy “VGL” Tallarico nos comentários de um post antigo!

Gostaria de agradecer imensamente a todos que prestigiam este cantinho já quase idoso da internet blogueira de games no Brasil. Meus profundos agradecimentos a leitores novos e antigos, a todos aqueles que nos ajudaram e ajudam neste longo percurso e, claro, fica o convite para continuar acompanhando os Toperas pela temporada 2012, que promete – ou não – trazer novas emoções.

Até lá!

Cartões de Natal gamers 2011: dois Sonics e uma coletânea em álbum

Por Claudio Prandoni

Neste ano – infelizmente, assim como em 2010 – não sobrou tempo livre para me dedicar à quase tradicional coleta de cartões gamers de natal aqui no Hadouken.

Ainda assim, dei um empurrãozinho para os meus comparsas lá no UOL Jogos, que compilaram um álbum bacana com os principais cartões do ano passado (como esse da LucasArts, que abre o post) e alguns deste ano corrente também.

De nossa parte, contamos mais uma vez com o grande talento e boa vontade do desenhista Sérgio Borges, que fez esse lindíssimo cabeçalho estrelado pelos dois Sonics do momento, o gordo e o magro, do Sonic Generations, um dos jogos mais surpreendentes de 2011.

Valeu, Sergião!

Quer surpreender alguém com uma celebração natalina e de joguinho? Corre lá que ainda dá tempo de pegar algum bacana – ou até mandar um vídeo, como a Nintendo fez nesta temporada, aí abaixo.

Álbum com as músicas de Sonic Generations sai em janeiro de 2012; Jun Senoue diz que equilíbrio foi a palavra-chave da trilha


Por Alexei Barros

Pelo menos no aniversário de 20 anos, o Sonic se livrou da recente maldição dos jogos capengas em 3D com Sonic Generations, embora o Sonic Colors já tenha sido bastante elogiado no ano passado. As trilhas sonoras da série sempre chamam a atenção, mesmo quando os jogos não são lá grande coisa, mas, desta vez, há um motivo especial: o retorno das geniais composições de Masato Nakamura para Sonic 1 e 2 sob nova roupagem. Aliás, a primeira vez que ele permitiu que suas músicas fossem arranjadas.

Nessa semana, o comparsa Claudio Prandoni entrevistou por e-mail o produtor do Sonic Generations, Takashi Iizuka, para o UOL Jogos, e ganhou de brinde uma resposta sobre a trilha do lendário Jun Senoue, diretor de som do jogo. No UOL Jogos a declaração não foi usada na íntegra, então confira o depoimento inteiro do mestre da guitarra da banda Crush 40:

“Sonic Generations oferece dois tipos diferentes de jogabilidade para fases de jogos antigos: moderno e clássico. Tentamos arranjar as músicas de maneira a combinar bastante com estes estilos distintos. Quando a fase original era em 2D, o arranjo clássico dá uma sensação mais ‘nostálgica’, enquanto o moderno foca em trazer ‘surpresa e novidade’.

Em contraste, quando a fase original era em 3D, o arranjo moderno usa a faixa original como base, enquanto o clássico pega a essência e leva a música por caminhos diferentes.

Sonic Generations foi a primeira vez que Masato Nakamura, compositor original das músicas dos dois primeiros Sonic, nos permitiu arranjar as composições. Tomamos muito cuidado ao criar estas novas versões já que muitos fãs são bem apegados às faixas originais. Equilíbrio foi a palavra-chave, mantendo as partes importantes e mudando o que achávamos apropriado.

O estilo e intensidade de arranjo variam entre as canções, mas Chemical Plant e City Escape são bons exemplos em termos de manter ritmos memoráveis, mas também trazer mudanças ousadas. Já o arranjo moderno de faixas como Green Hill e Sky Sanctuary, cujas trilhas originais não eram muito rápidas, possui uma função especial que sincroniza a batida de acordo com a velocidade do Sonic, acelerando ou diminuindo de acordo com a velocidade do herói.”

Além dos dois, notei pelos créditos do jogo que muitos outros nomes se envolveram, como Naofumi Hataya, Kenichi Tokoi, Tomoya Ohtani, Richard Jacques e Yasufumi Fukuda. Não quero me aprofundar mais nos comentários na esperança de que falarei melhor quando sair a trilha original de título Sonic Generations Original Soundtrack: Blue Blur. Número de catálogo WWCE-31261~3, três CDs para o dia 11 de janeiro de 2012 por 4200 ienes (97 reais sem taxas adicionais). As músicas já podem ser ouvidas no YouTube – há bastante tempo foram ripadas inclusive. Só adianto que, apesar de bons momentos, não me empolguei tanto quanto a “Angel Island Zone” na versão do Jun Senoue para o Super Smash Bros. Brawl.

[via UOL jogos]

A track list final do primeiro álbum da [H.]


Por Alexei Barros

Para você ver como game music é um nicho extremamente específico e estranho: em que outra área uma banda demoraria uma década para lançar o primeiro álbum? É o caso da [H.], o conjunto musical formado por instrumentistas da Sega o qual já me aprofundei neste post.

Não que a [H.] não tenha gravado nada em dez anos. Além dos recorrentes shows ao vivo, a banda colocava uma ou duas versões arranjadas em coletâneas de jogos da Sega. Muitas dessas faixas estão compiladas no Sega Sound Unit [H.] 1st Album, que será lançado dia 21 de dezembro no Japão, com publicação da Wave Master ao preço de 3150 ienes (por volta de 72 reais sem impostos). Aparentemente, há tantas outras versões inéditas. Porém, minha inabilidade em tentar decifrar os nomes das músicas e até dos jogos atingiu nível crítico e, em alguns, eu me limitei a copiar os kanjis e hiraganas da nota do Game Watch.

As 16 faixas foram eleitas por fãs em uma votação no site da [H.] e, do que consegui compreender, fiquei parcialmente desapontado. A sonoridade da [H.] é especial para mim pela toada jazzística, com aquelas trombetas explodindo nos ouvidos e o baixo elétrico marcado, como, por exemplo, na “After Burner 20th Anniversary Medley [H.] Arrange Version”. Mas a [H.] também possui no repertório músicas cantadas que pendem mais para o excêntrico, haja vista a “Light Song -[H.] Arrange Ver.-” do Sword of Vermilion (“Last City” que é bom nada). Apesar disso, eu me surpreendi pelas duas escolhas do Cyber Troopers Virtual-On Force, cuja trilha acabei deixando de lado no passar dos anos: “515 Hours” (com um pique totalmente Mega Man) e “Primitive Jam” (puro Sonic).  Melhor de tudo, vai ter “Burning Hearts ~Angel~” do Burning Rangers! Mais tokusatsu impossível.

A despeito de o álbum estar mais para uma compilação, é interessante perceber a ausência da “Let’s Go Away” do Daytona USA, uma das mais icônicas da banda. Considerando os melhores trabalhos, não há os três arranjos para a série Etrian Odyssey, os únicos feitos para jogos que não são da Sega. Caso não tenha ouvido, entre no post e comprove que a mistura Yuzo Koshiro e [H.] não tem como dar errado.

Enfim, acompanhe a track list abaixo. Ficou um pouco confuso eu sei, mas alguns links são das originais (que vão ter arranjos inéditos no álbum) e outros dos arranjos da [H.] já lançados. Fora outras que nem links têm.

01 – “出囃子 Kensaku Mad Version” ([H.]10周年記念出囃子)
Composição e arranjo: Hiroshi Kawaguchi

02 – “After Burner -[H.] Live Studio Edition Ver.-” (After Burner)
Composição e arranjo: Hiroshi Kawaguchi

03 – “In the Blue Sky 2007 -[H.] Arrange Ver.-“ (Cyber Troopers Virtual-On Force)
Composição: Kentaro Koyama
Arranjo: Mitsuharu Fukuyama

04 – “Fantasy Zone Medley 2008 Version” (Fantasy Zone)
Composição, arranjo e letra: Hiroshi Kawaguchi
Vocal: Takenobu Mitsuyoshi

05 – “モバってますか~っ(^o^)丿” (「セガモバ」メインテーマソング)
Composição: Tsuyoshi Kaneko
Arranjo: Tsuyoshi Kaneko e Hiroshi Kawaguchi
Vocal: 宮岡 志帆
Cora: Takenobu Mitsuyoshi e Tsuyoshi Kaneko

06 – “Light Song -[H.] Arrange Ver.-” (Sword of Vermilion)
Composição e arranjo: Hiroshi Kawaguchi
Coral: todos os integrantes da banda

07 – “Kamuro Setsugekka -[H.] Special Verson-” (Yakuza 2)
Composição, arranjo e letra: Hidenori Shoji
Vocal: Takenobu Mitsuyoshi

08 – “Thank You! Zunoland” (Touch de Zuno!)
Composição e arranjo: Mitsuharu Fukuyama
Vocal: 原田 奈美, Kana Asumi, エナポゥ
Coral: Mitsuharu Fukuyama e Takenobu Mitsuyoshi
Letra: 林 誠司 e 船井 麻貴子

09 – “Last Wave [H.] Vocal Version” (OutRun)
Composição e arranjo: Hiroshi Kawaguchi
Letra: Dai Takemura
Vocal: Takenobu Mitsuyoshi

10 – “515 Hours” (Cyber Troopers Virtual-On Force)
Composição: Kentaro Koyama
Arranjo: Takahiro Kai

11 – “Answer Answer” (Network Taisen Quiz Answer×Answer)
Composição: Yuichi Kanatani
Arranjo: Hiroshi Kawaguchi

12 – “The Alex Kidd Song” (Alex Kidd in Miracle World)
Composição: Tokuhiko Uwabo
Arranjo: Takahiro Kai
Vocal: Takenobu Mitsuyoshi
Letra: 浅井敏典

13 – “Primitive Jam” (Cyber Troopers Virtual-On Force)
Composição: Yuko Iseki
Arranjo: Mitsuharu Fukuyama

14 – “Quartet Medley 2005” (Quartet)
Composição: Katsuhiro Hayashi
Arranjo: Mitsuharu Fukuyama

15 – “Burning Hearts ~Angel~” (Burning Rangers)
Composição: Naofumi Hataya
Arranjo e vocal: Takenobu Mitsuyoshi
Letra: Tomoko Sasaki e Naofumi Hataya

16 – “Love’s Not Enough” (anime do Virtua Fighter)
Composição: Hideyuki Yonekawa
Arranjo e vocal: Takenobu Mitsuyoshi
Letra: Yukinojo Mori

Agradecido ao passageiro seguista Rafael Fernandes pelo link enviado há… tantos dias.

[via Game Watch]


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