E se os compositores fossem personagens? De cabeça só me lembro que no Tales of Legendia o Go Shiina serviu de inspiração para um pianista que se apresentava em um bar.
Mesmo bem mais famosos que ele, nunca aconteceu algo parecido (que eu saiba) com Nobuo Uematsu, Hiroki Kikuta, Yasunori Mitsuda ou Yoko Shimomoura. Eis que a revista sueca LEVEL fez um artigo sobre o Symphonic Fantasies e trouxe a simpaticíssima artwork acima que transporta o quarteto fantástico para o mundo de Secret of Mana.
O detalhe dos compositores é bem diminuto no ambiente arbóreo, e ainda assim dá para perceber minúcias como Mitsuda com fones de ouvido e tocando violão ou Uematsu (sem bandana) com um copo de cerveja à mesa (ou melhor, árvore cortada usada como mesa).
Dica do Radical Dreamer.
P.S.: A gravura acima é de autoria do sueco jnkboy, que colabora regularmente para a LEVEL e outras publicações, como a EDGE. Entre no perfil dele no deviantART para conferir outros trabalhos.
[via Facebook]



















Muito linda a Artwork, agora, só eu achei o visual dos quatro meio “Gorillaz” ?
Hahah o Marinho tá certo, visual tremendamente Gorillaz.
Mas linda a artwork. Quero um jogo com esse visual. Cansado das cidades de Final Fantasy XIII (sim, Maestro, prepara-se. Este é o primeiro de muitos venenos que ainda virão sobre tal jogo).
FFX forever :D
@ Marinho / Geraldo
Minha ignorância ou esquecimento me impediram de estabelecer a comparação no post. Não foi para minha surpresa que ao pesquisar no Google Imagens pude concordar com a semelhança. Pena que não faço a menor ideia quem é o autor da arte.
@ Geraldo
Pois é, dei uma olhada nas suas últimas tuitadas, e chamou a atenção o seu enfado com o FFXIII. Curioso que muita gente dizia que o FFXIII e o seu amado FFX eram parecidos no que se refere à linearidade e outras coisas mais, e que se um gostava do primeiro iria gostar do outro e vice-versa. Fiquei surpreso.
Lamento que mais uma vez minha opinião do FFXIII se restrinja à trilha sonora, que, por sinal, mostra grande vantagem para mim em relação ao FFX. :D
P.S.: O autor da arte é o sueco jnkboy, como soube há pouco.
Maestro, as pessoas criticam a linearidade como se fosse um problema, mas não é isso. É somente uma característica. O problema do XIII é que ele é, na essência, um jogo de combate. Está mais próximo de Dissidia do que do X. Sem contar a pouca variedade no design de inimigos, a história fraca e confusa, o design que não consegue fazer o jogador “sentir” o mundo… E a trilha? A trilha é boa, mas lá pela 18a hora de jogo a repetição das faixas chega a ser uma tortura. Poxa, quando na vida que eu iria pensar em colocar no mudo para jogar FF?
Ufa, obrigado pelo espaço cedido para tal catarse :D
Hahaha achei merecido essa homenagem aí, e eu notei o Uematsu pro conta do bigode mesmo. Será que ele já tirou esse bigode uma unica vez?
E pegando um pouco a emenda do Figueras, não joguei o FFXIII, mas eu ouvi a OST. Não gostei nada da trilha de batalha, eu não me imagino ouvir ela SEMPRE. Principalmente no meu caso, que gosta de ganhar leveis. Uma musica que é de batalha, mas que eu sempre gosto de ouvir é a “Dotn be Afraid”, do FFVII. Sei lá o que ela tem, mas ela sempre me empolga.
E fechando isso aqui, senão vamos longe, para mim o FFX e o FFXII são os melhores das ultimas geração.
Wesley,
Primeiro, que fique claro: quem considera o FFX assim, joga no meu time :D
O tema de batalha não me encantou no início, mas com o tempo fui acostumando e até gostando. Talvez porque as próprias batalhas ajudem: por mais que eu não tenha gostado do XIII, não dá pra negar que o sistema de combate é brilhante. Inteligente, intenso, visualmente lindo.
E trilha de FFVII não vale. É hors concours :D
@Figueras
Realmente o tema de batalha do FFVII é algo dificil de ser contestado. Mas eu errei ali, o tema com o nome “Dont be Afraid” é do FFVIII =p.
E preciso jogar o XIII para avaliar pessoalmente.
@ Geraldo
Que coisa, nunca parei para pensar na questão de a linearidade ser referida como um defeito, no momento em que é uma característica. Digo isso porque frequentemente me refiro como uma falha. Só que assim como a repetição da pancadaria de alguns beat’em ups, eu acho que algumas coisas que eram toleráveis anos atrás não são tão bem recebidas hoje.
@ Geraldo / Wesley
Um pouco surpreso com a opinião contrária a minha em relação à trilha. Um pouco porque já vi muita gente dizendo que não gostou, que sequer é a melhor trilha do Masashi Hamauzu. Quando saiu a OST afirmei sem medo que para mim é a melhor trilha da série desde o FFVI.
@ Wesley
Irei discordar quanto ao FFVIII, e sei que sou bem do contra. Não sei o que essa trilha tem que ela não me encanta muito, tirando uma ou outra a música. A própria “Don’t be Afraid” está longe de ser uma das minhas favoritas. Para mim não chega nem perto da “Those Who Fight” do FFVII, para ficarmos só nessa fase.
Mas é claro que é a opinião de um saudosista rabugento como eu que gosta muito mais dos trabalhos antigos do Uematsu. XD
@Alexei
Heheh, tá seguro. Afinal, deixando claro que é nossa opinião, não há nada de errado né? Não sei dizer ao certo o que a Dont be Afraid tem de tão legal, inclusive eu não acho ela MUITO excelente.
Exato!
Ah! Para não ser totalmente injusto, devo informar que sou fã da versão orquestrada (aliás, estou para ver um tema de combate que tenha ficado pior orquestrado), especialmente a “Don’t Be Afraid” registrada em estúdio no primeiro CD do Distant Worlds.