Arquivo de outubro \15\UTC 2010



Os samples e o trailer do Video Games Live: Level 2

Por Alexei Barros

Hoje, dia 19 de outubro, é lançado oficialmente o CD, o DVD e o Blu-ray do Video Games Live: Level 2. Aparentemente, a produção do show aprendeu a lição com o Video Games Live: Volume One, que atrasou meses e meses e ainda por cima teve anunciada uma track list que acabou não se confirmando, entre outras controvérsias. Prova da melhoria é que os três produtos foram colocados antecipadamente na turnê brasileira, ainda que a matemática dos preços não faça o menor sentido, comparando com as quantias oficiais no site da Shout! Factory. Tire as suas próprias conclusões:

CD: 14,98 dólares – 25 reais
DVD: 19,93 dólares – 40 reais
Blu-ray: 29,93 dólares – 100 reais

Se você não adquiriu, pode conferir samples de 30 segundos de todas as 16 faixas do CD no site da Amazon. De cara me incomodou a reação do público que, se não chega ao nível da insanidade das apresentações brasileiras a ponto de tornar a performance inaudível, é um ruído chato – muito evidente em Zelda. Conforme informado pelo Vinicius, fiel comentarista dos posts do VGL, os segmentos de Mega Man e Castlevania têm baixo elétrico, coisa rara nos shows. Mais promissor é o Sonic, desta vez acompanhado por uma bateria de verdade, não pré-gravada. Parece que finalmente haverá o registro definitivo da obra-prima do Richard Jacques.

Como bônus, o trailer de anúncio que ainda não havia publicado por aqui. Destaque para o compositor que aparece em 0:38, um cara que tem pelo menos umas dez músicas no repertório do VGL.

Professor Layton vs Ace Attorney: todo puzzle tem uma objeção

Por Alexei Barros

O que Professor Layton e Ace Attorney têm em comum? Ambas são séries de adventure com diversos capítulos para Nintendo DS. Com protagonistas carismáticos acompanhados de sidekicks e rodeados por personagens marcantes. Com tramas cativantes e altas doses de investigação. Mas enquanto uma se baseia em puzzles, a outra é norteada pela resolução de casos. Uma da Level-5 e outra da Capcom. Por mais que houvesse tantas semelhanças jamais poderia imaginar que as diferenças seriam superadas para que isso fosse acontecer: Professor Layton vs Ace Attorney!

O jogo foi anunciado no encerramento do evento Level-5 Vision 2010 como Layton Kyouju vs Gyakuten Saiban (equivalentes japoneses de Professor Layton e Ace Attorney) para o novo Nintendo 3DS, ainda sem data de lançamento. E não é brincadeira antecipada de primeiro de abril! A promessa do crossover é colocar a mecânica de ambas as séries em confronto. Ou seja, puzzles e contradições.

Escrita por Shu Takumi, criador de Ace Attorney e que esteve na apresentação, a história acontecerá em uma cidade medieval chamada Labyrinth City, em que ilusão e realidade se misturam. Nela vem acontecendo fatos antes considerados impossíveis, como mágicas e bruxas escondidas em sombras. Story Teller, o vilão da trama, tem o poder de controlar a cidade: o que ele escreve com a sua caneta transforma-se em realidade no mundo real. Nesse cenário em que os dois universos se encontram, Professor Layton será desafiado por novos puzzles, enquanto que Phoenix Wright (sim, ele mesmo, e não Apollo Justice) deverá proteger uma pessoa acusada de bruxaria. Como mostram as imagens, estão confirmadas as aparições dos acompanhantes Luke Triton e Maya Fey.

Uma câmera conseguiu registrar um pouco do trailer mostrado no evento. Logo chamam a atenção as cutscenes dubladas do jogo. Isso é comum em Professor Layton, mas em Ace Attorney será a primeira vez, a não ser pelos vídeos preparados especialmente para o Gyakuten Meets Orchestra.

O site do Professor Layton vs Ace Attorney já está no ar, e amanhã mesmo serão reveladas novas informações. Na galeria abaixo as imagens disponibilizadas até o momento.

[via Andria Sang]

Até os bugs de Super Mario Bros. são fantásticos

Por Claudio Prandoni

Você já sabe, aquela história toda: blá blá blá, aniversário de 25 anos, blá blá blá, Super Mario Bros. e tal.

É chover no molhado que o jogo é um clássico imortal, inovador, fantástico e criativo e tudo mais, com lições e paradigmas que sobrevivem até hoje. Contudo, sempre tem aquele algo a mais, o toque de genialidade – mesmo que involuntário.

Novamente, Super Mario Bros. tem vários desse, mas é digno de nota e atenção quando até os bugs de programação viram atração à parte.

Isso é o que compila esse vídeo aí acima, feito pela própria Big N. Alguns eu conhecia, mas confesso que outros me deixaram boquiaberto de verdade: jamais tinha imaginado ver um Mini Fire Mario, e ele já estava lá desde o primeiro SMB.

Trilha de Shining Hearts brilha em 15 samples


Por Alexei Barros

Normalmente não me interessaria tanto por alguma trilha recente da série Shining, aquela que muitos consideram que ficou descaracterizada diante do que era na época do Mega Drive especialmente – e quantas franquias não se enquadram nesse perfil, não é mesmo, Sega?

O próximo jogo que será lançado dia 16 de dezembro no Japão para PSP, Shining Hearts, tem como compositor alguém muito inesperado e que eu estimo sobremaneira, Hiroki Kikuta. Lá se vão anos e anos desde Secret of Mana e Seiken Densetsu 3, e nesse tempo o talentoso compositor criou músicas para jogos que os ocidentais nem sonharam em receber, como Koudelka e Soukaigi. Isso para falar dos menos obscuros. Mais recentemente, Kikuta vem voltando ao estrelato. Além do Symphonic Fantasies, participou de dois álbuns da Cave, dodonpachi DAI-OU-JOU [arrange album] e Deathsmiles Arrange Album, um da Taito, Dariusburst Remix Wonder World, e até fará arranjo do fenômeno doujin Touhou no disco Touhou Zerokyo Kitan ~ Sophisticated Insanity.

Mas composição de jogo mesmo, e que tem chance de ser localizado nos EUA não como Shining Hearts. Ainda não foi anunciado o álbum com a trilha completa, mas foi confimado o CD promocional Shining Hearts Kaizoku Hihou Fan Disc, que contém wallpapers e trailers além das músicas.

O que me deixou empolgado mesmo são os quinze samples liberados no site oficial, alguns bem generosos de duração, passando mais de dois minutos. Todas possuem as marcas do compositor que as tornam instantaneamente grudentas. Só faltam aquelas características faixas com melodias alucinantes que dão som às batalhas.

As amostras podem ser baixadas em MP3, mas subi no Goear para sua comodidade. Recomendo com louvor a primeira, pela emotividade, e a segunda, pela inspiração no piano. Sei que o estilo por vezes excêntrico não será de agrado de muitos, porém imagino que quem já tenha uma admiração pelo Kikuta achará promissoras as faixas.

01 – “Shining Hearts”
02 – “Gekko no Miko”
03 – “Umibe no Kaze”
04 – “Kawaita Kaze”
05 – “Hakugin no Kaze”
06 – “Yusen”
07 – “Shori Heno Ketsui”
08 – “Kazehashiru Michi”
09 – “Kiba no Shinobi”
10 – “Shori no Gaika”
11 – “Shiawase no Sanka”
12 – “Kotori no Saezuri”
13 – “Hiso”
14 – “Koigokoro”
15 – “Oinaru Chosen”

 

[via SEMO, VGM Lounge, Shining Hearts]

GameWave: Game Music Contest

Por Alexei Barros

Há tempos encontrei esse vídeo, e enfim me lembrei de publicar por aqui. Trata-se do Game Music Contest, um quadro do extinto programa japonês GameWave do canal TV Tokyo em que três experts de game music, respectivamente, Ken’ichi Kubo, Yûichi Uchisawa e Shunshuke Wada – e mais uma figura pitoresca, o Game Man, só para fazer número – são desafiados a por à prova a memória auditiva.

O que me espantou é que na maioria das ocasiões, bastava que um dos participantes reconhecesse os primeiros milésimos de segundo das faixas para descobrir qual era o jogo. É impressionante. Não há legendas, mas mesmo para quem não entende o idioma vale mais do que nunca o clichê “diversão garantida”.

[via Game Museum]

Caixa de 25 CDs de Suikoden será lançada… se for comprada

Por Alexei Barros

Pode-se dizer que no Japão existe uma verdadeira indústria da game music, com álbuns de trilhas originais, arranjadas ou os famigerados CDs drama publicados para todo lado. No entanto, de uns tempos para cá se comenta que as vendas caíram, e a quase inexistência de lançamentos da Nintendo é um sintoma de que não está tão bem como se poderia imaginar.

Mais um forte indício é o anúncio do Genso Suikoden Original Soundtrack Complete Box, uma ambiciosa caixa de 25 CDs com as trilhas originais de toda a série de RPGs (se incluísse os álbuns arranjos esse número dobrava fácil, dada a vasta discografia). Decepcionada com as vendas da Akumajo Dracula Best Music Collections Box, que incluía grande parte das trilhas originais de Castlevania em 18 CDs, a Konami alerta que esse pacotão será cancelado caso a quantidade de compras por pré-venda na Konamistyle não seja satisfatória. É a medida mais prudente, porque esse tipo de lançamento muito dispendioso (25.000 ienes, em torno de 512 reais, sem impostos e taxas) só acaba sendo adquirido pelos colecionadores hardcore.

Caso venha a acontecer, a caixa sairá dia 24 de março de 2011 com número de catálogo LC1969-1993. É muito pedir que tragam os créditos detalhados das músicas no encarte? O pacote incluirá as trilhas originais de:

- Suikoden (1995)
- Suikoden II (1998)
- Suikogaiden Vol.1 Swordsman of Harmonia (2000)
- Suikogaiden Vol.2 Last Duel at the Crystal Valley (2001)
- Suikoden III (2002)
- Suikoden IV (2004)
- Suikoden Tactics (2005)
- Suikoden V (2006)
- Suikoden Tierkreis (2008)

[via SEMO]

Game Dev Story: reescrevendo a história dos games no joguinho de iPod

Por Claudio Prandoni

Desde que descolei um iPod Touch tenho procurado experimentar o mundo frenético dos jogos portáteis que não para videogames portáteis nem para celulares.

Para mim, o iPod (logo, por tabela, o iPhone) tem jogos de celular bem turbinados: parte gráfica e sonora melhor do que um Nintendo DS (quase o PSP também, em alguns casos), mas uma interface limitada, que abre espaço tanto para surpresas com a criatividade dos produtores como frustrações.

Enfim, devaneios de lado, divido minhas finanças entre títulos um bocado consagrados – como Sonic 4 e Robot Unicorn Attack – com algumas apostas aleatórias. Ontem foi um dia de aposta: comprei um tal de Game Dev Story, um simpático joguinho de gerenciamento de recursos em que você comanda – rá! – uma produtora de games.

Antes que o Hitz comece a debater toda a questão da metalinguagem intrínseca aos pixels que acabam construindo uma narrativa lúdica e a um só tempo crítica da sociedade e a indústria do entretenimento, já digo que é um joguinho batuta.

Comecei a jogar meio de bobeira em casa e quando vi já tinha ficado quase duas horas no treco e o iPod arregando, pedindo carga para a bateria. Na prática, lembra muito qualquer jogo de gerenciamento por aí, como os SimCity e Theme Parks da vida, mas tem todo o charme do visual com pixels coloridos à la 8/16-bits e ainda uma singela paródia da própria indústria do videogame.

Você começa apenas com licença para criar games de computador e conhecimento de pouquíssimos gêneros, como puzzle. Conforme produz jogos, contrata profissionais e vai ganhando dinheiro, novos estilos e temas de games aparecem, assim como consoles no mercado. A grande sacada é fazer isso de forma divertida e seguindo mais ou menos como foi a história real.

Em certo ponto da brincadeira aparece um console da produtora Intendro chamado IES, sucedido alguns anos depois pelo Super IES. Enquanto isso, a mesma fabricante lança o Game Kid, que tem como concorrente o Play Gear, da Senga. Parei no ponto em que chegou ao mercado o Play Status, um revolucionário videogame em CD que desbancou os rivais e abocanhou boa parte do mercado.

Enquanto isso, como CEO do estúdio Awesome Indie, tenho de lidar com orçamentos, funcionários descontentes, preferências de mercado, propagandas, críticas da imprensa, premiações e eventos como a Gamedex, onde posso montar um estande e chamar atenção do público.

É tudo muito simples, alguns ajustes poderiam ser feitos para tornar a experiência mais elaborada e suave, mas para quem curte a indústria dos joguinhos é muito divertido reescrever a história e fazer parte dela de alguma maneira.

O Game Dev Story é o primeiro título da produtora Kairosoft lançada para os aparelhos da Apple e pode ser encontrado na iTunes gringa por umas 4 doletas.

UOL Jogos: desafio musical com Tommy Tallarico

Por Alexei Barros

- O que é o Video Games Live?
- “O Video Games Live é um show com as mais memoráveis músicas de games com o poder e a emoção de uma orquestra sinfônica e a vibração e a energia…”

Em vez de uma simples entrevista que provavelmente esbarraria em questões que todos sabemos a resposta como a acima, o comparsa Claudio Tallariconi promoveu no UOL Jogos um desafio musical com o apresentador, guitarrista, showman e cocriador do Video Games Live, Tommy Tallarico, para testar os conhecimentos gamísticos-sonoros do compositor.

Para tanto, o mestre selecionou uma dezena de faixas entre pegadinhas, babas e pedreiras para que ele as ouvisse em fones de ouvido e adivinhasse o jogo. Uma delas eu achei mancada (de um título do MSX, computador que não foi lançado nos EUA). Com as típicas fanfarronadas e o carisma do Tallarico, o resultado foi dos mais divertidos.

Se o Super Nintendo tivesse o chip de som do Mega Drive…

Por Alexei Barros

Questões sobre a qualidade das trilhas de hoje comparadas com as do passado à parte, um charme que a game music perdeu com todos os avanços é que cada console possuía o seu determinado tipo de som. Apenas pelas características do timbre é possível distinguir para qual plataforma a música foi feita. Por isso é fantástico ouvir como seriam as faixas do Chrono Trigger ou do Super Mario Galaxy caso os jogos fossem de NES. Em ambas as situações, é grande a disparidade de gerações. E se compararmos duas plataformas contemporâneas muda tanto assim? Completamente!

O usuário do YouTube Gecko Yamori fez alguns experimentos ao transformar músicas de títulos do Super Nintendo para Mega Drive. O resultado é dos mais interessantes. É um demake, como o console da Sega não tinha a mesma qualidade de som do concorrente, mas as batidas características criam uma sensação diferente. Em outras palavras, uma sonoridade típica do Yuzo Koshiro pelo que se nota até hoje nas versões PC-88 das trilhas da série Etrian Odyssey. Isso se explica muito facilmente: “o chip do Megadrive era quase idêntico ao do PC-88″, conforme informado na biografia escrita pelo Acid.

Super Metroid

Axelay – “Unkai (1st BGM)”

Mega Man X3 – “Opening Stage”

Procurando por “Sega Genesis Remix” no YouTube é possível encontrar dezenas de arranjos similares, o que é uma novidade para mim. Porém, acho que nenhum dos demais conseguiu alcançar o nível de fidelidade dos destacados acima.

Grato ao Fabão e ao Platy pela dica. Ambos via Twitter.

[via Hardcore Gaming 101]

VGL 2010: cada vez mais brasileiro, cada vez mais barulhento, eu não fui e não me arrependo


Por Alexei Barros

Vai. Não vai. Vai? Não vai. Vamos? Não fomos. Pela primeira vez nenhum dos hadoukenianos compareceu ao Video Games Live em São Paulo. De cara, o fato de não ter visto ao vivo me impossibilita de querer avaliar de maneira mais contundente como em 2009, falando sobre o tamanho de orquestra e coral, equalização de som e outros pormenores como os registros em vídeo não fazem por merecer a qualidade do show. Não que tenha mudado muito, afinal foi no mesmo HSBC Brasil. Mas não é por isso que você estará livre das minhas considerações rabugentas sobre o set list e outras coisas, além do que falei especificamente sobre Street Fighter II, Portal e Top Gear.

Antes de tudo, bato palmas para a iniciativa de trazer Gerard Marino e Akira Yamaoka para o Brasil. Aliás, o release informava que era a primeira vinda do compositor de Silent Hill no ocidente, o que não é verdade. Além das duas vezes em que Yamaoka tocou no PLAY! (Chicago em 2006 e Estocolmo em 2007), no próprio VGL ele se apresentou em Los Angeles em 2010. Para não esquecer que ele esteve na Campus Party Mexico 2010. Anos atrás seria inimaginável que um compositor de quilate viesse ao país, quanto mais dois em uma mesma apresentação. Como o Norihiko Hibino também veio em 2009, o pessoal viaja com o que pode acontecer nos próximos anos. Mais uma vez vendo os comentários com as hashtags #VGL e #videogameslive no Twitter já  teve gente que sonhou com o Nobuo Uematsu. Como se o Uematsu tivesse ido alguma vez ao VGL. Nada contra o otimismo, é que eu ainda sofro do complexo de vira-lata.

Novamente com a Simphonica Villa Lobos sob a batuta do maestro Emmanuel Fratianni, o programa foi feito quase sob medida para os brasileiros, que já podiam adquirir em primeira mão o CD, DVD e o Blu-ray Video Games Live: Level 2, que só vão sair nas lojas dos EUA dia 19 de outubro.

Confira o set list, com os anos em que os segmentos foram tocados no Brasil (como sempre, passei batido pelos segmentos interativos). Meus comentários pútridos depois do Hadouken.

VGL 2010 -  São Paulo (08/10) e Rio de Janeiro (10/10)

Ato I

01 – Sonic the Hedgehog: “Green Hill Zone” ~ “Labyrinth Zone” ~ “Marble Zone” ~ “Star Light Zone” ~ “Scrap Brain Zone” “Boss” ~ “Spring Yard Zone” ~ “Ending” (2006, 2007, 2008 e 2009)
02 – Mega Man: “Opening” ~ “Title” (Mega Man 2) ~ “Title” (Mega Man 3) ~“Dr. Wily Stage 1” (Mega Man 2) (2009)
03 – Assassin’s Creed II: “E3 2009 Trailer Theme” (inédito no Brasil)
04 – Uncharted 2: Among Thieves: “Reunion” ~ “Nate’s Theme 2.0” (inédito no Brasil)
05 – Advent Rising: “Muse” ~ “Bounty Hunter” ~ “Poeta” (2006)
06 – Tron: “Tron Scherzo” ~ “Anthem” ~ “Ending Titles” (2007)
07 – Final Fantasy Piano Medley: “Fanfare” (FF) ~ “The Prelude” (FF) ~ “At Zanarkand” (FFX) ~ “Aerith’s Theme” (FFVII) ~ “Eyes on Me” (FFVIII) ~ “Fragments of Memories” (FFVIII) ~ “Terra’s Theme” (FFVI) ~ “Melodies of Life” (FFIX) ~ “Waltz for the Moon” (FFVIII) ~ “One-Winged Angel” (FFVII) ~ “Liberi Fatali” (FFVIII) ~ “Fanfare” (FF) (2006 e 2007)
08 – The Legend of Zelda: “Overworld” (2006, 2007, 2008 e 2009)
09 – God of War: “The Great Sword Bridge of Athena” ~ “The Vengeful Spartan” (2006, 2008 e 2009)

Ato II

10 – Castlevania Rock: “Beginning” (Castlevania III: Dracula’s Curse) ~  “Wicked Child” ~ “Vampire Killer” (Castlevania) ~ “Moonlight Nocturne” (Castlevania: Symphony of the Night) (2006, 2008 e 2009)
11 – BioShock:“BioShock Main Theme (The Ocean on His Shoulders)” ~ “Welcome to Rapture” (inédito no Brasil)
12 – World of Warcraft: “Stormwind” ~ “Orgrimmar” (WoW) ~ “Silvermoon City” (WoW: The Burning Crusade) ~ “Ironforge” ~ “Tavern” (WoW) (inédito no Brasil)
13 – Super Mario Bros. Piano Medley: “Overworld” ~ “Course Clear” / “Underworld” ~ “Castle” ~ “Underwater” ~ “Invincible” ~ “Ending” (Super Mario Bros.) ~ “Athletic” (Super Mario Bros. 3) ~ “Athletic” (Super Mario World) (inédito no Brasil)
14 – Top Gear Piano Medley: “Title” ~ “Las Vegas” (inédito no mundo)
15 – Street Fighter II: “Guile Stage” ~ “Ryu Stage” ~ “Ken Stage” (inédito no mundo)
16 -“Theme of Laura”(Silent Hill 2) (2009)
17 -“One-Winged Angel” (Final Fantasy VII) (2006, 2007, 2008 e 2009)

Bis

18 – Chrono Trigger & Cross: “A Premonition” ~ “Wind Scene” ~ “Frog’s Theme” (Chrono Trigger) ~ “Scars of Time” (Chrono Cross) (2009)
19 - “Still Alive” (Portal) (inédito no mundo)

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  • @thalesnm Gostei! Tenho mais vontade de jogar que o RE5 (que nem joguei ainda =(). Espero que tenha algum puzzle em meio àquela ação toda... 1 day ago
  • @thalesnm Olha que não é raro, talvez só não seja tão difundido. 1 day ago
  • @thalesnm É, mas eu acho que a trilha do Strange Journey tem uma pegada diferente dos Personas pelo que me recordo. 1 day ago

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