Arquivo de maio \29\UTC 2010

Final Fantasy XIV: as primeiras impressões da trilha

Por Alexei Barros

Sonic 4, Super Mario Galaxy 2… já virou epidemia as trilhas sonoras vazarem antes do lançamento. Outro que padeceu do mesmo mal, e que demorei meses para comentar aqui, é o Final Fantasy XIV, justamente o episódio em que Nobuo Uematsu volta ao cargo de compositor solo da série. Rumores apontam que as músicas foram indevidamente ripadas da versão alpha do MMORPG em abril, quando diversos jogadores espalhados pelo mundo tiveram a oportunidade de testá-lo, cerca de 10% do total jogável.

Tratada por alguns como desastre absoluto, desrespeito ao Uematsu, tragedia e outras tempestades em copo d’água, não acredito que a escapada atrapalhe em alguma coisa a vendagem do jogo e do álbum da trilha sonora mais do que complica a distribuição digital das músicas. Achei exageradas as opiniões. Além do mais, as faixas, que totalizam pouco mais de três horas, estão desordenadas, identificadas por letras e números e cortadas de maneira abrupta, nada que substitua a verdadeira Original Soundtrack. Mas é inegável que dá para ter uma ideia superficial do que o Uematsu preparou para o jogo.

De cara dá para dizer que a trilha é bastante eclética, quase como um resumo autobiográfico, com celta, erudito, folclórico, rock… e buscando o novo. Fiquei surpreso pelo flerte pelo jazz, um gênero que no meu entendimento o Uematsu nunca apresentou muita desenvoltura tanto quanto Noriyuki Iwadare, Yoko Kanno ou Yuzo Koshiro. Isso reforça a minha ideia de que Uematsu esteve amarrado à falta de criatividade do seu amigo bigodudo Hironobu Sakaguchi em Blue Dragon e Lost Odyssey em termos de ousadia, não qualidade.

Desde o Final Fantasy VIII, o jogo é norteado por um tema interpretado por uma cantora oriental (todas japonesas, exceção à primeira, a chinesa Faye Wong), tradição que foi estendida ao remake do FFIV para DS e teve um desvio pelo uso inadequado da “My Hands” no FFXIII ocidental. Mas o costume foi quebrado. Confirmando os boatos, o tema que aparentemente é o de abertura, é cantado, se os meus ouvidos não mentem, pela norte-americana Susan Calloway, que vem acompanhando Uematsu e Arnie Roth nas apresentações da turnê Distant Worlds e registrou a sua maravilhosa voz nas performances vocais dos dois álbuns. Lembra a “Memoro de la Stono ~ Distant Worlds” do FFXI, mas muito mais ousada, com banda de rock e tudo mais.

Apesar de todos os esforços, pode me chamar de chato, anti-Uematsu, saudosista desenfreado e defensor ferrenho da era FFI-VI. Não me lembro de ter ficado tão empolgado com as músicas tanto quanto o FFXIII, por exemplo. Observação à primeira vista, nada definitivo. Porém, algo que me deixou um pouco mais animado, uma constatação muito bem observada pelo Fabão, é que dá para sentir uma influência do FFIV na melodia de certos temas.

Como ninguém compartilhou as faixas no YouTube, e se fez provavelmente devem ter sido apagadas, publiquei no Goear apenas as que ilustram melhor a diversidade que comentei acima, sem querer falar muito mais, porque espero fazer um post mais detalhado quando a trilha de verdade for lançada.

- “OB”: a primeira reminiscência de FFIV.
“10”: surpreendente e envolvente jazz.
“11”: rock e coral… não é nada parecido com OWA.
“13”: uso muito bem apropriado do violino com uma música acelerada.
“15”: guitarrona poderosa à moda dos Black Mages.
“1B”: introdução lembra a “Battle 1″ do FFIX.
“1C”: “Prelude” na versão FFXIV, com piano e coral.
“1D”: o supracitado tema com coral e a Susan Calloway.
“20”: do tribal para o rock.
“25”: música de ambiente bem agradável.
“26”: o celta vem à tona, com piano.
“27”: continua a anterior, introduzindo violão e coral.
“2F”: centrada na guitarra com distorção, é fantástica.
“32”: flauta encantadora.
“34”: experimentalismo minimalista.
“37”: Masashi Hamauzu participou do FFXIV e ninguém ficou sabendo?
“38”: sinfônica e pomposa, à la Hitoshi Sakimoto.
“39”: até Final Fantasy imitando Monster Hunter.
“3B”: música progressiva, que adquire grandes proporções.
3C”: de novo puxando para o folclórico.
“40”: versão excelente do tema dos Chocobos; não supera FFXIII.
“41”: Voltamos aos castelos de FFIV. Ou seria FFVI?
“4B”: tema mais cômico com cheiro de 16-bits.
“4D”: mais jazz, quase bossa nova.
4E”: talvez o tema dos créditos. Sublime.
“4F”: nova versão da “Fanfare” que nada tem a ver com a antecessora.

Gostei de escrever os comentários sucintos, bem mais prático. Começo a achar que deveria ter feito o mesmo para as 72 faixas.

Symphonic Fantasies: a data de lançamento do CD

Por Alexei Barros

Agora vai! O álbum do Symphonic Fantasies foi revelado pelo administrador da WDR Orchestra, Winfried Fechner, em entrevista pelo SEMO, mas um erro provocado pela Amazon alemã causou uma desencontro, porque o site relatava que o lançamento ocorreria 21 de maio com a publicação da Sony Classical. Pouco depois, a data foi estranhamente alterada para 31 de dezembro.

Desta vez trata-se do anúncio oficial, conforme mostrado no site: o álbum foi agendado para o mês de setembro, ainda sem um dia definido. mais importante, quem publicará é a Decca, a subdivisão de música erudita da Universal Music, o maior selo do mundo que também é o responsável pelo CD solo de piano Benyamin Nuss Plays Uematsu.

Como informado anteriormente, o álbum gravado ao vivo contou com a aprovação de todos os compositores e arranjadores envolvidos, e foi editado e mixado na WDR Studios e depois masterizado no renomado Abbey Road Studios. Todo o conteúdo do concerto (fanfarra de abertura, quatro suítes e o epílogo) é de 82 minutos, portanto falta a definição se será um CD duplo ou CD único, com um dos segmentos exclusivo para venda digital.

[via Symphonic Fantasies]

Press Start 2010: Chrono Trigger & Cross, NES Medley, Muramasa: The Demon Blade e Mother

Por Alexei Barros

Desde que o site oficial do Press Start 2010 foi inaugurado para a revelação do concerto tudo estava inerte, às moscas, mesmo tendo passado muito tempo após o fim da eleição da reprise que findou dia 30 de abril. Até que hoje a página foi atualizada não com um, nem dois, mas já adiantando quatro segmentos do programa, infelizmente sem detalhar quais as faixas de cada número como em 2009. E os ingressos estão à venda. Não fiquei muito empolgado com as novidades (ou seriam meias-novidades?), com exceção de uma deveras interessante que constava na minha wishlist. Além dos comentários dos organizadores foram publicadas mensagens dos fãs. Vamos ver o pouco que entendi:

- Chrono Trigger & Cross

De novo? Será a terceira vez que o Press Start toca algo da série. Em 2007 foi um segmento arroz com feijão do Trigger, adaptado do Orchestral Game Concert 5, e em 2008 um medley abarcando músicas também do Cross que foi executado no bis. Trata-se de uma das reprises escolhidas pelo público, e me refiro evidentemente ao medley que há dois anos foi presenciado por Yasunori Mitsuda. De acordo com o maestro Taizo Takemoto, a performance foi bem recebida na ocasião e ainda impressiona. A título de curiosidade, eis a seleção:

- “Epilogue ~ To Beloved Friends” (Chrono Trigger)
“Chrono Trigger” (Chrono Trigger)
“Frog’s Theme” (Chrono Trigger)
“Decisive Battle with Magus” (Chrono Trigger)
“Radical Dreamers” (Chrono Cross)
“To Far Away Times” (Chrono Trigger)
“The Scars of Time” (Chrono Cross)

Não apenas pelas faixas, principalmente pelo arranjo, se é que dá para considerar muito o que escutei pela apresentação chinesa do Press Start, não tem nem comparação com a “Fantasy III (Chrono Trigger & Cross)” do Symphonic Fantasies. Justo por isso que não consigo ficar animado, ainda mais sendo uma reprise.

- NES Medley

Em 2009, o Press Start estreou um segmento que mais se aproxima do Video Games Live pela interação com o público. Era um medley de jogos do NES, não só da Nintendo como de outras produtoras. Conforme se ouvia a música, o espectador era instigado a acompanhar a melodia com as palmas caso a reconhecesse até que o telão mostrava o nome do jogo para conferir se estava correto. Foram duas configurações diferentes para cada apresentação, tarde e noite, com seleções interessantes, como Kid Icarus, Ghosts ‘n Goblins, Mappy e Yie Ar Kung-Fu. A fórmula deu certo de acordo com o roteirista Kazushige Nojima. E se entendi corretamente, os títulos deste ano serão diferentes. Ainda bem!

– Muramasa: The Demon Blade

Opa, aqui começou o Press Start 2010. Antes de mais nada, é preciso frisar este momento raro da natureza porque enfim um concerto japonês profissional vai tocar Hitoshi Sakimoto! Ogre Battle, Final Fantasy Tactics, Valkyria Chronicles e, claro, Final Fantasy XII seriam algumas das escolhas que se imaginaria em um primeiro momento, mas o que importa no caso não é o compositor, e sim um estilo preponderante da trilha do jogo de plataforma do Wii conhecido no Japão como Oboromuramasa, que foi recomendada a mim pelo Farley. Seguindo a tradição iniciada por Samurai Shodown (2008) e Okami (2009), o segmento de Muramasa: The Demon Blade trará na companhia da orquestra, instrumentos nipônicos tradicionais, como o shamisen.  Se compreendi bem o texto do Masahiro Sakurai, será um medley com duas faixas, “Introduction” e “Impermanence”, ambas de autoria do Sakimoto – outros instrumentistas do estúdio Basiscape o auxiliaram neste trabalho.

- Mother

Dos retornos foi o que mais gostei, afinal aquele sensacional “Mother Medley” é do hoje longínquo Press Start 2006. E detalhe muito importante: o arranjo será totalmente inédito, é intitulado “Mother 2010”, e possui músicas do primeiro Mother e não do Earthbound e Mother 3 como há quatro anos. Shogo Sakai, que muito provavelmente é o arranjador, lembrou que a “Eight Melodies” é utilizada no aprendizado de música no Japão e recordou do álbum Mother de 1989, ressaltando a vocalista e o coral de crianças. Será que o segmento deste ano terá os mesmos elementos?

[via PRESS START]

Com refino e respeito, Príncipe da Pérsia é filme de game muito bom

Por Claudio Prandoni

E o tal filme do Prince of Persia?

Gostei. Gostei bastante.

Não bastantão, apenas bem o bastante. Mas não é ruim, pelo contrário. Certamente muito hardcore por aí vai bradar que é o melhor filme de game de todos os tempos – para mim confere, juntinho com o primeiro filme do Mortal Kombat, um clássico!

Para tirar do caminho: é uma típica produção do Jerri Bruckheimer. De fato, parece mais uma skin do primeiro Piratas do Caribe, um mod, por assim dizer – mas sem a surpresa fenomenal do final, quando se revela que Jack Sparrow é um pirata amaldiçoado também. Traduzo: sobram arrojo, humor e efeitos especiais em Príncipe da Pérsia, mas faltou um momento retumbante, aquele que marca e todo mundo vai falar – a bola rolante de Caçadores da Arca Perdida, a sequência pendurada com um fiozinho em Missão Impossível o bucaneiro zumbi de Piratas do Caribe.

Ainda assim, tem elementos muitíssimo legais. Tem as piruetas malabarísticas do Príncipe (o que muito me lembrou também o desenho animado Aladdin, da Disney). Tem cenários fantásticos, imensos, repletos de vida e detalhes. Tem uma história razoavelmente bem baseada no jogo Sands of Time. Muda, mas preserva: tem o herói, tem a princesa, tem o Vizir malvado, tem a adaga e areias que voltam no tempo – mas o resto todo meio que é diferente. Contudo, o mais legal: sobra respeito.

Os jogadores mais aficionados vão forçar a vista e encontrar referências sutis ao game.

Forçando mais a barra, dá até pra dizer que o filme faz um Dream Match dos ginastas da Ubisoft: em certo ponto o Príncipe – aliás, chamado Dastan aqui – tem de enfrentar uma turma de assassinos do barulho.

Pouco lembram a galerinha do Altaïr, Ezio e tal, mas vale pela brincadeira.

A trilha sonora embala bem a trama e há momentos cômicos variados, com avestruzes e tio Alfred Molina, o Dr. Octopus de Homem-Aranha 2 e o latino sacana do comecinho do primeiro Indiana Jones.

Típico filme de ação-pipoca, Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo respeita a tradição da série de jogos, utilizando de forma inteligente elementos do game para criar uma história bacana e divertida.

Não dá para entender o que está escrito, mas a imagem é tão bonita...

Perfil do Mahito Yokota no YouTube era falso; confirmada trilha original do Super Mario Galaxy 2


Por Alexei Barros

Com todo o respeito a quem chegou a acreditar, mas como seria possível imaginar que a Nintendo, uma das empresas mais restritas, permitiria que um de seus compositores publicasse no YouTube as músicas de um jogo dias antes do lançamento?

Não sei como vazou se é tudo tão fechado, entretanto. Todas as faixas que publiquei no post anterior, bem como o perfil Mahito Yokota criado por um impostor foram apagados do YouTube a pedido da Nintendo por violação de direitos autorais. Claro que, ainda assim, não é difícil encontrar os rips do jogo pela internet. O post acabou servindo para quase nada. Sorte que não fiz os comentários mais detalhados, porque pressentia que o álbum sairia. E não é que vai acontecer mesmo?

A exemplo do antecessor, a Super Mario Galaxy 2 Original Sound Track, com 70 faixas espalhadas por dois discos, estará disponível pelo serviço Club Nintendo, aquele que permite conseguir itens exclusivos por meio da troca de pontos adquiridos por produtos convencionais. No caso, por 300 pontos, isso quem for residente no Japão. Não fico nem tanto empolgado pelo lançamento, e sim porque se for como na Super Mario Galaxy Original Sound Track saberemos quem é o compositor de cada faixa pela informação do encarte. Os três autores, aliás, Mahito Yokota, Koji Kondo e o novato Ryo Nagamatsu, foram entrevistados recentemente pelo Satoru Iwata. A entrevista está em japonês, e parece que a tradução vai sair nas próximas semanas. Que bom, desta maneira não precisaria decifrar informações desencontradas pelo Google Translator ou pentelhar o Fabão no MSN.

[via SEMO]

Super Mario Galaxy 2: uma nova sinfonia galáctica adorável


Por Alexei Barros

Quem é afortunado é já está jogando Super Mario Galaxy 2 garante que de novo o jogo transpassou o desígnio. Liberta da pressão de ser o legítimo sucessor do Super Mario 64, posto naturalmente conquistado pelo predecessor, a equipe de desenvolvimento teve mais liberdade em ousar na fórmula centrada nos corpos esféricos, que de maneira alguma havia sido explorada ao máximo. Parêntesis: repudio quando o dito “mais do mesmo” logo na primeira sequência é usado como um argumento depreciativo, como se fosse essencial mudar tudo e começar do zero de uma hora para a outra. Que grande bobagem. Vide Ace Attorney. Mas é claro que um Super Mario Galaxy 4 seria exagero.

Quando Super Mario Galaxy 2 foi revelado na E3 2009 lancei três dúvidas a respeito da – adivinha – trilha sonora. Deixe-me retornar para as perguntas porque foram quase completamente respondidas pelos créditos do jogo.

- Koji Kondo terá maior participação desta vez?

Não. Ficarei surpreso se souber que compôs alguma música nova, porque, a exemplo do New Super Mario Bros. Wii, Kondo foi relegado à supervisão da trilha, função que desempenhou no predecessor ao avaliar o trabalho do Mahito Yokota, afinal ele sabe como ninguém que tipo de composições combinam com cada jogo do Mario.

- Mahito Yokota cuidará da maior parte das músicas de novo?

Sim. É incrível perceber como o Yokota passou de um compositor obscuro da Koei, empresa que costuma ter trilhas estupendas de jogos nem tanto, para um dos mais admirados no meio por temas como “Wind Garden” (Gusty Garden Galaxy) e “Floater Land” (Buoy Base Galaxy). É a magia da Nintendo imagino. Detalhe é que ele não esteve sozinho. O novato Ryo Nagamatsu, que participou do New Super Mario Bros. Wii, o assessorou, não sei com quantas e muito menos em quais faixas.

- Haverá músicas orquestradas novamente?

Sim! O vídeo da E3 2009 me deixou receoso, mas o trailer da Nintendo Media Summit 2010 reconfortou por trazer o mesmo tema tocado por uma orquestra real.  A participação da Mario Galaxy Orchestra, formada por instrumentistas de origem desconhecida, foi confirmada. Assim como no antecessor, há algumas faixas sintetizadas nas quais a imponência de uma orquestra não se fez necessária. Suspeito que em outras foi feita uma mistura de acordo com a proposta.

Por enquanto não foi comunicada a existência do álbum com a trilha original, nem mesmo via Club Nintendo. Contudo, como sempre os ripadores não nos deixam na mão. No perfil do YouTube Mahito Yokota, o qual duvido ser do próprio, foram subidas 46 músicas do jogo em excelente qualidade. Você pode conferir na playlist ou então por aqui mesmo, porque separei cada uma para ouvi-la mais comodamente. Se quer preservar as surpresas, tanto auditivas quanto referências, recomendo que pare por aqui.

Há músicas completamente magistrais. Não apenas melhores do que algumas do primeiro Super Mario Galaxy, e sim que figuram entre as mais inspiradas da série inteira, é uma coisa impressionante. Como li em um comentário do YouTube, a “Sky Station Galaxy 1”, que se ouvia em parte do primeiro trailer, é a nova “Egg Planet” (Good Egg Galaxy) dada a magnitude. Numa boa, que música é a “Fluffy Bluff Galaxy”? A “Haunty Halls Galaxy” me traz ótimas memórias do Super Mario World (releitura da “Haunted House”) e a “Throwback Galaxy”, amigo, não recomendo ouvir caso queira preservar a sua saúde. A “Final Bowser Battle” tem a pompa inimaginável para um Mario. Imaginaria em um Nobunaga’s Ambition da vida, como é da Koei, jamais em um jogo da NIntendo. E a alusão à “Wind Garden” no finalzinho da “Credits” é mancada.

Caso você não queira escutar todas as faixas, eu coloquei um asterisco nas que julguei indispensáveis após o Hadouken. Procurei ser rigoroso. Tem várias outras muito bacanas.

Continue lendo ‘Super Mario Galaxy 2: uma nova sinfonia galáctica adorável’

“Searching for Friends” – Final Fantasy VI (Muta Band)

Por Alexei Barros

Fiquei imaginando o que aconteceria se o saxofonista Muta e sua banda aplicassem toda a técnica e arrojo daquele “Chrono Trigger Medley” para outras músicas, como do Final Fantasy VI, um dos jogos preferidos dos pró-amadores nipônicos.

Foi o que aconteceu. Incrível como não acabam as faixas do FFVI que possuem qualidade pouco explorada. Cada dia me dou conta de uma melhor que a outra. A “Searching for Friends” que toca em um momento marcante da aventura, foi esplendidamente relida pela Muta Band com a mesma formação do outro vídeo – sax, baixo, guitarra, teclado e bateria –, desta vez acrescida pela flauta tocada pela Pikkoro. Com direito a solos de cada instrumento no melhor estilo jazz fusion, o arranjo mais uma vez comprova o nível de excelência japonês que estou para ver em uma banda similar do ocidente.


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