Arquivo de abril \30\UTC 2010

A track list final do Distant Worlds II


Por Alexei Barros

Cumprir os prazos de lançamento deveria ser o normal entre as gravações de concertos, mas virou algo elogiável diante de CDs que atrasam meses e mais meses e escancaram a falta de profissionalismo de algumas produções. Se você não tem certeza, para que prometer antes da hora e enraivecer os compradores do álbum?

Não foi o caso do Distant Worlds II: more music from Final Fantasy. O disco gravado em estúdio em janeiro na Suécia foi agendado para junho. Depois foi marcado para o primeiro dia do mês. Não parou por aí. Um mês antes o álbum já pode ser comprado digitalmente por míseros 10 dólares no site oficial no formato que você bem entender: MP3 em 320 kbps, AAC, ALAC e, para os tarados por qualidade e com terabytes livres no disco rígido, o ignorante FLAC em HD 24bit / 88,2khz. O pacote virtual inclui ainda um PDF de 12 páginas com as letras, liner notes e fotos da gravação. Mas, de novo, não acabou aqui. O CD pode ser escutado de graça em streaming na íntegra! Não são meros samples, e sim faixas completíssimas em excepcional qualidade. Nem vou precisar republicar no Goear.

Vamos falar sobre a track list. Minha previsão ficou parcialmente furada. A “Kiss Me Good-Bye” (FFXII) e a “Twilight Over Thanalan ~ Beneath Bloody Borders” (FFXIV) não entraram, nem mesmo aquelas duas do FFXIII que vão fazer parte do repertório da turnê. No lugar, “Prima Vista Orchestra” (FFIX) e “Dear Friends” (FFV), de apenas um minuto e meio, que estrearam nos concertos Voices e 20020220, respectivamente. Com isso, sobraram poucas músicas dos concertos passados que ainda não foram gravadas em estúdio nem nesse e nem no predecessor.

A performance da Royal Stockholm Philharmonic Orchestra e do Elmhurst College Concert Choir (isso sim é um coral) são tão impolutas que, sem exageros, passei a gostar mais de algumas músicas que não estimava muito. A “Suteki da ne”, pela primeira vez com a letra em inglês (é possível conferir os versos no link), é um exemplo por conta do agradibilíssimo timbre da Susan Calloway – acho que o meu problema era com a Rikki, a cantora da “Suteki da ne” original. Sendo assim, tomarei a liberdade de comentar somente as faixas inéditas que estrearam no Distant Worlds II, as que mais ansiava:

01 – “Prelude” (Final Fantasy series)
02 – “The Man with the Machine Gun” (Final Fantasy VIII)
03 – “Ronfaure” (Final Fantasy XI)
04 – “A Place to Call Home ~ Melodies of Life” (Final Fantasy IX)
05 – “Zanarkand” (Final Fantasy X)

06 – “Dancing Mad” (Final Fantasy VI)
Original: “Dancing Mad”

Composição: Nobuo Uematsu
Arranjo: Adam Klemens e Kenichiro Fukui
Órgão de tubo: Oskar Ekburg
Banda: Earthbound Papas

Como herança do Fourth Symphonic Game Music Concert (2006), oportunidade em que estreou a “Dancing Mad” orquestrada, depois de tanto tempo intocada, a música passou a fazer parte do programa do PLAY! A Video Game Symphony. Em Estocolmo em 2007, a banda Machinae Supremacy ladeou a orquestra, coral e órgão na “Dancing Mad”. Pelo que acompanhei dos vídeos e gravações a mistura não funcionou muito bem ao vivo, porque é difícil conciliar em um mesmo ambiente instrumentos elétricos e a bateria com os coitados dos violinos e das flautas. Mas como aqui não é ao vivo, é possível isolar cada parte conflitante e misturar tudo. Isso mesmo o que aconteceu: aquela “Dancing Mad” do Fourth SGMC foi fundida com a “Dancing Mad” do The Black Mages, aqui representado pelo Earthbound Papas, resultando na mais perfeita, majestosa e avassaladora interpretação do tema da batalha final do FFVI. É a versão definitiva, enfim.

Felizmente, o solo de órgão de tubo, outrora limado na apresentação em Chicago, regressou. O ápice, o momento mais arrepiante, é naquele instante próximo do desfecho (8:22), em que a música alcança contornos épicos. Antes era só o coral ou apenas a guitarra. Agora são os dois, igualmente audíveis e não conflitantes. Uma loucura completa. Próximo passo: “Ending Theme”.

07 – “Victory Theme” (Final Fantasy series)
Original: “Fanfare”

Composição: Nobuo Uematsu
Arranjo: Arnie Roth

Meu ceticismo se confirmou: apenas segundos de música. Apesar de sempre desejá-la orquestrada, não deveria ser em um segmento tão diminuto assim, porque não é substancial o bastante. O que custava tocar a melodia que vem logo na sequência?

08 – “Suteki da ne” (Final Fantasy X)
09 – “Terra’s Theme” (Final Fantasy VI)
10 – “Main Theme of Final Fantasy VII” (Final Fantasy VII)
11 – “Prima Vista Orchestra” (Final Fantasy IX)
12 – “Dear Friends” (Final Fantasy V)

13 – “JENOVA” (Final Fantasy VII)
Original: “J-E-N-O-V-A”

Composição: Nobuo Uematsu
Arranjo: Arnie Roth, Eric Roth e Nobuo Uematsu

Quem diria que uma música tão repetitiva e, convenhamos, um tanto quanto sem graça originalmente apresentasse semelhante empolgação na versão orquestrada deste arranjo que é o primeiro preparado especialmente para o Distant Worlds (a “Victory Theme” não conta). A batida da bateria, aqui sem brigar com nenhum instrumento, é uma das principais responsáveis por isso, para não esquecer do coral e dos solos jazzísticos dos metais.

[via Distant Worlds]

Norihiko Hibino sai da The Outer Rim e é substituído por brasileiro


Por Alexei Barros

O compositor e saxofonista Norihiko Hibino, aquele que por um milagre da natureza aterrissou no Brasil para a turnê do Video Games Live em 2009, fazia parte de uma banda de jazz, rock, funk e mais outros estilos intitulada The Outer Rim. Quando o grupo lançou o álbum homônimo de debute (e até agora único) há quase dois anos que incluía a “N.M.H. The Outer Rim Remix” referente ao No More Heroes, cheguei até a comentar e publicar um vídeo. Liderada pelo baixista americano Jeff Curry, ainda havia Nobuaki Fujii na bateria, Hakuei Kim no teclado, além de Hibino no sax. Não mais.

Os dois últimos estavam com a agenda apertada – imagino só o Hibino, porque fico com a impressão de que a cada dez jogos arrasa-quarteirões, ele participa de dois –, provocando uma parada forçada nas atividades. Pois então, os dois foram substituídos por Hiroya Morooka (teclado) e Gustavo Anacleto (sax), que, acredite você que coisa mais curiosa, é brasileiro.

Sem muito esforço consegui encontrar o site oficial, Twitter e MySpace dele. Natural de Recife, Pernambuco, já tocou para um sem-número de músicos brasileiros, dentre os mais populares nomes como Elba Ramalho e Alceu Valença. Além disso, ele mora no Japão desde 2005, tendo tocado ao lado de instrumentistas como o baixista Kenji Hino (nunca ouviu falar? Pois eu o conhecia).

Para completar a formação internacional da The Outer Rim com um americano, um brasileiro e dois japoneses, ainda há o reforço de um quinto integrante, o francês Frederic Viennot, que comanda o sintetizador.

Abaixo é possível conferir a performance da música “Island Body” da The Outer Rim em sua nova formação, com destaque, evidentemente, para o sax de Gustavo Anacleto.

[via OSV]

Distant Worlds II: turnê se rende à magnitude de Final Fantasy XIII


Por Alexei Barros

Desde que publiquei o post derradeiro mais três músicas foram confirmadas para a track list do CD Distant Worlds II: more music from Final Fantasy, a saber, “Suteki da ne”, “Terra’s Theme” e “Main Theme of Final Fantasy VII” – tudo dentro do esperado. Mas a maior novidade dos últimos tempos referente à turnê é a respeito da apresentação na Suécia dia 12 de junho, quando estreia a nova fase Distant Worlds II.

Um assombro a notícia: a partir deste espetáculo, a turnê vai incorporar no set list nada mais, nada menos do que Final Fantasy XIII! Quando o maestro Arnie Roth aventou a possibilidade de músicas de outros compositores que não do Nobuo Uematsu aparecerem imaginei que fosse uma declaração só para não desanimar os fãs, uma vez que antes o concerto pulou o FFXIII e já tocou FFXIV.

Trata-se de um acontecimento praticamente inédito porque Uematsu domina tudo. Para mim, a inclusão demonstra duas coisas, que tanto Roth quanto Uematsu gostaram muito da trilha da FFXIII e devem não ter se impressionado muito (eufemismo para não gostaram ou até detestaram) do trabalho do Hitoshi Sakimoto no FFXII, como se fosse um elemento estranho, destoante, enfim um jogo perdido para as apresentações.  O que discordo e acho injusto. Pelo menos uma merecia. E mostra que Masashi Hamauzu está em alta, porque ele ainda prepara um arranjo para o Symphonic Legends.

Tanto isso é verdade que serão duas as  executadas: “Final Fantasy XIII – The Promise” e “Fang’s Theme”. Ambas já orquestradas – a primeira foi gravada no Japão por instrumentistas avulsos e a outra na Polônia, pela Warsaw Philharmonic Orchestra – nem precisam estar no CD. Costumo criticar as seleções, mas vou pegar leve porque as duas são fantásticas, concedendo uma amostra da alta inspiração da trilha, e também, convenhamos, daria para fazer um concerto só de FFXIII. Além disso, algumas das melhores faixas são difíceis de tocar ao vivo, não subestimando a capacidade da Royal Stockholm Philharmonic Orchestra, é que devido às viagens, os tempos de ensaios são mais apertados e ainda as orquestras nas demais apresentações podem não ser tão capacitadas. Por exemplo, a “Born Anew” ainda precisaria de um tenor experiente para o solo no encerramento e a dissonante “Nascent Requiem” um pianista de maior virtuosismo que o normal. A maravilhosa “Ending Credits” igualmente entra para a lista de espera.

Depois de um início meio morno a turnê Distant Worlds definitivamente está interessante para os apreciadores hardcore cansados das mesmas músicas das apresentações passadas.

[via Facebook, Stockholm Konserthus]

Track list parcial do Distant Worlds II

Por Alexei Barros

A única faixa 100% confirmada do Distant Worlds II: more music from Final Fantasy era a “J-E-N-O-V-A” por conta daquele promissor preview em vídeo. Mas como o lançamento está se aproximando, no Twitter da turnê há uma contagem regressiva para revelar a cada dia uma faixa do CD. A data do disco físico foi confirmada para 1º de junho (antes só se sabia o mês), mas bem antes, em 1º de maio, o álbum será lançado digitalmente com o mesmo conteúdo.

Haverá 13 faixas, exatamente o mesmo número do primeiro Distant Worlds: music from Final Fantasy. Até o momento foram confirmadas sete delas. Nenhuma surpresa, mas empolga ver que está ratificada a “Dancing Mad”. Enquanto as demais músicas foram tocadas em concertos lançados em CD em DVD, este arranjo, aquele mesmo adaptado do Fourth Symphonic Game Music Concert, jamais foi lançado oficialmente. Teremos finalmente a versão definitiva porque a gravação é em estúdio. E nesta performance estreia o novo grupo Earthbound Papas, sob a liderança do Nobuo Uematsu no órgão. Não me pergunte o que seja. Acompanhe no final do post a vergonha alheia que é o anúncio. Suspeito que seja uma espécie de The Black Mages com outros integrantes.

Ademais, foram confirmadas as participações do coral Elmhurst College Concert Choir, da harpista Laura Stephenson, do violonista Per Skareng, do organista de tubo Oskar Ekburg e da vocalista Susan Calloway (ainda voltarei a falar dela em outro post), além, como era de conhecimento, da fabulosa Royal Stockholm Philharmonic Orchestra. O álbum traz também a “Fanfare”, que já mostrei. Espero que, diferentemente da performance, o arranjo traga ao menos a música que vem na sequência da fanfarra, não somente os meros segundos iniciais de vitória.

01 “Prelude” (Final Fantasy series)
02 “The Man with the Machine Gun” (Final Fantasy VIII)
03 “Ronfaure” (Final Fantasy XI)
04 “A Place to Call Home ~ Melodies of Life” (Final Fantasy IX)
05 “Zanarkand” (Final Fantasy X)
06 “Dancing Mad” (Final Fantasy VI)
07 “Victory Theme” (Final Fantasy series)

Baseado nos arranjos executados em outras performances do Distant Worlds, acredito que as próximas cinco devem ficar entre as arroladas abaixo – claro, dou como certa a “J-E-N-O-V-A”. Fora essas também não sobram muitos outros segmentos da fase recente de concertos da série, isso de 2002 para cá.

- “Terra’s Theme” (Final Fantasy VI)
– “FFVII Main Theme” (Final Fantasy VII)
– “Suteki Da Ne” (Final Fantasy X)
– “Kiss Me Goodbye” (Final Fantasy XII)
– “Twilight Over Thanalan ~ Beneath Bloody Borders” (FFXIV)

Espero fazer um post sobre a tracklist completa no dia do trabalho.

[via Distant Worlds]

Vossa eminência, que amadorismo


Por Alexei Barros

Pela enésima vez, sabe se lá o motivo, o site da Eminence Symphony Orchestra saiu do ar e voltou, não sei por que, se o design é praticamente o mesmo. Mais organizada e com maior quantidade de informações do que uns anos atrás, a página traz o  histórico da orquestra australiana que já participou da gravação de trilhas de jogos como Soulcalibur IV, Valkyria Chronicles, Opoona e animes idem, a exemplo de Romeo x Juliet e The Vanishment of Haruhi Suzumiya. Já falei umas mil vezes, são feitos respeitáveis. Logo no começo do texto na seção do perfil está escrito: “Fundada em 2003 por Hiroaki Yura, a Eminence Symphony Orchestra é um grupo de profissionais, dedicados músicos com uma visão distinta”.

Profissional, ao menos para mim, é o termo usado para designar algo relativo à profissão, aqui no caso de instrumentistas. Instrumentistas autossuficientes, ou seja, que sobrevivem da música por ter talento e uma técnica superior de um amador porque estudaram anos e anos para atingir o nível de alguém bancar para o que você toca. De fato, pelo que se ouve nos vídeos e gravações,  as performances são profissionais, ainda que nem sempre perfeitas. O problema não é a qualidade.

Não é a primeira vez que me revolto com esse tipo de coisa, haja vista o que disse no Hadoukast #06, só não foi tão escancarado como agora. Tem coisas que precisam ser ditas uma hora. É o que você lê na abertura do post: “Garanta o futuro da Eminence fazendo hoje uma doação online”.

Não quero dar uma lição de moral. Cada um doa dinheiro como bem entende, seja para auxiliar os desabrigados por consequência do terremoto no Haiti, das tempestades do Rio de Janeiro ou então para uma causa mais “nobre”: ajudar a manter uma orquestra sinfônica profissional especializada em jogos e animes. E do primeiro mundo! Antes a orquestra fosse de um país subdesenvolvido, resultado de um projeto social que visasse a ajudar pessoas carentes. Seria um imperativo nesse caso.

Mas não. É uma orquestra que, mais uma vez, repito, tem contato direto com diversos compositores, entre eles nomes como Kow Otani, Go Shiina, Inon Zur, Yasunori Mitsuda, Hitoshi Sakimoto, para não esquecer de todos os arranjadores do estúdio Imagine, como Shiro Hamaguchi, Hayato Matsuo e Akifumi Tada. Que se gaba de ter a apresentação da “One-Winged Angel” mais vista no YouTube. Que se orgulha de dizer que foi a única orquestra com o primeiro concerto presenciado pelo Nobuo Uematsu. Que se vangloria de ser a mais longa série de concertos de games e animes.

É o cúmulo do amadorismo, é a falta do senso de ridículo. Se a Eminence não consegue se sustentar com as gravações de trilhas sonoras e concertos na proposta de levar a música erudita para o público jovem por meio dos jogos e animações japonesas, não deveria nem existir, paciência, quem sabe outra área seja mais lucrativa. Pedir doação quebra a lógica do profissionalismo, em que se paga para ter alguma coisa em troca. Veja você, até mesmo quando um violinista de entrada de metrô indiretamente pede dinheiro com o estojo do instrumento aberto, na verdade você não doa, mas retribui em dinheiro, se quiser, por ouvir a música que ele está tocando.

A única vez em que soube de caso semelhante de pedido de doação em apresentações de game music foi com o Symphony Final Fantasy Tactics, com a diferença de que era uma iniciativa amadora com entrada gratuita. Tudo isso já estava entalado na garganta há tempos, mas não foi possível segurar ao ver o pedido tão escancarado, somados aos elogios exacerbados de  fanboys que acham tudo o que eles fazem o máximo e das autopropagandas exageradas.

Então, só eu acho inconcebível que uma orquestra profissional peça doações?

“SaGa 2 Medley” – SaGa 2 Hihou Densetsu (Ensemble Game Classica)

Por Alexei Barros

Quando foi anunciado o Symphonic Odysseys, o concerto em homenagem ao Nobuo Uematsu a acontecer em 2011, fiquei imaginando o que poderia fazer parte do repertório além de Final Fantasy, Blue Dragon e Lost Odyssey, que já foram executados em tantas oportunidades. Sempre me esqueço que, enquanto ainda trabalhava na Squaresoft, ele colaborou para outros RPGs, como Chrono Trigger, Front Mission: Gun Hazard e em dois jogos da série SaGa.

Este medley muito encantador da Ensemble Game Classica mostra um pouco do trabalho fora de FF do Uematsu, porque as primeiras duas das quatro músicas são de autoria dele – as demais foram criadas pelo Kenji Ito. A performance se refere ao RPG SaGa 2 Hihou Densetsu do Game Boy, aquele que foi nojentamente localizado em 1991 como Final Fantasy Legend II, e refeito em 2009 para DS apenas no Japão.

Somente com violino, viola e violoncelo a EGC consegue conferir nova vida à majestosa “The Legend Begins” da introdução. Mas a miscelânea brilha quando surge (3:14) a “Searching for the Secret Treasure”, que, mesmo com um looping diminuto, aparece por um tempo generoso e recebeu diferentes interpretações. A parte Uematsu do medley acaba aqui, e o trecho Kenji Ito inicia (5:22) com a adorável “Peaceful Land”, que poderia passar por uma música do bigodudo sem o menor ressentimento pela similaridade de estilo – lembra a “Town” do primeiro Final Fantasy. De maneira sutil, praticamente imperceptível, a peça é sobreposta (a partir de 6:29) pela “Theme of the New God”, que mais adiante é executada por todo o trio de instrumentos. É isso, uma beleza. Se amadores fizeram tal maravilha, mal imagino como as músicas ficariam sob os cuidados de um arranjador profissional para serem tocadas por uma orquestra completa.

- “SaGa 2 Medley”

“The Legend Begins” ~ “Searching for the Secret Treasure” ~ “Peaceful Land” ~ “Theme of the New God”

Um pouco mais de Final Fantasy XIII

Por Alexei Barros

Pelo senso comum, poderia se imaginar que a Final Fantasy XIII Original Soundtrack, com 85 faixas, traz todo o material musical possível e imaginável referente ao jogo. Não, e a Square Enix não poderia perder a oportunidade de lançar um adendo, e este é intitulado Final Fantasy XIII Original Soundtrack -Plus-, nome que remete ao álbum Final Fantasy IX Original Soundtrack Plus. O CD mantém a tradição das músicas perdidas da série.

É preciso ressaltar que o disco não incluirá nenhum arranjo propriamente dito, apenas faixas da localização ocidental, das versões preliminares e dos vídeos de divulgação. Lembra daquele trailer da E3 2008? Havia uma música orquestrada que foi gravada especialmente para a ocasião que não entrou no jogo e na OST. Agora estará no disco (é a primeira faixa na realidade). Sim, faltou a “My Hands”. Que pena.

Abaixo você confere a track list, só não sei se vai ajudar muito a identificar alguma coisa pelos códigos e números. Também é possível ouvir samples das oito primeiras músicas no site oficial. Apenas para registrar, ainda caberia um álbum com arranjos e uma Piano Collection.

01 PV “FINAL FANTASY XIII 2007 JFS”
02 PV “FINAL FANTASY XIII 2006 E3″
03 M1 No.2 title αVersion
04 M3 No.4 BossA αVersion
05 M306 OPN2 “Defiers of Fate” Palamecia Assault Version
06 Hope_PfNer3
07 M42E “The Sunleth Waterscape” Overseas Version
08 M36A “The Gapra Whitewood” Instrumental
09 M74_2 PRO “Fighting Fate” No Chorus Version
10 M64E “Chocobos of Cocoon” English Version
11 M33 Lightning NW Version
12 M181 Shugeki2 Prototype
13 M44B Sazh B+ Prototype
14 M106 Last Battle Prototype+
15 M5_2 “Blinded By Light” Long Version
16 M42 “The Sunleth Waterscape” Instrumental

[via FFXIII OST Plus]


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