Arquivo de fevereiro \27\UTC 2010

“Mach Rider Medley” – Mach Rider (Ryoh)

Por Alexei Barros

Posso contar uma história? Serei breve. Até hoje tenho um cartucho do Mach Rider (não-oficial, mas isso não vem ao caso), que joguei pouquíssimas vezes. Talvez porque foi resultado de uma permuta indesejada. Sim, porque quando cursava a 2ª série do Primário (você sabe, o hoje Ensino Fundamental) em 1992 a professora motivou que os alunos trocassem badulaques sem custos adicionais. Como muitos da classe jogavam videogame, vi a oportunidade de me livrar de um dos maiores lixos do mundo já concebidos: o trágico Ghostbusters do NES (o cartuchão preto do Phantom System). Com isso, fiquei com o Mach Rider, que o meu “colega” (nunca fui muito fã dele mesmo) outrora possuía.

Porém, no dia seguinte, ele disse que havia detestado o jogo (também… aquela caca) e queria outro. Sem opção, tive de ceder um dos cartuchos que mais apreciava, o Top Gun. A barganha foi efetuada, já que ambos os lados ficaram satisfeitos. Mas não vou negar que fiquei com um amargor na boca. Na ocasião não curti tanto assim o Mach Rider. Mentira, não gostei mesmo. Pior que era tarde demais para exigir algo no lugar.

O principal motivo: Mach Rider é ridiculamente difícil. Passar da primeira pista era uma tortura. Ficou engavetado. Anos depois, bota anos nisso, me deparei com o arranjo “Mach Rider” do Super Smash Bros. Melee e só assim me dei conta que as músicas são fantásticas. Como sempre em qualquer título da Nintendo da era 8-bits.

Sabe o que mais inacreditável? Até hoje não há registro do compositor porque não há créditos no jogo. Mas há uma pista. No “Smash Bros. Great Medley” há um excerto do tema (6:33 a 7:42), e no álbum desse concerto lista os compositores Koji Kondo, Akito Nakatsuka, Hirokazu Tanaka, Naoto Ishida, Hirokazu Ando e Hideki Kanazashi. Se fossem Kondo e Tanaka certamente saberíamos. Os dois últimos são da HAL Laboratory. Sobram Nakatsuka e Ishida.

Ainda com a dúvida na cabeça, finalmente chegamos ao arranjo no piano do Ryoh. Mais treinado do que no vídeo do Fantasy Zone, pelo menos no meu entendimento, ele recriou a experiência de jogo, visitando os temas da tela-título e principal, que não parece ser nada fácil de tocar, com naturalidade e muita criatividade, como visto nos segundos finais do vídeo.

“Mach Rider Medley”
“Title BGM” ~ “Course Select” ~ “Main BGM1” ~ “Course Clear”

“Dance of Pales” – Castlevania: Symphony of the Night (Castlevania the Concert)

Por Alexei Barros

Alguém poderia me explicar por que nunca um concerto tocou antes a valsa “Dance of Pales”? Devo revelar que não havia reparado na genialidade da música quando joguei e depois escutei a trilha do Symphony of the Night. Outras estavam numa posição mais alta na minha eterna wishlist, como a “Dracula’s Castle” e a “Dance of Gold”, que não deve ter sido lembrada.

A composição entra na categoria de “obrigatória para ser orquestrada” porque a original, inteiramente sintetizava, já emulava timbres de piano e instrumentos de orquestra. Se a faixa fosse executada de tal forma causaria um assombro. Mas os organizadores do Castlevania the Concert não se contentaram com isso. Chamaram a autora Michiru Yamane para acompanhar a The Stockholm Youth Symphony Orchestra no piano.

Não sei por quanto tempo a peça foi ensaiada, mas a Yamane demonstrou uma grande desenvoltura na interpretação (note no trecho de 3:43 a 4:00 que pintura) depois de ser ovacionada pelo público. Simplesmente sublime – logo nos acordes iniciais dá para perceber a eminência. Tanto a execução, como o arranjo que pelo que me consta foi preparado pela própria. Diria mais: uma performance como esta que me recuso a chamar de amadora escancara a falta de criatividade e a repetição cabeçuda das turnês de game music.

Mais concertos com game music da WDR Radio Orchestra Cologne

Por Alexei Barros

O principal problema de concertos do naipe do Symphonic Shades e do Symphonic Fantasies é que produções caprichadas como estas acontecem somente uma vez por ano. Para 2011, entretanto, a expectativa da WDR Radio Orchestra Cologne é a de aumentar a cota de apresentações para dois.

Sequer foi apregoado o conteúdo do Symphonic Legends, que acontecerá dia 23 de setembro de 2010, e já foi confirmado um novo concerto para o primeiro semestre do ano que vem, ainda com data e temática a serem definidas. Saberemos mais detalhes tanto de um quanto de outro nos próximos dias na entrevista de revelação do concerto no SEMO com o Winfried Fechner, administrador da WDR Radio Orchestra.

Além disso, a WDR quer investir nos concertos híbridos de game music com música erudita, fórmula que foi testada e aprovada no PROMS: That’s Sound, That’s Rhythm em 2008. Cheguei a ouvir uma gravação da transmissão do rádio, e é impressionante constatar como Shenmue e Castlevania não destoam de maneira alguma com o restante da apresentação.

Já no dia 7 de março ocorrerá uma récita similar. Em meio a Strauss e Vivaldi, Hiroki Kikuta: a “Angel’s Fear”, do Secret of Mana, será executada em um arranjo similar, mas revisado em relação ao Fifth Symphonic Game Music Concert (2007). Tomara que mais músicas desta série de concertos alemã reapareçam, porque a maioria se perdeu no tempo pela inexistência do lançamento de gravações oficiais como não me canso de lembrar e lamentar.

[via SEMO]

A verdade sobre a trilha do Mega Man X3 do Super Nintendo

Por Alexei Barros

Com o início da vertente Mega Man X em 1994, uma nova safra de compositores foi escalada em relação àquela da série clássica. Resistia a praga dos pseudônimos, e em alguns casos, como do Mega Man X3, nem créditos havia. O lançamento das OSTs dos seis primeiros capítulos ocorreu de uma só vez em 2003 no Capcom Music Generation Rockman X1~6, cujo encarte creditava os compositores do MMX3 como Minakuchi Engineering Staff, Toshihiko Horiyama, Syusaku Uchiyama, Yoshino Aoki e Makoto Tomozawa.

Sempre houve uma discrepância da autoria das músicas, visto que além desses nomes, Kinuyo Yamashita, a simpática compositora do primeiro Castlevania que assistiu ao VGL no Japão, também listava o jogo entre seus trabalhos no site oficial.

A questão foi parcialmente elucidada em entrevista ao SEMO. Na verdade,  a Capcom contratou a hoje extinta Minakuchi Engineering para fazer a trilha musical sabe se lá o motivo. Esta empresa, por sua vez, utilizou os serviços da Kinuyo Yamashita, à época freelancer e sem nenhuma relação empregatícia com a companhia. Simplesmente todas as músicas do Mega Man X3 do Super Nintendo foram feitas por ela. Entre tantas, devo destacar “Opening Stage” (especialmente), “Gravity Betbood Stage”, “Electro Nazamuros Stage”, “Doppler Stage 1″ e “Cast Roll”.

E os outros nomes? Como o álbum traz as músicas de todas as versões, a original do SNES e do relançamento para PlayStation e Saturno que aconteceu somente no Japão e Europa, logo se conclui que os quatro restantes estão relacionados com a versão 32-bits, que traz arranjos e faixas novas. Não são claros os cargos do quarteto, a não ser pela Yoshino Aoki, que disse em outra entrevista ao SEMO que sua participação se limitou ao arranjo.

Mais interessante, a Kinuyo Yamashita não gostou nem um pouco do resultado pelos que se pode comprovar pelos comentários no Facebook – não é muito comum ver críticas assim tão contundentes de maneira pública. Ao menos com a “Opening Stage (Arrange Version)” eu concordo que perdeu toda a empolgação a ponto de parecer uma outra música. Seja como for, enfim temos a certeza de quem compôs a trilha sonora do Mega Man X3.

[via SEMO e com grande ajuda do VGMdb]

“Dracula’s Castle” – Castlevania: Symphony of the Night (Castlevania the Concert)

Por Alexei Barros

O Castlevania The Concert ocorreu no último dia 19 de fevereiro, e só lembrei hoje da existência da apresentação. Talvez isso seja resultado de algum trauma. Sim, porque posso citar vários casos em que os concertos tocaram diversas músicas das produtoras, séries ou jogos selecionados, e exatamente a que julgava a melhor, a obrigatória, acabou de fora.

Com esse histórico me aterrorizando, fui atrás dos vídeos do Castlevania The Concert principalmente na expectativa de ouvir a “Dracula’s Castle”, uma das minhas preferidas do Symphony of the Night. Nada e nada e nada… até que sou acometido por ondas e ondas de nostalgia com a inacreditável versão orquestrada, jamais realizada em concertos profissionais. Sensação de espanto que pode ser notada pelo espectador próximo da câmera (atente para o “oioioioioi” e outras exaltações incompreensíveis em 1:10) ao reconhecer a música.

A gravação não está boa, mas foi a melhor que encontrei, e permite constatar a grande qualidade do Castlevania the Concert, com uma orquestra numerosa e capacitada interpretando um arranjo bem elaborado, que não deve em nada a tantos outros por aí. Meu ouvido (que não é lá essas coisas) acusou apenas escorregadas aqui e ali (como em 2:05) dos metais que não comprometem tanto.  A original inicia com um clima de mistério que é invadido pela guitarra pesada e a batida forte da bateria, elementos que foram preservados na adaptação, ainda que o primeiro fique mais evidente somente na segunda metade e o outro apareça menos (ainda bem, porque a bateria poderia acabar engolindo a orquestra). As cordas representam a melhor parte da performance, enriquecendo a peça que não trazia um timbre similar na sintetizada. Enfim, o momento que aguardei por tanto tempo magistralmente executado pela The Stockholm Youth Symphony Orchestra.

Aguardo pela publicação dos relatos nos sites e/ou blogs estrangeiros para detalhar o set list e outras informações em um futuro post. Por enquanto fique com o vídeo. Faça o favor de ignorar a dispensável encenação no início (me lembrou as fanfarronices do nosso amigo mascarado The Screamer). Pule para 0:56 sem pestanejar.

Gyakuten Kenji Original Soundtrack: investigando as músicas originais


Por Alexei barros

Finalmente! Dia 16 de fevereiro, o primeiro spin-off da série Ace Attorney de nome Gyakuten Kenji, conhecido por aqui como Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth, foi lançado nos Estados Unidos. Impressionante que o tempo que demorei para escrever o post, visto que o álbum Gyakuten Kenji Original Soundtrack saiu em 24 de junho de 2009, não foi suficiente para ficar defasado. Levou quase um ano para a localização ser consumada (a versão japonesa é de 28 de maio de 2009). Nada de anormal, o problema é que ficamos mal acostumados com o Justice for All e o Trials and Tribulations que foram lançados para DS em 2007.

Falemos das músicas. Na verdade é a segunda vez, porque já comentei sobre o pacote promocional Gyakuten Kenji Orchestra & Video Album, que antecipava dois segmentos orquestrados. É um caso curioso, não raro, de conhecermos as versões arranjadas antes das originais. Naquela ocasião se sabia que Noriyuki Iwadare era o compositor. Com o advento do álbum, foi confirmada também a inesperada participação da ex-Zuntata (estúdio e banda da Taito) Yasuko Yamada, que assinou trilhas de jogos como Bubble Symphony (Arcade) e Deep Sea Adventure: Kaitei Kyuu Panthalassa no Nazo (PlayStation).  Com isso, repete-se o costume de usar colaboradores externos e não compositores da Capcom, como aconteceu em todos os episódios menos no Trials and Tribulations, que é do Iwadare. Apesar de tantas pessoas já terem se envolvido, o nível de inspiração sempre foi elevado (um pouco menos no Justice for All, a bem da berdade).

Entretanto, o encarte comete o pecado – muito frequente nos álbuns do Mega Man – de não trazer os créditos de cada faixa. Não sei por que ainda fazem isso. Não custa nada falar quem compôs o que, ora bolas. Além do mais, na Gyakuten Saiban 4 OST há a informação. A única dica foi liberada pelo Iwadare em recente entrevista ao SEMO: “Acredito que fiz mais da metade da trilha sonora”, diz. “Realmente não conseguiria dizer quais faixas compus exatamente, mas por favor ouça as músicas e descubra quais tem o estilo Iwadare”. Espero que um dia os detalhes venham à baila porque não sou nada familiarizado com o estilo da Yasuko Yamada, e mesmo do Noriyuki Iwadare, que conheço um pouco melhor, não arriscaria dizer. E mesmo que um dia consiga quero ter a confirmação de fato. Mais triste, nem sempre os compositores anotam as faixas que criaram, e podem acabar esquecendo no decorrer dos anos. Serei obrigado a pentelhar o Iwadare todos os dias no Twitter?

Você que ainda não jogou ou não conhece a série muito provavelmente não achará as músicas tão impressionantes assim (em parte pelas limitações do DS), mas pelo menos comigo todas as faixas melhoraram depois que comecei a me aventurar nas investigações (fantásticas, como não poderia deixar de ser). De toda forma serve para se habituar com as melodias, já vislumbrando um novo álbum arranjado ou concerto da série.

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Créditos do Excitebike: World Rally revelam o compositor do Excitebike de NES

Por Alexei Barros

Ah, os mistérios de game music… felizmente posso dizer que mais um enigma foi desnudado. Devo ter procurado alguma vez na vida, mas não havia me dado conta que era desconhecida a autoria das músicas do Excitebike. Está bem, você pode falar que mal dá para considerar que o jogo tenha uma trilha. Todas as melodias são marcantes – ao menos para mim ficaram tatuadas na memória.

A principal fonte para este tipo de informação, o site japonês GMCL, não fornecia nada parecido, então o crédito da trilha estava guardado nos cofres mais obscuros da Nintendo, aqueles escondidos atrás do quadro do Mario na sala do Satoru Iwata.

A revelação ocorreu no local onde menos esperaria, no encerramento do recente Excitebike: World Rally do WiiWare. Simples e direto: “Music of NES ‘Excitebike’ / Akito Nakatsuka”. O jogo soma-se ao repeitável currículo do compositor que já possuía Zelda II: The Adventure of Link, Ice Climber e Clu Clu Land.

Os arranjos do Excitebike são escassos, mesmo porque são poucas as músicas. No entanto, suplico para que você ouça o breve medley do guitarrista doujin Aoi Kiba. São 23 segundos de pura genialidade que não me atreverei a descrever para não estragar a surpresa.

- “Excitebike”

Agradecimentos ao usuário strugglepoo do VGMdb pela descoberta.

Avatar, 3D e joguinhos de videogame

Por Claudio Prandoni

Nesta última sexta-feira finalmente consegui assistir ao Avatar. Em 3D, claro. Se o James Camarão Cameron levou 12 ou sei lá quantos anos pra fazer o bendito filme porque queria em 3D vou eu não assistir em 3D?

Gostei bastante do filme. A história é uma compilação bem amarrada de clichês eficientes que empolgam e emocionam na medida e momento que devem, as imagens de natureza são lindas, personagens carismáticos (para o bem ou mal) e as lutas intensas. Só teria deixado um pouco mais curtinho, com início e fim mais aceleradinhos, mas beleza.

Enfim, como um apaixonado por joguinhos, alguém que lida profissionalmente com o assunto e também curioso por tecnologia, não pude deixar de associar a tecnologia 3D do filme o tempo todo a games. Óbvio, não dá para ignorar também toda a questão da convergência multimídia, a aproximação cada vez maior entre cinema e games e todo aquele lance de interação e tal.

Que seja, nos parágrafos seguintes – logo após o Hadouken – me dedico a expor minhas impressões sobre o tema.

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Brasileiro cria mangá próprio de Monster Hunter

Por Claudio Prandoni

Busque no seu conjunto físico de sinapses e neurônis conhecido como célebru Cerberus Mother Brain cérebro: em julho do ano passado comentei por aqui sobre o Rafael Françoi, nosso amigo e leitor brasileiro que emplacou no blog da Capcom uma fantástica arte sobre um monstro fictício para a série Monster Hunter – o Great Woullank.

Rafael agora dá um passo além e começou a produzir por conta própria um mangá sobre a franquia!

Basta clicar aqui ou na imagem acima para ler a primeira parte do Monster Hunter Chronicles – por ora disponível apenas em inglês, mas uma tradução já foi prometida pelo Rafael.

Ah, e não deixe de visitar a galeria digital do cara no deviantART com muitas outras ilustrações excelentes dele!

“Super Mario Bros. Medley” – Super Mario Bros. (VGO ~Awakening~)

Por Alexei Barros

Super Mario Bros. é bem manjado, então considere este post um dois em um sobre a Video Game Orchestra. Uma novidade sobre a última apresentação e a outra sobre a próxima.

Nos dias 2 a 4 de abril acontecerá o Anime Boston na respectiva cidade americana. Como em 2009, a VGO mostrará a irreverência no evento em performances de arranjos conhecidos e próprios. Neste ano, porém, um compositor aparecerá por lá, um tal de Nobuo Uematsu. Ainda não se sabe se ele chegará a participar da performance, mas contar com a presença bigoduda fora do Japão não é para qualquer um, ainda mais sendo a VGO um grupo amador.

Você pensará: “grande coisa, o Uematsu aparece em todos os concertos mesmo”. Com certeza. Ele já assistiu três edições da extinta série alemã Symphonic Game Music Concert, a estreia da Eminence no A Night in Fantasia, vários PLAY!, para não dizer do Distant Worlds e do Press Start, que ele participa da produção. Porém, há uma turnê que o Uematsu nunca assistiu, nem mesmo quando esta passou pelo Japão, uma que eu não quero dizer o nome mas é tida como a maior do mundo e geralmente é abreviada para uma sigla. Não chega a ser curioso?

Mas voltemos para a VGO, agora sobre o último concerto do dia 5 de dezembro. Os primeiros vídeos do show ~Awakening~ foram publicados no YouTube, portanto fique atento para a fornada de vídeos promissora pelo que acompanhei na transmissão via rádio.

“Super Mario Bros. Medley” é aquele mesmo arranjo altamente batido do OGC, mas o motivo para publicar a performance são as implementações de baixo e bateria (esta num breve interlúdio apenas), tocados por Jon Kolar e Alvaro Morales, respectivamente. O primeiro instrumento não só confere um peso que inexistia na versão do Nobuo Kurita, como se dá direito a um solo slap na “Underworld” – pode parecer óbvio, mas não é feito com muita frequência desta forma.

“Super Mario Bros. Medley”
“Overworld” ~ “Underwater” ~ “Underworld” ~ “Overworld”


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