
Por Claudio Prandoni
Não consigo ficar alheio à comoção geral por Assassin’s Creed 2 – tem o Flausino aqui, os GoLuckeiros acá e a menina guerreira Carlinha Rodrigues aqui, por exemplo.
Não é tanto por apreço ao primeiro game – acho-o bem criativo e tal, mas não o terminei, aliás, estou instalando agora no PC para saciar o micro hype já de AC2.
Também não é muito pela história, a qual considero criativa pacas, utilizando de forma inteligente alguns clichês.
Muito menos pela ambientação, ainda que goste desse período histórico das Cruzadas.
Para mim, o grande gancho de Assassin’s Creed 2 é a ambientação e – neste caso, sim – o período histórico. Usar como cenário a Veneza do período Renascentista é quase como um soco no estômago. Buscando rapidamente na minha torpe memória, não consigo rememorar de algum game que trate com decência e empolgação este que é o meu período histórico favorito.
Assassin’s Creed 2 pode suprir essa lacuna.
Não vou me enrolar aqui falando o quanto pago um pau master hell aprecio imensamente os artistas, as idéias e a produção cultural desta época. Mas quero compartilhar minha empolgação e emoção com os outros tantos candidatos a assassinos.
Uma imagem especialmente me chamou atenção – justamente essa abaixo, em que Ezio combate inimigos na Piazza di San Marco, em Veneza, em frente à própria Basilica di San Marco.

Certa vez tive a oportunidade de visitar o lugar, o qual me deixou absolutamente estupefato pela riqueza artística e histórica, e de lá resultou uma de minhas fotos preferidas dentre as poucas que tirei pela vida. Essa aí abaixo.

Desde já, prevejo que o iminente título da Ubisoft será daqueles em que qualquer fiapo de novidade me atiçará demais o hype. Que saia logo no final do ano – e que até lá eu tenha terminado o primeiro!
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