Conclamei aqui os leitores serelepes do Hadouken a soltarem o lado pútrido da imaginação para voar com o editor de wallpapers do tiroteio trash B de The House of the Dead: Overkill.
E não é que veio resposta?!
A imagem logo acima é do leitor Ed, rapaz de Manaus (vizinho do Blanka, pelo que ouvi) que também está ajudando a meninada esperta do estúdio Make a Wish, produtora do MMO Shadow of Light – sobre o qual ainda falo por aqui de novo .
Mais uma tarde fantástica do leitor Vinicius – que já arrebentou por aqui ao redesenhar todos os personagens de Super Street Fighter II Turbo em alta definição, ficando até melhor que a própria releitura da UDON em SSFIITHDR na opinião de alguns.
Hoje uma ilustração de Cammy, naquele estilo todo cheio de estilo de Street Fighter IV – com traços de tinta espalhada pelo desenho. Não deixe de conferir também os outros trabalhos do rapaz na galeria digital dele no deviantART.
Mortal Kombat à venda e a Midway em bancarrota. Reparando na qualidade abjeta dos jogos recentes – como a empulhação Cruis’n do Wii – e em comerciais de mau gosto como o abaixo, não é difícil compreender porque a produtora está nessa situação. Se pelo menos tivesse os personagens a sanguinolência seria encarada com maior naturalidade.
Parece provocação colocar um vídeo da “Scars of Time” logo depois do post anterior. Não parece. É mesmo. Seria mais uma das dezenas de performances amadoras do tema de abertura do Chrono Cross, se não fosse por um aditivo substancial. Além de muito bem executado pelo quarteto de instrumentistas da Video Game Orchestra – o criador do grupo, Shota Nakama, está ao violão – tem um aditivo interessante. Atente para o excerto compreendido entre 2:29 a 3:04. Nesse meio minuto, eles se desprendem e depois retornam à melodia original de maneira magnífica, de modo a parecer que o trecho fazia parte da peça. Improvisação que combinou perfeitamente.
Organizar atualmente um concerto sem Chrono Trigger ou Cross é impensável. Todos os espetáculos de várias franquias diferentes espalhados pelo mundo tocaram pelo menos uma vez uma música da série. Com exceção do Video Games Live. Depois de cinco anos de existência, o VGL inseriu Chrono no repertório, estranhamente sem o tradicional alarde de quando um segmento é adicionado, e a cidade de Okland, na Califórnia, foi a primeira contemplada no último dia 28 de fevereiro. Sim, não me esqueci que em 2007 Chrono Cross debutou na forma de um embusteiro solo de teclado, mas dava para considerar? Entretanto, farei tantas críticas que serei obrigado a separá-las por tópicos:
- O medley tem quatro músicas, três de Chrono Trigger, a saber, “A Premonition”, “Wind Scene”e “Frog’s Theme”, e uma de Chrono Cross, “Scars of Time”. Já começou errado. Se o VGL é feito para todos os tipos de público, não deveria tocar o tema principal do jogo que seria mais facilmente reconhecido pelo plateia, vulgo “Chrono Trigger”? Pois é, não tem.
- E então chegamos à famigerada “Scars of Time”. Bem como alertei por diversas vezes, o violão é essencial nessa música. Para minha surpresa, quando é chegada a hora de ser executada, Jack Wall abandona a regência, assume o violão e acompanha a flauta, enquanto Tommy Tallarico improvisa em outro violão. Afinal, para que contratar um violonista se o próprio maestro pode tocar? A introdução que Tallarico faz quando se senta no banco à espera de Wall não tem nada a ver com a original. Parece até criada na hora. Da mesma forma, o encerramento é bem diferente. E não é uma nenhuma surpresa para mim a ausência de baixo elétrico em se tratando de VGL, e lembro que o PLAY! teve sim, mesmo com 1001 falhas.
- Em suma, a seleção de faixas é pouco criativa e duvidosa, a primeira transição é abrupta, as músicas não estão fiéis às originais e o arranjo não apresenta o menor refino. O fato de o maestro tocar violão no meio da música, da forma com que foi feito, mostra como a produção é capenga, e a constante movimentação dos dois compositores pelo palco parece servir mais para tirar a atenção da baixa qualidade da performance. Que é melhor do que o solo de teclado é, mas isso não quer dizer muita coisa. Resumo, enfim, o segmento em uma palavra: patético.
- Peço que veja e ouça músicas da série Chrono clicando no link da categoria para acompanhar as performances amadoras, ou então entre aqui para relembrar as versões orquestradas nos álbuns e outros concertos – todas infinitamente superiores.
Já está aí se divertindo com Street Fighter IV? Pois bem, eu ainda não – mas se tudo der certo isso muda nesta segunda-feira.
Enfim, apesar de diversos FAQs já estarem pipocando pela Internet, convém relembrar que a própria Capcom mandou para alguns membros seletos da imprensa internacional, ou seja, nada de Brasil, um guia oficial para treinar golpes e tal.
Com o lançamento do jogo, o tal manual foi liberado em formato digital e é justamente ele que você pode baixar por meio do link abaixo (velho esquema, clica com botão direito e escolhe “Salvar destino como…”) ou então conferir em versão linda, bonitona e interavita no Issuu.
Além de uma lista oficial de golpes e artworks bacanas dos personagens, o guia apresenta também uma linha do tempo da série, alguns dos outros zilhões de produtos de Street Fighter lançados, explicações sobre os modos de jogo e uma entrevista com Seth Killian, o gerente de comunidade da Capcom norte-americana.
Ah, e entre as lindas ilustrações a artworks nas páginas, essa montagem absolutamente fantástica, mesclando os cenários da Chun-Li em SF II e SF IV.
Retro Game Challenge saiu nesta semana por aqui no lado ocidental do planeta para DS. Fantástico é pouco. O game é uma verdadeira homenagem à era 8-bits, repleto de referências e truquinhos de revista.
Enquanto a gente se regozija com a estreia da série aqui, o Japão se esbalda já com a segunda edição – isso sem contar o próprio programa de TV.
Agora ainda isso: chaveiros exclusivamente nipônicos de Retro Game Challenge, com direito a três versões do simpático Arino e o reizinho do fictício Guadia Quest. Sinto altos níveis de fantabulosidade.
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