Arquivo de março \31\UTC 2009

Turnabout Hadoukast

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Por Claudio Prandoni

Finalmente, meses transcorreram em nossa realidade, anos e gerações desfilaram pelos tribunais virtuais e eis que finalmente a saga chega a um desenlace.

Digo, ao menos para os três juristas, donos de insígnias toda-importantes de advogados, que participam desta edição especial do Hadoukast. Chega de enrolação e vamos às evidências: como o nome bem entrega, trata-se de uma edição especial comemorativa à série Ace Attorney. Toda ela.

Os hadoukeiros Alexei Barros e Claudio Prandoni são brindados com a gaúcha presença figuerense de Geraldo Figueras para uma extensa Cross Examination conversa sobre a franquia – jogos, trilha sonora, o bizarro musical e outros elementos que a circundam.

Opiniões controversas, um monte de nomes japoneses e uma pilha enorme de spoilers o aguardam caso opte por ouvir o programa. Se sua lapela não ostenta uma insígnia como a do caro Feenie Phoenix Wright, recomendamos encerrar seus quatros anos de advocacia pixelada e aí sim ouvir as baboseiras que tanto discorremos aqui.

Para ouvir você já sabe, basta clicar no nome abaixo para fazer download do podcast. Ah, não deixe de comentar, nem que seja para deixar um OBJECTION!

Turnabout Hadoukast

Aliás, como prometido durante o programa, logo abaixo a antológica imagem com diversos penteados distintos para as promotoras madeixas de Winston Payne.

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Piano Collections Kingdom Hearts: antes tarde do que nunca


Por Alexei Barros

E antes tarde do que nunca falarei da Piano Collections Kingdom Hearts. Estava no aguardo por maior quantidade de informações, mas aí percebi que dei muita atenção para o bisonho Final Fantasy Remix ano passado. Por favor, nem se compara com esse álbum.

Por mais que a Square Enix seja uma das empresas que mais lança coletâneas no piano de suas séries, como Final Fantasy e Dragon Quest, curioso perceber como jamais Kingdom Hearts teve semelhante tratamento pianístico. Evidente que os fãs trataram de tapar a lacuna em dezenas (quiçá centenas) de performances amadoras no YouTube. O trabalho mais respeitável é a excelente antologia de faixas arranjadas por Josh Barron que o Fabão me apresentou e já lembrou nos comentários no Hadouken. Escute a versão dele da “Hollow Bastion”.

Depois de tanto tempo, enfim a Square Enix fará o CD no piano. As músicas do Piano Collections Kingdom Hearts foram selecionadas por uma votação dos fãs ano passado no Square Enix Members, mas a relação completa ainda não foi divulgada. Uma música está confirmada, totalmente obrigatória, afinal de contas é praticamente um solo de piano, a “Dearly Beloved”, que pode ser ouvida no site oficial. Arranjador? Intérprete? Ainda não se sabe. Será lançado dia 27 de maio, com número de catálogo SQEX-10144.

Na página também chegou a ser veiculada uma mensagem da Yoko Shimomura – é a primeira vez que vejo a mestra em vídeo –, comentando acerca do projeto.

[via SEMO]

Sackboy é Reno/Ulala/Michael J. Fox/Fruit Brute

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Por Claudio Prandoni

Recorda-se do excelente trabalho da artesã Maggie Wang, que fez um Sackboy de pelúcia personalizado de Prince of Persia?

Pois bem, a moça ataca novamente com exemplares tão bem feitos quanto criativos – e não apenas gamers!

No menu de hoje:
– Reno (Final Fantasy VII)
– Ulala (Space Channel 5)
– O Garoto do Futuro (originalmente o filme Teen Wolf, no qual Michael J. Fox é um lobisomem adolescente primo do Sonic)
– Fruit Brute (um lobo mascote de um cereal matinal extinto dos Estados Unidos e tal…)

A Hora do Planeta e a coleta do lixo de Gomibako no PS3

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Hoje é sábado, hoje é dia 28 de março, hoje é dia de descansar e também é doa da Hora do Planeta (Terra, para ser mais específico). Trata-se de uma iniciativa de conscientização ambiental organizada pela WWF – a ONG, não a federação de luta-livre, infelizmente.

3259600747_928257935dA idéia é passar uma hora do dia com todas as luzes apagadas durante uma hora. Por aqui o horário combinado é das 20:30 até as 21:30. A cidade australiana de Sidney já participou, outras grandes metrópoles mundiais do mundo também, São Paulo e Rio de Janeiro farão parte, um monte de artistas apóia e até o GoLuck e nós toperas aqui do Hadouken participaremos.

Pro Gustavo será muito fácil, habituado à penumbra do esgoto em que reside. Ficadica: às 20:30 apague todas as luzes em casa, feche seu DS, deixe o PSP em stand by e ajude também a preservar o planeta Terra, já que por enquanto é o único que temos.

Ainda em ritmo ecologicamente correto, confira acima o hi-fi-master-electro-trailer de Gomibako, iminente puzzle para PlayStation 3 que mistura Tetris e… coleta de lixo e reciclagem!

É, isso mesmo, por aí e tal. A idéia é juntar as peças e eliminá-las, mas para fazer a tralha sumir é necessário quebrar em pedacinhos os itens e cada um respeita o próprio material do que é feito.

E há algumas sacadas bacanas, como posicionar estrategicamente um botijão de gás e aí jogar uma bituca de cigarro acesa em cima para explodir parte do lixo. Enfim, apaixonei, também por conta da música eletrônica empolgante – ainda que totalmente sem nexo para um jogo desse estilo.

Por enquanto está previsto só para o Japão, mas quem sabe não pinta por aqui também. Com certeza ativaria o lado corretamente ambiental de muitos donos da lápide negra.

Em tempo: gomi significa lixo em japonês, o bako por ora fico devendo…

Comerciais gamers: Gran Turismo 5 e Kazunori Yamauchi

Por Alexei Barros

Coincidência dupla: foi só postar comerciais com Toshihiro Nagoshi e Akihiro Hino e falar de Gran Turismo que surge esse comercial com o mestre Kazunori Yamauchi do GT5. Falando nisso, no GT5 Prologue, mesmo na versão americana, toca a “Moon Over The Castle GT5 Prologue Version”, em espetacular arranjo da dupla Vince DiCola e Doug Bossi. Voltando à propaganda, ainda tento distinguir o automóvel virtual do real no final. Falando sério.

[via Hardgamer]

“Moon Over the Castle” – Gran Turismo 4 (A Night in Fantasia 2005)

Por Alexei Barros

Enfim… Foi uma gigantesca epopeia na busca por esse vídeo. Infelizmente, o longo tempo de procura é proporcional à minha imensa decepção com a performance.

O tema da série Gran Turismo foi tocado em diversas ocasiões em shows do T-Square, a banda jazz fusion do compositor Masahiro Andoh como já compartilhei por aqui, e em espetáculos de game music somente em duas oportunidades: no concerto holandês Games in Concert 2 (2007) e nesta récita australiana A Night in Fantasia 2005.

A introdução da “Moon Over the Castle ~Orchestra Version~” é reproduzida com maestria pelo Coral Eminence e principalmente pela soprano no solo em italiano, mas… É só isso. É apenas a introdução que Keiichi Oku arranjou na versão do Gran Turismo 4. Quando você imagina que vai entrar a parte rock, que mais interessa, acaba subitamente. Será que valia a pena tocar somente o trecho erudito? Para mim não compensa.

Parte da culpa pela omissão é da própria Sony, que prejudica a popularidade do tema original, imagino eu. Nas versões europeia (que possui o mesmo sistema de cor PAL da Austrália) e americana a música foi bizarramente trocada por duas canções licenciadas – “Reason is Treason” (Kasabian) e “Panama” (Van Halen) –, algo que ainda tento digerir, já que o tema foi composto para o jogo, e a própria abertura foi montada baseando-se na melodia da faixa japonesa. Peço que compare após o Hadouken as diferenças das versões, ignorando a americana, uma vez que todos os vídeos com o Van Halen no YouTube tiveram o áudio excluído por reclamação de direitos autorais da Warner Music Group.

Seja como for, fique com a performance. O segundo vídeo, do T-Square, é só para imaginar como deveria ser a execução perfeita da “Moon Over the Castle”. Assista-os na sequência.

Continue lendo ‘“Moon Over the Castle” – Gran Turismo 4 (A Night in Fantasia 2005)’

“Rising Sun, 1st Movement” – Onimusha (A Night in Fantasia 2005)

Por Alexei Barros

Apesar de a franquia Onimusha estar encostada pela Capcom, sou totalmente favorável por um concerto exclusivo da série, bem como aconteceu com Resident Evil (fato que descobri recentemente; a apresentação de 1999 está registrada no CD Bio Hazard Orchestra Album), Ace Attorney e futuramente Monster Hunter. O disco Onimusha 2 Orchestra Album ~Taro Iwasiro Selection~ é um primor do início ao fim e a “Onimusha 3 Opening”, que ilustra aquela CG avassaladora de abertura, é magnífica. Detalhe: eu nunca joguei qualquer Onimusha, embora as trilhas sonoras tenham me inspirado a conhecer.

Merecia ser lembrada pelos concertos. A única vez em que isso ocorreu foi no A Night in Fantasia 2005 da australiana Eminence Symphony Orchestra, com a execução da “Rising Sun, 1st Movement”, escrita por Mamoru Samuragoch. É louvável o empenho em recriar a música da maneira mais fiel possível – sem playback, evidente. Para tanto, o convidado Riley Lee tocou a introdução no shakuhashi, flauta de bambu, dando passagem para as alternâncias impetuosas de metais e cordas. Até dá para reparar em uma desafinada do trompete em uma nota mais aguda e o tamanho relativamente diminuto da orquestra (lembro que a Eminence aumentou e evoluiu bastante desde 2005) não condiz com a grandiosidade da peça, mas fica o registro da música de uma série japonesa que sequer apareceu em concertos nipônicos.

Artwork do dia: quem joga os Game & Watchmen?

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Por Claudio Prandoni

Observando seus pixels monocromáticos desde 1980 – ou algo parecido.

Desenho do artista espanhol conhecido no deviantART como ~NoPLo, dica de ouro do leitor Platy.

Sequências: quando saber a hora de parar

Por Gustavo Hitzschkyresident-evil-5-1_1

Semanas atrás, estava comentando com maestro Barros sobre o lance das sequências de jogos, tão abundantes hoje em dia, numa época em que arriscar com franquias novas pode não ser um bom negócio em meio à crise generalizada. A conversa começou depois que li uma nota a respeito de um suposto (e altamente provável) Resident Evil 6, que, segundo o produtor Jun Takeuchi, deverá marcar um reinício da série.

Foi então que passei a refletir sobre a seguinte questão: será que não há um determinado momento em que uma franquia necessita ser enterrada? O maestro defendeu o lançamento de spin-offs, e ele tem razão. Porém, quando analisamos a trama central de uma série e não seus subprodutos e ramificações, até que ponto vale a pena continuar contando uma história aparentemente já exaurida e encerrada?

Cito aqui o exemplo de Metar Gear Solid. Sinceramente, duvido que o glorioso Kojima-san não fará mais títulos Metal Gear. Entretanto, ele parece estar seguro de uma coisa: a franquia “Solid” terminou. E de maneira inteiramente digna, pelo menos no meu ponto de vista. O ir e vir da cronologia, as pontas amarradas ao longo de quatro jogos, a resolução dos mistérios que habitaram nosso imaginário enquanto esperávamos pelas sequências, enfim, o enredo foi todo finalizado e construído de forma a não deixar nenhuma aresta. Não há por que lançar um Metal Gear Solid 5, apesar de os rumores sinalizarem o contrário – ao que me consta, a quinta aventura seria ambientada antes dos acontecimentos de Guns of the Patriots. Particularmente, preferia que o 4 fosse o derradeiro.

Continue lendo ‘Sequências: quando saber a hora de parar’

Vila Sésamo vs. Street Fighter

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Por Claudio Prandoni

Resident Evil 5 é um passeio pelo jardim da praia domingo de tarde chupando picolé de limão. Essas artes do artista norte-americano Matt Crane, conhecido no deviantART como ~gavacho13, é que são verdadeiramente um novo e aterrador significado para a palavra medo.


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