Arquivo de janeiro \19\UTC 2009



Moving Memo Pad, ou Motivo para comprar um DSi

Por Claudio Prandoni

Confesso que quando a Nintendo revelou o DSi eu não me empolguei nem um pouco. Telas ligeiramente maiores e mais brilhantes são bacanas, assim como um portátil mais fino. Porém, convenhamos: bateria com menos capacidade!

Poxa, isso é dar um tiro no próprio pé. Mesmo quando tive a oportunidade de conhecer o aparelho pessoalmente lá na Editora Europa, cortesia do amigo Felipe Azevedo e do maestro Fabão, não me encantei.

A reviravolta veio depois de conhecer dois softwares: um jogo e o Moving Memo Pad.

Utsusu Made in Wario é – como todos os WarioWare – absolutamente genial. Típica coisa da Nintendo. Com o Wii seu corpo se torna uma extensão do controle, no DSi você é o controle! Por meio da câmera interna o console capta sua posição e a usa como ferramenta nos minigames – e também para tirar umas fotos divertidas e sacanear com o jogador.

Já o Moving Memo Pad é uma complicação total em japonês, mas quem sabe mexer faz maravilhas – e quando sair aqui no ocidente deve ensejar uma onda gigantesca de artes de ocidentais. A demonstração acima é guiada por Takada, desenhista do estúdio Tatsunoko (época conveniente, não?). O cara detona de maneira singela e genial com alguns desenhos de mocinhas e o Casshern.

O bacana é que todas essas animações depois podem ser exportadas em formato GIF, salvas no cartão SD e jogadas no computador para você postar onde quiser. Tipo esta galeria aqui.

Droga, acho que agora eu quero…

Halo 3: ODST confirmado no VGL; mais dez segmentos novos em 2009

ODST

Por Alexei Barros

Chega a ser irritante como qualquer novidade musical referente ao universo Halo é rapidamente adicionada no set list do Video Games Live. Não bastassem a “Halo Suite” presente desde a primeira apresentação em 2005 no Hollywood Bowl, o tema do trailer de Halo 3 “Finish the Fight” quando o jogo nem havia sido lançado e ainda uma variação (até 2:31 no vídeo) do tema do Halo 3, a expansão Halo 3: ODST foi instantaneamente ratificada para o repertório da turnê de 2009, a estrear dia 24 em Seattle. É Master Chief para tudo quanto é lado.

Se as novidades acabassem aqui, eu reclamaria mais uma vez que: quando as inserções não são duvidosas (Harry Potter ainda estou digerindo), são de jogos ocidentais recentes, quando se há tantas músicas sensacionais de games antigos e/ou japoneses. Mas não farei isso.

Nesse quinto ano de VGL, parece que finalmente haverá boas-novas substanciais no repertório. Várias que clamo há anos: Chrono Trigger/Cross, Earthworm Jim (como não pensaram nisso antes?), Shenmue, Silent Hill, Shadow of the Colossus, Monkey Island, Super Smash Bros. e Mega Man – mega-novidade, aliás, que o comparsa Gustavo “Mancha” já havia me adiantado ano passado. Ainda estou receoso, com temor que as novidades sejam solos de piano. Quero conferir se tudo isso vai ser com orquestra completa mesmo para  julgar melhor.

[via Music 4 Games e Rumble Pack]

Hadouken! Abertura de Street Fighter IV

Por Claudio Prandoni

Musiquinha pop charmosa – ainda que sem o carisma suburbano do rap de Street Fighter III: Third Strike (criado, aliás, pelo Yoshinori Ono, produtor de Street Fighter IV).

Depois, compilação de um monte de cenas conhecidas de trailers passados com remix eletrônico empolgante.

Eu sei: não precisava explicar, dá para ver tudo isso no vídeo bonitão aí acima. Mas a empolgação é tanta e os materiais e tralhas de SF IV tão abundantes que eu já quase me sinto jogando mesmo.

Ah, o hype…

Em tempos de crise, economize moedinhas com Space Invaders

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Por Claudio Prandoni

Agora que o Fabão inventou de atualizar diretamente o Twitter dele ferrou: vai ter dicas dele aqui no Hadouken indiretamente, mesmo sem ele saber. Rá!

O treco retrô acima é um cofrinho temático de Space Invaders com uma pegadinha. Cabem nele cerca de 100 moedas de iene (não sei se elas são muito maiores ou menores que nossas moedas brasileiramente reais). A cada moedinha colocada aparece um Space Invader na tela de LCD logo acima!

O visual é baseado em um dos modelos de fliperama clássicos de Space Invaders. Não consegui achar o preço, mas deve ser tão caro quanto é tentador.

9617-550x-dscn4413Aproveitando, já que estou no tópico Space Invaders, aproveito para destacar estas pelúcias bacanas do Toro, mascote da marca PlayStation no Japão (conhecia?). É uma série especial comemorativa aos 30 anos de Space Invaders, celebrados ano passado!

Ainda dá para achar eles à venda aqui e aqui, cada um por 1000 ienes – ou cerca de 26 reais.

[fotos via Tomopop]

Artwork do dia: Lutadores arruaceiros altamente definidos no traço do leitor Vinicius de Moura

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Por Claudio Prandoni

Que Super Street Fighter II Turbo HD Remix (respira para recuperar o fôlego…) que nada! Enquanto a Capcom demorou e adiou meses o lançamento do jogo por conta da produção da arte e coisa e tal, nosso leitor e amigo hadoukeiro Vinicius de Moura compilou todo o rol de lutadores do game (mais a Sakura, para delírio do Patrício) em versão alta definição.

Ok, tá certo: não é um trabalho assim, tanto para a Capcom quanto para o Vinicius, que mandou muitíssimo bem. Desavisados podem até pensar que se tratam exatamente dos novos desenhos usados no game, mas são todas artes originais – apenas estão na mesma pose dos sprites classicões.

A quantidade de detalhes é impressionante, principalmente nos cabelos e expressões dos World Warriors. Mega fã de Street Fighter de maneira geral, o rapaz também fez aí uma imagem bonitona da loirinha Cammy (essa que ilustra a abertura do post) e dois tributos ao eterno solitário Ryu – versão Street Fighter IV.

Para conhecer mais o trabalho do Vinicius, basta acessar a galeria digital dele no deviantART: lá ele se chama ~viniciusmt2007.

PLAY! A Video Game Symphony Live! é lançado… na iTunes Store

PLAY! A Video Game Symphony Live!
Por Alexei Barros

Se você acompanha o Hadouken há mais de um ano perceberá o déjà vu no título do post. Praticamente tudo o que aconteceu com o CD do VGL, o Video Games Live: Volume One, ocorreu com o álbum do PLAY!, o PLAY! A Video Game Symphony Live!. Ambos não cobrem todo o repertório tocado nas turnês pelo mundo – especificamente Final Fantasy, Mario e Zelda –, ambos sofreram adiamentos sucessivos e ambos, quando ninguém esperava, foram lançados na iTunes Store.

Sempre elogiei o PLAY! por tudo que vi e ouvi, mas comecei a ficar com um pé atrás depois de ler o report do CloudyMemory da apresentação na República Tcheca que originou o CD. Segundo ele, o Dvorák Hall of the Rudolfinum em Praga possuía espaço para 1000 pessoas e, na hora do espetáculo, o local não havia nem metade dos assentos ocupados. Quem estava ao fundo foi solicitado para ficar à frente.

Mais incrível, não havia ninguém para conferir se os indivíduos compraram os ingressos. Ou seja, era possível entrar de graça! Bem verdade que o autor sugere as prováveis causas para o fracasso de público: pouca divulgação, a desconfiança dos tchecos com os videogames – ele diz que ainda não colocam a música de jogos no mesmo patamar de cinema – e a ausência do lançamento de games muito importantes por lá. Você acredita que Chrono Cross nem apareceu no continente europeu?

Além disso, o maestro Arnie Roth chegou a interromper a performance de Silent Hill 2 por conta do erro do guitarrista como confirma o vídeo, e a música de Lost Odyssey também foi cessada e retomada de novo por um equívoco do coral. É como assistir a um ensaio. Meio cedo para tecer qualquer julgamento definitivo porque não estive lá (sério?), apenas estou repassando o que me chamou a atenção.

O repertório do CD é aquele mesmo que comentei quando falei sobre o adiamento, que nem acabou acontecendo na verdade:

01 PLAY! Opening Fanfare
02 Commodore 64 Medley
03 Castlevania
04 Sonic the Hedgehog
05 Crono Cross
06 Silent Hill 2
07 Halo
08 Kingdom Hearts
09 Battlefield Featuring Rony Barrak
10 World of Warcraft
11 The Elder Scrolls IV: Oblivion
12 Guild Wars

10019-121863Lamentavelmente, notei pelo report que foram tocadas, mas excluídas: “Amiga Medley”, “Metal Gear Solid”, “Super Mario Suite”, “Wind Garden” (Super Mario Galaxy)”, “Main Theme” (Lost Odyssey) e, me dói o coração, “The Revenge of Shinobi Suite”. As músicas da Nintendo já esperava a exclusão. Lost Odyssey, MGS e mesmo Super Mario Galaxy não fazem tanta falta, no meu modo de entender, porque os segmentos são semelhantes às faixas dos álbuns originais. “Amiga Medley” e sobretudo “The Revenge of Shinobi Suite”, arranjada pelo próprio Yuzo Koshiro, realmente é de entristecer. Ambas herdadas da série alemã Symphonic Game Music Concert – tocadas nas edições Fifth (2007) e Fourth (2006), respectivamente –, poderiam ser lançadas com qualidade profissional. Não foram. Tomara que fiquem reservadas para um volume dois. Ainda lembro que no concerto sequer foram executados os segmentos da série Final Fantasy, “One-Winged Angel”, “Liberi Fatali”, “Aerith’s Theme” e “Chocobo’s Theme”, talvez já prevendo que o CD não poderia tê-las por problemas de direitos autorais. Mas no álbum não fazem falta como as supracitadas porque são arranjos parecidos ou até idênticos às originais.

Do que escutei do CD, a performance não é perfeita. Apesar de todos os problemas, gostei do álbum principalmente porque em várias músicas, guitarra, baixo e bateria foram utilizados em parceria com a orquestra, no caso a Czech Philharmonic Chamber Orchestra – combinação que ficou imbatível no Press Start ~Symphony of Games~ 2007.

Reclamei da ausência de baixo na “Scars of Time” do A Night in Fantasia 2007? Aqui tem. Não tão excepcional, com aquele floreio como na OST, mas tem. Aliás, o segmento “Chrono Cross” originalmente chegou a ser intercalado com Chrono Trigger, só que os excertos do RPG 16-bits foram suprimidos também por problemas de direitos autorais – veja como era  a “Chrono Trigger & Cross Suite”. Baixo e bateria no trecho de “A Toccata into Blood Soaked Darkness” em “Castlevania” são empolgantes, e os dois instrumentos, reforçados pela guitarra em “Silent Hill 2” ficaram fantásticos – valeu a pena Arnie Roth intervir na performance. Para coroar, finalmente a suíte “Sonic the Hedgehog” arranjada pelo Yuzo Koshiro com qualidade decente. Vou poder incinerar os bootlegs fétidos.

Por isso tudo, mesmo com vários defeitos, o PLAY! A Video Game Symphony Live! é muito melhor do que Video Games Live: Volume One. Parece-me justo comparar álbuns de dois concertos de turnês mundiais. O CD do VGL, além de trazer oito gravadas em estúdio do total de 11 – afinal de contas, o show não se chama Video Games LIVE? –, tem entre as 11, uma música de um filme – afinal de contas, o show não se chama VIDEO GAMES Live? –, vulgo Tron. E há faixas iguaizinhas das OSTs… Para que vou querer outra versão em estúdio, ainda por cima piorada, de “Hikari”?

PLAY! ou VGL… Andei refletindo se hoje em dia vale a pena um concerto de várias franquias fazer turnês mundiais, por toda a dificuldade envolvendo a performance e custo altíssimo, sem falar das complicações de direitos autorais da Nintendo e Square Enix. Será que não compensa mais concertos com poucas apresentações, mas bem ensaiadas, e que representem uma série, uma produtora ou um compositor,  para assegurar o lançamento de um CD completo?

[via SEMO]

Tetris Prozac

tetrisbracelet_01

Por Claudio Prandoni

 “O site LifeHacker noticiou que, de acordo com pesquisadores da Universidade de Oxford, uma partida do popular jogo Tetris pode diminuir as sequelas de experiências traumáticas”.

Jogue Tetris e seja feliz!

Para lembrar sempre disso, use esse esdrúxulo lindo bracelete.

PS.: Finalmente achei uma justificativa bacana para mostrar essa coisa ridícula – mas que faz menção a Tetris, então não resisti.

Um drink batido com Hadouken, não mexido

sfivdrink

Por Claudio Prandoni

Indigestão por conta do festival de carnes apimentadas do prato do Rufus? Tudo bem, Fabão (aliás, viu o site novo do mestre?) tem a solução: o drink oficial de Street Fighter IV!

Ele  celebrará o lançamento do game, os 20 anos da franquia e, claro, o equilíbrio perfeito entre a mente sã e o corpo são dos World Warriors.

A fabricante é a Apris e o sabor ainda não foi revelado, mas como deve ser algum tipo de energético bizarro com sabor de ervas e tal e blergh. Item de colecionador que vale mais pela latinha.

Provavelmente o gosto será doce, mas o valor é salgadinho: 4.90 doletas e você pode comprar aqui.

A cozinha maravilhosa de Chun-Li e Sakura

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Por Claudio Prandoni

Você sabe que algo já é muito intrinsicamente conectado à cultura pop pós-moderna contemporânea cyber quando vira comida. Ou brinquedo de comida. Tipo Pokémon.

Carimbando o passaporte de volta ao hype mainstream da mídia, praticamente reprisando o fenômeno do início dos anos 90, Street Fighter IV virou tema de pratos em duas cadeias de restaurantes japoneses. Teve até evento em um restaurante com participação do produtor Yoshinori Ono e tudo mais.

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São quatro refeições, simbolizadas por lutadores distintos: Dhalsim, Sakura, Rufus e Chun-Li.

Os pratos para cada um são os seguintes:
Dhalsim - Tanmen (um tipo de macarrão) apimentado
Sakura - Arroz, batata e frango
Rufus - Carne bovina, suína e frango com molho de gengibre
Chun-Li - Filé de frango frito apimentado

As descrições são suculentas e confesso que com as fotos fiquei com mais água na boca ainda.

Muitíssimo obrigado ao Dr. Mucioli pela tradução expressa e sagaz dos pratos.

 

Presente de Ano Novo 2009: Ubisoft

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Por Claudio Prandoni

Acaba de chegar: antes tarde do que nunca a Ubisoft disponibilizou um presente para membros da comunidade online dela (aquela na qual você precisa se cadastrar para ganhar a roupa do Altair no Prince of Persia).

Trata-se de um pacote com dois lindos wallpapers de Prince of Persia e um protetor de tela com artworks do game – uma espécie de artbook digital automático.

O presente é exclusivo e tal, mas as imagens são bonitas demais para ficarem assim reclusas. Sem contar que quem se cadastrar só agora na comunidade talvez não receba a regalia e tal.

Assim, logo a seguir você contempla os papéis de parede que vieram nos formatos 1024×768, 1280×800 e 1280×1024. Clicando no link logo abaixo você pode fazer download do protetor de tela.

The Art of Prince of Persia Screensaver

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  • @thalesnm Gostei! Tenho mais vontade de jogar que o RE5 (que nem joguei ainda =(). Espero que tenha algum puzzle em meio àquela ação toda... 1 day ago
  • @thalesnm Olha que não é raro, talvez só não seja tão difundido. 1 day ago
  • @thalesnm É, mas eu acho que a trilha do Strange Journey tem uma pegada diferente dos Personas pelo que me recordo. 1 day ago

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