Arquivo de janeiro \24\UTC 2009



ICO + anime = Fragile

Por Claudio Prandoni

Não cheguei a acompanhar as novidades em relação a Fragile: Sayonara Tsuki no Haikyo (algo como Frágil: Adeus Ruínas da Lua).

Sabia apenas que era um game da tri-Crescendo (meninada que ajudou a fazer a série Baten Kaitos e lançou também Eternal Sonata) exclusivo para Wii e ainda mais exclusivo do Japão, ou seja, motivos o bastante para o público cult ficar ouriçado.

Depois de ver alguns vídeos de jogabilidade e esse extenso trailer de quase cinco minutos com legendas em inglês deu pra sacar: é um drama humano. Praticamente uma tentativa de ICO com roupagem anime! Tudo acontece em um mundo privado de luz natural no qual os humanos misteriosamente sumiram. O protagonista é o menino Seto que procura básica e unicamente entender o que raios aconteceu e no caminho se apaixona pela pálida Yorda Ren. O uso do Wii Remote é sutil: controla a lanterna, elemento crucial, ainda mais em um mundo sem luz.

Já falei demais. Deixo agora o vídeo falar por mim e tentar criar em vocês o mesmo hype e torcida para que venha também ao ocidente. Diz que sim, sim, siiim!

Artwork do dia: Pense Bem com Street Fighter II

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Por Claudio Prandoni

rev_pensebem_smallLembra dessa raridade Hyper Turbo Fighting Deluxe’?

Cortesia do acervo briguento do amigo Deco, do Street Fighter Web Site. Lembro que o Pense Bem também teve um livro do Sonic, do qual consegui garimpar uma pequena imagem no excelente Power Sonic. Lá fala que houve mais dois livros com o ouriço para o pseudo-computador da Tec Toy.

Alguém aí lembra e teria até o(s) próprio(s) para tirar foto e/ou escanear?

Literatura Gamer: Castelo na Neblina Edition

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Por Claudio Prandoni

Certas obras nos tocam sobremaneira. Tanto que nos incitam a dar vazão a tamanho encantamento por meio de outras obras, diretamente relacionadas ou não ao que nos fascinou.

Hitz exprime esse lirismo por meio de poesias assinadas por personagens secretos e Barros compõe melodias tão escondidas que nem ele mesmo as conhece ainda. Sira, por sua vez, elabora ARGs tão complexos e fantásticos que às vezes até ele mesmo perde a noção de realidade e jogo.

Já eu encontrei hoje um eco distante desse fascínio: um livretinho com a história do Sub-Zero que escrevi à mão há mais de uma década – maio de 1998 para ser preciso. Mas isso é papo para outro post…

Hoje falo aqui de ICO: Castle in the Mist, obra concebida pela escritora japonesa Miyabe Miyuki. Notória por obras de ficção científica e terror, a moça ficou tão perplexa pela obra de Fumito Ueda e Kenji Kaido que decidiu elaborar um lapidado epítome, vulgo um livrão desse tamanho de 537 páginas todo em japonês.

Não é obra oficial, mas tem a aprovação do Team ICO. Narra a aventura de Yorda e Ico pelo castelo, adicionando alguns personagens extras na narrativa e explicações criadas pela própria autora. Curiosamente, muitas se encaixam com Shadow of the Colossus, veja só, talvez atestando assim a personalidade marcante do minimalismo típico do Team ICO.

Hora da mancada: a única tradução existente da obra é para o idioma tailandês…

416px-castleinthemistEnquanto Dr. Mucioli e maestro Santana tem a oportunidade de apreciar a obra no idioma original, podemos nos contentar com o esforçado e devoto resumo detalhado em inglês feito pela usuária Anithin, do
 fórum The Cursed Lands
.

Logo acima, ilustrando a abertura do post, a capa nova criada para o relançamento da publicação no ano passado. Ao lado, a capa original, que por acaso é a mesma das versões européia e japonesa do game de PlayStation 2.

Tipo de artigo que se lançassem por aqui no Brasil – ou até mesmo nos EUA – eu acredito que sequer venderia metade do necessário para justificar o investimento. Mas que eu compraria uns dois, três fácil (sabe como é, alguns para preservar para a posteridade), ah, eu compraria sim.

Play Arts tentadoras do quarto capítulo do oceano estelar

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Por Claudio Prandoni

Minha experiência com a série Star Ocean não é das mais abrangentes. Limito-me apenas a ter terminado – e gostado muito – do segundo episódio, The Second Story, quando saiu em 1999 na versão ocidental para PSone.

A impressão foi das melhores, mas nunca me animei empolgadamente a me aventurar no terceiro capítulo, Till the End of Time, ou qualquer outro – como o original de SNES ou o episódio paralelo de Game Boy Color.

Ainda assim, tenho boas expectativas em relação a The Last Hope, quarto e supostamente último capítulo da franquia.

Antes ela era da Enix, hoje – rá! – é da Square Enix e isso envolve todo o tratamento periférico concedido às séries da casa. Por exemplo, a linha Play Arts. A gigantesca colossi dos RPG anunciou dois bonecos do iminente jogo por enquanto ainda exclusivo de Xbox 360. Escolha óbvia: tratam-se dos protagonistas, o loiro Edge Maverick e a mocinha anime Reimi Saionji.

Saem em março e cada um custará cerca de 28 dólares.

Não sei para vocês, mas a mim se assemelham a personagens de Kingdom Hearts misturados com Final Fantasy XII.

“Dire, Dire Docks” – Super Mario 64 (Monkey Kong Live Cover @ Dreamhack W 2008)

Por Alexei Barros

O faquir Gustavo “Mancha” já falou no Faca no Console! da performance da “Chemical Plant Zone” (Sonic the Hedgehog) e “Battle 1” (Chrono Trigger) da banda sueca Monkey Kong. Tem outros vídeos deles também, agora esse senti a obrigação de comentar dada a perícia dos instrumentistas, que mostram que nem todas as versões de fãs precisam necessariamente pender para o heavy metal.

Mario & Zelda Big Band Live foi uma experiência nostálgica, mas desperdiçou muito potencial. A Famicom Band nos mostrou isso com o jazzístico “Super Mario Kart Medley”, e agora a Monkey Kong confirma a minha carranca com a performance irretocável da “Dire, Dire Docks”, que dá o som das fases aquáticas do Super Mario 64.

O tecladista à direita, que toca a melodia, teve uma escolha felicíssima no timbre do sintetizador. Mais adiante entra a bateria e, se você ouvir a original, é possível identificar uma batida que imita o instrumento. Em linhas gerais, é extremamente fiel à relaxante e pouco reverenciada música do Koji Kondo.

História visual dos cabeçalhos do Hadouken

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Por Claudio Prandoni

Seguindo a idéia do camarada Lucks Patrício, uma celebração visual dos dois anos de Hadouken: todos os cabeçalhos que tivemos até hoje!

Tudo bonitinho em ordem de aparição.

Qual o preferido de vocês? Algum pedido especial?

Comerciais gamers: rodada tripla de Fatal Fury Special

Por Alexei Barros

Até tinha outros antes na fila, mas depois da revelação dos compositores do Yuusha 30 fui obrigado a atender a solicitação santaniana de imediato. Três comerciais live action de Garou Densetsu Special, o nosso Fatal Fury Special. As simulações de luta são constrangedoras de tão falsas e monótonas – os combatentes brigam em câmera lenta não porque a taxa de quadros por segundo é menor,  e sim porque são lerdos mesmo. Para complicar, as finalizações são ridiculamente exageradas, ainda mais em uma época em que não existia Matrix…

Geese Howard x Andy Bogard

Geese Howard x Terry Bogard

Geese Howard x Joe Higashi

Yuzo Koshiro, Norihiko Hibino, Motoi Sakuraba, Koji Hayama e quatro compositores da SNK em Yuusha 30

Yuusha 30
Por Alexei Barros

Fiquei sabendo do Yuusha 30 pelo Continue. Apesar de curiosa, a proposta não me cativou pela efemeridade. São quatro jogos em um: RPG, shmup, ação e estratégia, sendo que cada game você testa (dá para falar que joga?) em sessões de 30 segundos. Até aí me passaria batido.

Mas ouvir nesses meio minutos composições dos mestres supracitados muda tudo. O time de músicos do projeto da Marvelous para PSP é um dos mais inusitados dos últimos anos. Não porque terá Yuzo Koshiro (Streets of Rage), Norihiko Hibino (MGS2 e 3), Motoi Sakuraba (Star Ocean) e Koji Hayama (Cho Aniki). Mas porque trará o quarteto na companhia de mais quatro talentosos e misteriosos compositores da SNK: Yasuo Yamate, vulgo Tate-Norio (The King of Fighters e Sengoku Denshou); Yasumasa Yamada, o Yamapy-1 (Samurai Shodown e Art of Fighting); Hideki Asanaka, também conhecido como SHA-V (The King of Fighters e Fatal Fury) e Takushi Hiyamuta, o Hiya (Metal Slug, Cosmic Cop). Para completar, The Engines. Não me pergunte o que é.

Conforme vou apreciando as músicas, como é o caso dos jogos com a assinatura da Shinsekai Gakkyoku Zatsugidan, sempre procuro pesquisar sobre os compositores para descobrir mais informações do universo musical-gamístico. Agora o pessoal da SNK é quase impossível. Além de se esconderem por trás desses pseudônimos malditos, o que dificulta saber o nome verdadeiro deles, não há nem fotos. Será que eles existem mesmo? Quem sabe se vier a OST do Yuusha 30 a situação não melhora. Torço para um encarte recheado de biografias em japonês.

Como cada vez mais fã do Koshirão, meu palpite é que ele vai sobressair dentre todos os envolvidos, porque nos primórdios da sua carreira se destacava justamente por fazer melodias memoráveis com músicas de looping diminuto, como atestam “The Syonin” (Ys) e “Long Distance” (The Revenge of Shinobi).

[via SEMO]

Nova arte e música de 9th Circle, adventure brasileiro sobre o inferno de Dante

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Por Claudio Prandoni

Lembra do projeto do Marcus Oliveira, do Blogeek, de fazer um adventure inspirado no inferno criado pelo escritor Dante Alighieri no livro A Divina Comédia?

Pois bem, a Electronic Arts farejou o sucesso e já vai criar um game ação lindo, divertido e acéfalo. Mas isso não impede o Marcão de continuar na empreitada. Aliás, ele já arranjou um bando de gente competente que acredita na idéia e o game segue de vento em popa.

E é justamente as novidades que vim comentar aqui com exclusividade. O jogo se chamará oficialmente 9th Circle e se tudo der certo o site oficial já entra no ar no final de fevereiro.

A imagem acima? É uma das suicidas que habita o anel central do Sétimo Círculo do além. Mais especificamente, a guria aí será a Julieta da clássica peça de tetro Romeu e Julieta de William Shakespeare. De fato, a arte, de autoria de Renata Raikka, ainda está incompleta, visto que a idéia é colocar Romeu grudado nela.

Por fim, um excerto musical também. Trata-se da faixa que embalará o encontro com Lúcifer. A autoria é de Bruno Silva.

9th Circle – “Lucifer”

Por ora o lançamento está programado apenas para PC, mas por que não sonharmos também em edições para Wii, DS, Xbox 360…

Invasão gamer cinematográfica dos anos 80

Por Claudio Prandoni

Indy volta canastrão (e tomara que com dublagem do Harrison Ford) em Indiana Jones and the Staff of Kings. Nova aventura velha que de certa forma homenageia vários trechos clássicos dos filmes. Parece que chega já para Wii e DS agora no meio do ano.

Depois, logo menos em julho também, os Caça-Fantasmas voltam para uma terceira aventura oficial. Bill Murray, Dan Aykroyd e toda a meninada principal. Só o Rick Moranis e a Sigourney Weaver vacilaram e não vão participar. Mas tem o boneco de Marshmallow, então já tem tudo para ser Epic Win.

Agora só falta um jogo novo da trilogia De Volta Para o Futuro!

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  • @thalesnm Gostei! Tenho mais vontade de jogar que o RE5 (que nem joguei ainda =(). Espero que tenha algum puzzle em meio àquela ação toda... 1 day ago
  • @thalesnm Olha que não é raro, talvez só não seja tão difundido. 1 day ago
  • @thalesnm É, mas eu acho que a trilha do Strange Journey tem uma pegada diferente dos Personas pelo que me recordo. 1 day ago

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