Arquivo de janeiro \08\UTC 2009



Cloud vem para se vingar, Seph chama versão miniatura

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Por Claudio Prandoni

Já que nos últimos dias falamos de bonecos de Final Fantasy e Munny e até temporada passada vivíamos assolados por crossovers, nada melhor do que honrar todas esses fatos recentes.

Logo acima e na galeria abaixo, um Munny personalizado como o lorde do submundo das trevas de laquê e meteoros da série FF: Sephiroth!

Um detalhe bacana é que a asa única dele é feita de penas de verdade! Dedicação e esmero da designer Ashley Hay, que aceita encomendas para quem quiser um igualzinho.

CD do PLAY! adiado de novo

Por Alexei Barros

Era o que imaginava. Lançar CDs de concertos de game music de diferentes produtoras hoje em dia não é um desafio, é uma arte, ainda mais se entre as empresas estiver Nintendo e Square Enix. O álbum do PLAY! A Video Game Symphony, supostamente seria colocado à venda na apresentação em Edmonton, no Canadá, no último dia 9 de janeiro. Foi nada. Para piorar, Jeremy Soule, que assistiria ao espetáculo, não pôde comparecer porque aparentemente estava doente, e os segmentos de Final Fantasy e Chrono Cross nem tocados foram.

Estranhamente, o CD continua disponível em pré-venda, com a tracklist (não sei se parcial ou final) e samples para algumas faixas no site oficial. Se não representa o projeto em sua totalidade (não há Mario, Super Mario Galaxy, Zelda, Shenmue e nem Final Fantasy), tem músicas interessantes, como a suíte do Sonic com arranjo do Yuzo Koshiro. Além disso, há no YouTube um comercial do CD, que indica que o DVD não será mais do que um bônus com flashes da gravação do concerto da República Tcheca, e não mostrará tudo na íntegra como eu imaginava. Só não me pergunte quando vai ser publicado.

- PLAY! Opening Fanfare
- Commodore 64 Medley
- Castlevania
- Sonic the Hedgehog Suite
- Crono Cross
- Silent Hill 2
- Halo Medley
- Kingdom Hearts
- Battlefield (Featuring Rony Barrak)
- World of Warcraft
- The Elder Scrolls IV: Oblivion Suite
- Guild Wars

[via SEMO]

“Legend of Zelda Medley” – The Legend of Zelda: A Link to the Past (Diwa de Leon)

Por Alexei Barros

Viraram epidemia os arranjos líricos da série Zelda. Depois do sueco Fredrik Larsson mostrar uma criatividade rara em seu “Wind Waker Unplugged”, o filipino Diwa de Leon me vem com uma performance vocal curiosa das músicas de A Link to the Past, eventualmente tocando violino. Levei um susto de início, mas não é o que ficou bacana?

Mais uma descoberta de Link Prandoni.

- “Legend of Zelda Medley”

“Overworld” ~ “Dark World” ~ “Dark Mountain Forest” ~ “Kakariko Village” ~ “Overworld”

Comerciais gamers: Doki Doki Panic

Doki Doki Panic
Por Alexei Barros

Comerciais de jogos na televisão. Curiosos e pouco comentados. Depois de matutar muito notei que costumam abarcar temas que repudio do universo gamístico: game music, nostalgia, obscuridades e bizarrices. Pois então farei uma força tremenda para compartilhar aqui os reclames, de preferência os mais recônditos.

Para o post de estreia da nova categoria hadoukeniana, nada mais merecido tratar do fantástico, sensacional, maravilhoso e espetacular Super Mario Bros. 2, que Prandonic tanto gosta. Isso porque faz pouco tempo que finalmente o terminei. Agora só falta Super Mario Sunshine para completar a série principal. Sim, é diferentão de tudo, mas é desafiante, divertido e com músicas pegajosas que jamais enjoam – uma vergonha uma trilha dessas aparecer orquestrada somente em um pequeno trecho da “Overworld” no “Smash Bros. Great Medley” do Super Smash Bros. Melee Smashing… Live!.

O verdadeiro motivo para ser distinto de tudo para os desavisados – e fator que Prandonic acha de completa picaretagem – é que SMB.2 não foi concebido originalmente como Mario, mas como Doki Doki Panic para Famicom Disk System. É da série apenas porque a Nintendo decidiu lançá-lo nos EUA adaptado ao universo bigodudo. Para mim pouco importou, mesmo porque Doki Doki Panic teve o envolvimento de Shigeru Miyamoto e Koji Kondo. Voltando a falar das músicas, nesses comparativos em vídeo e em texto reparei que os temas em sua maioria provinham do jogo nipônico, com uma alteração ou outra – por exemplo, quando você entra na porta da poção mágica toca uma música tipicamente árabe, enquanto que no SMB2 ouve-se a “Overworld” (aquela que você nunca escutou) do primeiro Super Mario Bros.

Logo de cara se vê o logo do personagem Imajin cumprimentando o Mario, o que legitima Doki Doki Panic como integrante da série. Em seguida, um rapaz vestido do herói Papa, toca flauta para invocar a cobra. Em vez disso surge um nabo. Pouco depois imagens do jogo aparecem, mas gravadas de uma tela de TV. Parece tosco pela descrição? Espere só até ver o vídeo…

Custom Air Force Ones “SNES” Edition sz 11: retrô, mas nem tanto

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Por Claudio Prandoni

Parece que tudo que a Nintendo faz de maneira oficialmente oficial com apelo retrô remete unicamente ao Famicom/Nintendinho 8-bits – como de fato já rolou com um calçado. Sendo assim, um fã retrô, mas nem tanto tomou para si a tarefa de criar um tênis em homenagem ao Super Nintendo.

Ressalto aqui: Super Nintendo, já que as cores diferem do Super Famicom.

Interessou? Essa versão personalizada do Nike Air Force One ainda está à venda no eBay pela não tão bagatela de 110 dólares.

Artwork do dia: Tatsunoko vs. Capcom Official Wallpapers #1

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Por Claudio Prandoni

Mais uma dica de ouro do Akuma Fabão, nosso colaborador secreto. Desde ontem até dia 20 a Capcom japonesa disponibilizará no site oficial do Tatsunoko vs. Capcom: Cross Generation of Heroes (acho esse subtítulo muito bacana) pares de wallpapers oficiais do game.

Aqui com vocês a primeira leva de imagens, nas seguintes resoluções:
- 1024×768
- 1280×1024
- 1600×1200

Seph mata Aerith, Cloud vem para se vingar

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Por Claudio Prandoni

Lembra quando destacamos aqui uma estatueta sensacionalmente fantástica de Sephiroth em pose de diva “estou invocando um meteoro gigante para te destruir”?

Pois bem, o lado do bem e da luz cristalina não deixou isso barato e agora a Sideshow Collectibles anuncia também uma estatueta nos mesmos moldes do sempre pop e bem penteado Cloud Strife.

Ao chão, raios de luz e flores cultivadas por Aerith. Bonito, não? Chega no final do ano e só o preço que é meio feio: 150 doletas americanas. Ai…

Paintinator – Paint of the Patriots: Capa alternativa para LBP… ou seria MGS4?

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Por Claudio Prandoni

“Se é para fazer, faça bem feito”.

Acredito muito nesta máxima e aparentemente isso vale também para meninada da Media Molecule, estúdio responsável por LittleBigPlanet, que ainda adiciona o complemento “…levando até as últimas consequências ou coisa assim”.

Vejam só vocês, para celebrar a chegada do conteúdo de Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots ao jogo eles criaram pôsteres promocionais e até mesmo uma capa alternativa (essa aí acima) para você imprimir, recortar e colocar na caixinha do seu jogo - seja LBP ou MGS4, ainda não me decidi.

Surpreendentemente (ou não), a tal capinha alternativa lembra muito uma brincadeira velha de guerra.

BlazBlue: Calamity Trigger: a competência de Daisuke Ishiwatari

Calamity Trigger
Por Alexei Barros

Por vários motivos, acaba se comentando mais de um músico e menos de outro. Notei que, injustamente, falei pouquíssimo do sul-africano Daisuke Ishiwatari, o polivalente compositor de Guilty Gear – também é designer, produtor, ilustrador e dublador. Em tempo, venho redimir a falha precisamente com o seu primeiro trabalho na Arc System Works que não corresponde à série: BlazBlue: Calamity Trigger. Pelo menos de nome, já que o jogo de luta 2D que saiu somente no Japão para Arcade – talvez explique porque provavelmente não o conheça –, é tido como um sucessor espiritual. Claro que isso envolve as maravilhosas músicas hard rock.

A BlazBlue: Calamity Trigger Original Soundtrack foi lançada dia 24 de dezembro, e lamento não ter falado antes porque só quando saiu soube que Ishiwatari seria o compositor. Yoshihiro Kusano é o arranjador e guitarrista, Atsushi Hasegawa, que costuma tocar nos shows do Motoi Sakuraba, é o baixista, e Eiji Kawai é o tecladista. Como não está creditado o nome do baterista, acredito que é sintetizada. Falando nisso, uma pena que há faixas pseudo-orquestradas (talvez por falta de orçamento?), que perdem impacto por não serem interpretadas por instrumentos reais. Violino emulado não soa muito bem.

Pela altíssima qualidade das músicas, eu seria a favor de um pack da trilha inteira de BlazBlue: Calamity Trigger para qualquer jogo de ritmo que fosse. A maioria é instrumental, e falarei das minhas preferidas. Aviso que escutar todas as 29 é um imperativo. Grosso modo, nota-se que as faixas iniciam assumindo estilos diferentes (erudito, gótico, jazz, oriental), e na seqüência todas confluem para o hard rock com guitarras de máximo poderio:

“Calamitytrigger – Opening Song”
No começo, uma orquestra (sintetizada). Depois, guitarras violentas, com direito ao solo virtuose.

“Rebellion – Ragna’s Theme Song”
Já começa hard rock, e a bateria, avassaladora. A melodia entoada pela guitarra é sensacional.

“Lust SIN – Jin’s Theme Song”
A introdução no piano é fantástica. Precede a sessão guitarrística absolutamente empolgante.

“Gale – Bang’s Theme Song”
Guitarras pesadas e a bateria poderosa abrem mais uma música com melodia envolvente.

“Marionette Purple – Carl’s Theme Song”
Contra-baixo e piano dão a impressão que teremos uma sessão jazzística. Até as guitarras dominarem.

“White Requiem – Litchi VS Ragna Theme Song”
Tímpano, órgão, cordas… Depois, claro, as guitarras. Castlevania é o que passa de imediato na minha cabeça.

“SUSANOOH – Haku-men’s Theme Song”
Shamisen e flauta? Logo me vem à mente Samurai Shodown, mesmo com o predomínio das guitarras pesadas.

“The road to hope. – Staff Roll A”
Faixa épica com introdução no órgão. Já disse que a melodia também é completamente fantástica?

“Blue beating – Character Select Screen”
Preâmbulo sublime no cravo, na sequência as cordas, abrindo espaço para as guitarras distorcidas.

Calamity Trigger

Final Ghost Fantasy Busters VII: Advent Children Bustin’

Por Claudio Prandoni

O nome diz tudo. Uma combinação tão insólita que ficou genial!

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  • @thalesnm Gostei! Tenho mais vontade de jogar que o RE5 (que nem joguei ainda =(). Espero que tenha algum puzzle em meio àquela ação toda... 1 day ago
  • @thalesnm Olha que não é raro, talvez só não seja tão difundido. 1 day ago
  • @thalesnm É, mas eu acho que a trilha do Strange Journey tem uma pegada diferente dos Personas pelo que me recordo. 1 day ago

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