Por Claudio Prandoni
O título poderia ser mais afortunado para uma véspera de onze de setembro, mas – devaneios sociais à parte – creio que esse é um episódio já superado com devidas lições aprendidas.
Se for esse o caso, creio que a Nintendo a tão prometida maturidade que anuncia desde 2006 com a confirmação do lançamento de Disaster: Day of Crisis. Reconhece o carinha simpático de barba à la Wolverine por fazer logo acima? Pois bem, normal, ele não foi devidamente apresentado mesmo.
Nos últimos dias, o nintenerd Tio Vini discorreu aqui e aqui sobre as novidades soltadas a conta-gotas deste promissor game exclusivo para Nintendo Wii. Revelado na E3 2006 (em um trailer de dois segundos e meio tão pouco revelador que nem vale a pena colocar aqui no post mesmo), o jogo é produção da Monolith Soft – boa parte da mesma galera por trás dos fantásticos Chrono Cross, Xenogears, Xenosaga e Baten Kaitos – e carrega nas costas a responsabilidade de ser uma franquia inédita da Nintendo direcionado a um público maduro.
O protagonista é o policial Raymond Bryce (esse barbudo aí em cima) que salva pessoas, lida com terroristas, desastres naturais e blá blá blá – quase um Jack Bauer. Enfim, a promessa é gráficos lindos, ação intensa, frenética e bom uso das capacidades do Wiimote e Nunchuk para atirar e realizar diversas tarefas em excertos que lembram as seqüências pré-programadas de Die Hard Arcade / Shenmue / God of War / Resident Evil 4.
Basta com a verborragia: logo abaixo uma compilação dos empolgantes comerciais divulgados esta semana no Japão. Após o salto dimensional, outro vídeo com dezenas e dezenas de imagens inéditas e em boa qualidade. Disaster: Day of Crisis chega dia 25 de setembro no Japão, 24 de outubro na Europa e ainda não foi anunciado aqui nas Américas – mas se sair eu quero no dia de lançamento viu, Latamel / leitores / Papai Noel.



























Pelas imagens dá pra ficar animado.
Tá mesmo na hora de aparecer algo do tipo no Wii.
Olha, até o momento é o único jogo do Wii que dá pra se empolgar sem ser 1st party.
Epa, Geraldo! E o No More Heroes?
11 de setembro é TÃO 2001 …. desastre q ta na moda é buraco negro estilo hl =P
Lembrou bastante resident 4 .. o q nunca é ruim =D
Depende do ponto de vista, tem certas pessoas que não têm exatamente esse ponto de vista sobre RE4 (mas se esses fdps querem algo fácil que vão pescar ca$49*48000!!!!) =P
Agora falando sério. Já não sei o que esperar desse jogo, mas confesso que estou um pouco pessimista. Vamos esperar pra ver no que vai dar.
Quem é que não gosta de RE4? Senhor jogo!
Se bem que gosto é que nem bunda…
http://hadouken.wordpress.com/2007/07/14/vergonha-e-decepcao-com-resident-evil-4/
PS: Eu também não sou grande fã, mas gosto do jogo. Só acho MUITO overhyped.
“Eu também não sou grande fã, mas gosto do jogo. Só acho MUITO overhyped.” (2)
Dizer que é um grande jogo, de pleno acordo. Influente? Sem dúvidas. Mas revolucionário? Jamais diria.
Nunca achei revolucionário também. Wii Sports foi revolucionário, mas alguém ainda joga?
O melhor momento do jogo é quando o Luis morre. Show de dramaturgia do nosso protagonista:
“Luis? LUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIISSSSSSSSSSSS!!!!!”
Imagina quando morre alguém da família do Leon.
É verdade, revolução nesse caso ao menos não é sinônimo de durabilidade.
Mal lembrava dessa parte do Luis… =/
É que eu pego no pé com diálogos e roteiros nos games. Acho um absurdo esse tipo de atuação ainda hoje.
@Igor
Mais uma vez, você brinda este humilde blog com um comentário fora de série.
Agora sobre o Disaster, tampouco me empolgou. Pelo menos essa promessa de gráficos de cair o caixo (peraí, deixa eu pegar meu maxilar) aparentemente não vai ser cumprida.
Finalmente heim!!! O jogo parece ser muto bom.