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	<title>Comentários sobre: Literatura Gamer: Mérau Guíar? Edition</title>
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	<description>Jornalismo, videogames e quatro topeiras abjetas</description>
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		<title>Por: Hunterpiro</title>
		<link>http://hadouken.wordpress.com/2008/07/23/literatura-gamer-merau-guiar-edition/#comment-3928</link>
		<dc:creator>Hunterpiro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 17:06:54 +0000</pubDate>
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		<description>OUTRA VEZ, MR PRANDA?!?!?!!!!

Seu banner pra promoção Nintenerds + Hadouken tá só com o link pra foto - não pra postagem, i-g-u-a-l-z-i-n-h-o aquele do GTA IV!

:P</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OUTRA VEZ, MR PRANDA?!?!?!!!!</p>
<p>Seu banner pra promoção Nintenerds + Hadouken tá só com o link pra foto &#8211; não pra postagem, i-g-u-a-l-z-i-n-h-o aquele do GTA IV!</p>
<p> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: Fabão</title>
		<link>http://hadouken.wordpress.com/2008/07/23/literatura-gamer-merau-guiar-edition/#comment-3924</link>
		<dc:creator>Fabão</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 03:35:56 +0000</pubDate>
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		<description>New Skane neles! Ha! :P
Estou quase no final do livro e confesso que tenho uma impressão mista até aqui. Apesar de o autor mostrar um conhecimento de armamento bélico e uma preocupação em tornar isso crível maior até do que teria Hideo Kojima e seu consultor Motosada Mori, ele peca por se estender demais em trechos irrelevantes para a trama. Por exemplo, a infiltração na base de Shadow Moses, do momento em que se sai do elevador até quando Snake chega na câmara com o tanque Abrams, incluindo a travessia do heliporto, vai um capítulo inteiro. Como é um livro, não um jogo, o poderoso Benson (ha! essa é só pros mais velhos :P) poderia ter resumido os trechos em que os jogadores estariam interagindo e se concentrado nas partes de narrativa. Compreendo que isso reforça a contextualização para quem não conhece a saga, mas acho que fica massante mesmo assim.
Como nerd que sou, e MGSmaníaco também, notei que ele optou por não fazer uma partida Big Boss, ou seja, Snake não se preocupa em não matar inimigos e, por mais que tente, é visto por eles vez ou outra (pã!). Estava muito curioso por como o autor conduziria a batalha com o Psycho Mantis, que, no jogo, quebra a quarta parede, e daí todo o seu poder de perpetuação na memória. Confesso que gostei da alternativa pela qual ele seguiu, desviando-se criativamente do jogo e explorando a psique de Snake.
A relação do soldado com o Master Miller é mais enfatizada que no jogo, pelo que me lembro dele, e chega a ficar estranho até em determinados trechos (&quot;se tenho que entrar num covil de raposas, não tem outro homem com quem estaria mais feliz de fazer isso&quot;, ou algo assim).
É importante notar também que Benson faz algumas emendas na trama, a fim de trazê-la para a realidade contemporânea - afinal, o jogo foi escrito antes de 1998, o livro, este ano. Há um trecho, quando Snake está escalando as torres de comunicação, em que o autor faz referência ao 11 de setembro. Isso é perfeitamente aceitável, já que a trama se passa em 2005, o episódio aconteceu em 2001 e não teria como Kojima citá-lo em 1998.
Entre bocejos e surpresas, vou continuando a leitura, mas estou gostando no geral. Quando concluir, pretendo fazer uma análise no Gamer Lifestyle. ^_~</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>New Skane neles! Ha! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /><br />
Estou quase no final do livro e confesso que tenho uma impressão mista até aqui. Apesar de o autor mostrar um conhecimento de armamento bélico e uma preocupação em tornar isso crível maior até do que teria Hideo Kojima e seu consultor Motosada Mori, ele peca por se estender demais em trechos irrelevantes para a trama. Por exemplo, a infiltração na base de Shadow Moses, do momento em que se sai do elevador até quando Snake chega na câmara com o tanque Abrams, incluindo a travessia do heliporto, vai um capítulo inteiro. Como é um livro, não um jogo, o poderoso Benson (ha! essa é só pros mais velhos <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ) poderia ter resumido os trechos em que os jogadores estariam interagindo e se concentrado nas partes de narrativa. Compreendo que isso reforça a contextualização para quem não conhece a saga, mas acho que fica massante mesmo assim.<br />
Como nerd que sou, e MGSmaníaco também, notei que ele optou por não fazer uma partida Big Boss, ou seja, Snake não se preocupa em não matar inimigos e, por mais que tente, é visto por eles vez ou outra (pã!). Estava muito curioso por como o autor conduziria a batalha com o Psycho Mantis, que, no jogo, quebra a quarta parede, e daí todo o seu poder de perpetuação na memória. Confesso que gostei da alternativa pela qual ele seguiu, desviando-se criativamente do jogo e explorando a psique de Snake.<br />
A relação do soldado com o Master Miller é mais enfatizada que no jogo, pelo que me lembro dele, e chega a ficar estranho até em determinados trechos (&#8220;se tenho que entrar num covil de raposas, não tem outro homem com quem estaria mais feliz de fazer isso&#8221;, ou algo assim).<br />
É importante notar também que Benson faz algumas emendas na trama, a fim de trazê-la para a realidade contemporânea &#8211; afinal, o jogo foi escrito antes de 1998, o livro, este ano. Há um trecho, quando Snake está escalando as torres de comunicação, em que o autor faz referência ao 11 de setembro. Isso é perfeitamente aceitável, já que a trama se passa em 2005, o episódio aconteceu em 2001 e não teria como Kojima citá-lo em 1998.<br />
Entre bocejos e surpresas, vou continuando a leitura, mas estou gostando no geral. Quando concluir, pretendo fazer uma análise no Gamer Lifestyle. ^_~</p>
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