Arquivo de abril \30\UTC 2008

Tênis do Ninja Gaiden

Por Claudio Prandoni

Estou ciente. O título do post é umbigo ambígüo, então já esclareço a princípio: não se trata de um jogo de tênis do Ninja Gaiden.

Faria par perfeito com a série Dead or Alive Xtreme Beach Volleyball, mas aqui no caso estou falando de tênis calçáveis, sapatos, enfim.

Ao contrário da maioria das aberrações desta classe de vestuário, o par de calçados de Ryu Hayabusa ficou muito bacana e bem feito. Pudera: trata-se de um artigo personalizado feito pela namorada de um leitor do Joystiq. A guria teve o apuro de comprar um par branco de sapatilhas e pintá-lo detalhadamente com Ryu e detalhes em vermelho e branco, aludindo ao sol nascente da bandeira do Japão.

Ao contário do que se esperaria de um tênis ninja, infelizmente o calçado faz muito barulho ao andar e não corta inimigos no meio jorrando sangue para todo lado.

Agradecimentos mil ao Fabão, grande amigo e olheiro honorário do Hadouken.

PROMOÇÃO: Unreal Tournament 3

Por Claudio Prandoni

Concorde comigo vai: Mortal Kombat vs. DC Universe é uma das idéias mais esdrúxulas concebidas pela humanidade nos últimos séculos – junto com a miríade de calçados gamers que assola o planeta.

Ainda assim, essa bagaceira situação totalmente irreal serviu como inspiração para a promoção de hoje aqui no Hadouken. Aliás, já repararam como todas as milhões outras promoções também apareceram numa quarta-feira? Ou seja, fiquem alertas: quarta-feira é um dia potencialmente promocional por aqui.

Hoje coloco a prêmio o game Unreal Tournament III, edição para PC, uma gentileza generosa da distribuidora Synergex.

Contudo, rá! Tal como prometi anteriormente, desta vez há mais quitutes em jogo. Além do UT III, darei também um kit com dois chaveiros e uma caneta promocional do Wii. Os chaveirinhos são bacanudos: um é o promocional que vem no Pro Evolution Soccer 2008, lançado aqui no Brasil pela NC Games, e outro é um Mario pseudo-articulado vindo diretamente do Japão, uma das iguarias trazidas pelo amigão Daniel Oliveira, do Nintenerds. Veja os prêmios na foto abaixo (uma quantidade praticamente equiparável ao caminhão de prêmios do Faustão).


Chega de enrolação. Já sentistes o tema de hoje, né? Crossovers, situações irreais e opiniões ácidas sobre tudo isso. Levam pra casa prêmios as pessoas que realizarem melhor a seguinte tarefa…

“Enviar um review imaginário de um game fictício apresentando um crossover bizarro”

Preciso treinar melhor meu poder de síntese de frases de promoção. O lance é o seguinte: você bola na sua cuca um crossover ridículo e como seria o jogo dele. Aí escreve um review e manda pra gente. Simples assim.

Não precisa ser nada gigantesco, cerca de 800 caracteres (com espaços) já dão conta do recado. Mas não se inibam: soltem o verbo.

[EDIT] Só reforçando, galera. O intuito da promoção é escrever um review, uma análise do jogo imaginário. Vale também apenas a descrição do game, mas a idéia é mandar uma opinião fictícia do título inventado.

Como de praxe, abaixo as famigeradas regras, um patrocínio ameaçador do Ninja Gaiden.

Regulamento:
– Para participar basta postar a resposta nos comentários ou mandar um e-mail para o endereço na aba Contato, bloghadouken [arroba] gmail [ponto] com
– Só será aceita uma resposta por pessoa
– As pessoas devem residir em um dos estados que compõem a República Federativa do Brasil (sorry, dudes)
– O resultado será divulgado daqui a exatamente uma semana (ou assim espero). A saber: dia 7 de maio de 2008
– Como aquele par de meias que sua tia lhe dá no aniversário, “o presente é simples, mas é de coração”
– Não serão aceitas respostas com palavrões, ofensas e outros vocábulos de baixo calão. Pelo contrário, na presença deles chamaremos o Ninja Gaiden para ceifá-los impiedosamente com a foice que ele roubou da Morte do Castlevania após matá-la (e cuspir na cara dela)

ninjapalavrao_small.jpg

Primeiras Impressões: Speed Racer – The Videogame

Por Claudio Prandoni

Nesta última terça-feira, dia 29, tive a oportunidade de assistir antecipadamente ao filme Speed Racer, baseado no famoso anime de mesmo nome.

Resumo rápido da nova obra dos irmãos Wachowski, os nerds malucos diretores geniais responsáveis pela trilogia Matrix: um enredo ingênuo e emocionante com boas surpresas, muitas cores, clima retrô de desenho animado, corridas mega futuristas que misturam Nascar com F-Zero GX, personagens engraçadinhos (o macaquinho Chim-Chim é demais!) e uma composição total de estimados 74,53% de efeitos especiais. Sendo metade deles luzes estroboscópicas e caleidoscópios roubados de discotecas da década de 70.

Uma agradável surpresa no cinema onde rolou a sessão é que tinha para teste e demonstração um Nintendo Wii com dois controles rodando o game basedo no filme. Ele sai semana que vem, dia 6, pouquíssimo antes do longa estrear nas telas um trio de manhãs posteriores.

Peguei uma corrida no comando do possante Mach 5 e aqui vão minhas brevíssimas impressões. Logo de cara, fiquei impressionado por um detalhe raro de se ver ultimamente: quando o assessor pausou o jogo para me passar o Wiimote reparei que tudo estava escrito em português.

Perguntei e desacreditei: o jogo será lançado por acá totalmente legendado em brasileiro português!!! (repare que são três exclamações, é raro eu usar este recurso).

Continue lendo ‘Primeiras Impressões: Speed Racer – The Videogame’

O novo príncipe persa e o inesperado(?) retorno dos toelhos

Por Claudio Prandoni

Fui pego hoje meio de surpresa por uma notícia assaz empolgante para o meu final de ano: a Ubisoft anunciou para o período o lançamento de um novo Prince of Persia.

Sim, sim, é o tal PoP: Prodigy que a mídia vem especulando ultimamente o que raios deveria ser o tal registro da Ubi. Pelo visto, tudo novo desta vez, só que mantendo a maravilhosa jogabilidade que consolidou Sands of Time como um dos melhores games da geração 128-bits e continua dando crias de qualidade até hoje, a exemplo do impressionante Assassin’s Creed.

Felizmente o roteiro será totalmente inédito – confesso que já estava cansando do amargurado príncipe metaleiro – tal qual o visual, que adota agora um filtro de cel shading para personagens (confira algumas imagens abaixo e outras tantas mais no blog do Rodrigo Flausino).

O conceito parece um pouco mais sombrio, como dá para perceber pelo visual do novo príncipe. Aliás, um fato engraçado ao qual esta confirmação me remete é que há zilhões de anos exatos três meses o tal do blog Surfer Girl – notório por boatos absurdos que volta e meia se confirmam – divulgou detalhes sobre um suposto novo PoP, assim como as imagens abaixo.

À época, as fotos borradas mostravam um príncipe, bem similar ao revelado oficialmente, sendo acompanhado por uma pálida princesa. Sobre o enredo, ele seria o primeiro de uma trilogia que por sua vez serviria de prólogo à trilogia Sands of Time. Pouco, pouco fantástico.

Não bastasse isso, a Ubi ainda anunciou um Prince of Persia exclusivo e inédito para Nintendo. Espero que não seja um spin-off porcaria como aquele card game picareta Battles of Prince of Persia. Sinto asco só de lembrar…

Quem me dera não fosse meramente uma adaptação do PoP Classic, disponível na Xbox Live Arcade. Já seria o bastante para eu infartar.

Ah, sim. De lambuja foi revelado um teaser de Rayman Raving Rabbids 3 (puxa, que surpresa!). Apesar de previsível, o game trará uma característica bacana: dará suporte à Wii Balance Board. É bom ver empresas third-party apoiando a tal balança.

Confesso que se sair um 1080º Snowboarding com suporte a ela vou ter de considerar seriamente comprar um WiiFit.

Literatura gamer: Caray edition

Por Claudio Prandoni

A FNAC se tocou que os gamers nunca têm dinheiro pra comprar livros pois gastam tudo com jogos.

Só isso explica a mega promoção do 1000 Game Heroes lá.

Pode confiar que é de verdade – primeiro de abril já passou há uma cara.

Dica de ouro do freeko Renato, o Bueno.

Adeus, Midgar

Por Claudio Prandoni

Lá pelos idos de 1997 a grande sensação em casa para mim era o Nintendo 64. Presente de aniversário conjunto para eu e meu irmão naquele ano, hospedou horas ininterruptas de Super Mario 64, Mario Kart 64, Star Fox 64 e outros tantos ótimos games com a dezena mágica múltipla de 4 da Nintendo.

Contudo, caí numas de começar a ler uma tal de revista Gamers. O Fabão conhece bem, pergunte a ele. Por meio da publicação permeada por um apaixonante espírito hardcore gamer acabei conhecendo a série Final Fantasy, mais especificamente o iminente sétimo episódio.

Lembro vagamente de detalhes do preview, como a afirmação de que só na abertura de FF VII cabiam centenas (milhares?) de FF VI e, principalmente, o protagonista Cloud (“olha, o nome dele parece com o meu”, pensou o pequeno Claudio à época) e o vilão da história, Sephiroth (“olha, ele usa a Masamune que nem o Frog do Chrono Trigger”, pensou também o Claudinho).

Pronto, começou aí a perdição. Pouco tempo depois adquiri um PSone com FF VII, terminei a bagaça e daí em diante passei a alimentar vorazmente o apreço por RPGs – semeado por Super Mario RPG, Chrono Trigger, Zelda: A Link to the Past e Phantasy Star nas gerações passadas.

Fazendo jus a uma tradição mais ou menos estabelecida entre os Toperas, FF VII permanece meu favorito, muito provavelmente por ter sido o primeiro que joguei. Ou seja, pra mim foi uma verdadeira euforia o projeto Compilation of FF VII que nos assombra desde 2005 colocando no mercado todo tipo de produto multimídia que faça alusão à saga de Cloud Strife.

Na verdade, a maioria das obras é bem mais ou menos, tirando o filme Advent Children que é fantástico – ainda mais pra quem jogou e entendeu o game. Contudo, a magnus opus da Square Enix nesta iniciativa é Crisis Core, game exclusivo para PSP. O ato derradeiro da peça engendrada por tantos mestres ligados à Square Enix.

Continue lendo ‘Adeus, Midgar’

Literatura gamer de bolso

Por Claudio Prandoni

Geralmente sou crítico ferrenho do mercado brasileiro por conta da falta de artigos gamers. Jogos, aparelhos e acessórios originais já são um bocado complicados de aparecerem por aqui, que dizer então de produtos derivados, como brinquedos e livros.

Aos poucos as coisas vão mudando, é fato, e estou aqui desta vez para elogiar estas mudanças.

Há poucos dias, por exemplo, o sempre bem informado Nintenerds noticiou que miniaturas oficiais da Nintendo serão vendidas no Brasil, oferecendo assim uma boa alternativa a artigos importados geralmente supervalorizados e os tortuosos caminhos da importação por conta própria.

 Além disso, é extremamente louvável a postura da Editora Europa ao criar a Gaming Books Division, um departamento dedicado à publicação de livros sobre games que teve como primeiro fruto o “A Arte dos Videogames” e é capitaneado pelo sapiente mestre Fabão.

Toquei aqui num dos artigos de mais interesse de minha parte: livros. Quem acompanha publicações especializadas em jogos eletrônicos já deve ter reparado que é uma pauta razoavelmente recorrente a cada cinco, seis anos. E quase sempre mostram as mesmas coisas, a saber, o “Game Over (que saiu aqui sob a alcunha Os Mestres do Jogo, conta a história da Nintendo e já está fora de catálogo), pocket books de séries famosas e volta e meia aquele belíssimo “1000 Game Heroes“.

Nesta semana, tirei uma noite para passear na famigerada Livraria Cultura, um dos lugares preferidos em São Paulo de 11 entre 10 amantes de livros como eu.

Logo na entrada há uma seção inteira destinada a livros importados, sendo que várias das prateleiras aqui são destinadas a pocket books – aqueles livros de bolso pequeninos feitos num papel mais barato que lembra papel jornal.

Só de curiosidade comecei a xeretá-los e qual grande não foi minha surpresa ao encontrar um baseado no Hellgate: London, com o sugestivo título “Hellgate London: Book One of Three – Exodus”. Logo ao lado, tinha também a novelização do filme “Resident Evil: Extinction” e poucos volumes adiante um tal de “Diablo – Moon of the Spider”.

Intrigado, olhei com cuidado absolutamente todas as prateleiras destinadas aos pocket books na esperança de achar mais obras baseadas em jogos eletrônicos, em especial de alguma franquia da qual eu fosse fã.

Acabei pegando um da série Perfect Dark, mais especificamente “Perfect Dark: Initial Vector”, seqüência direta de Perfect Dark Zero, da caixa X 360. Ok, não cheguei a jogar nem cinco minutos do PDZ, mas sou devoto de Joanna Dark desde a época do N64, ou seja, tenho certo crédito com a ruiva. Fiquei surpreso com o preço também: pouco mais de 18 reais. Praticamente uma pechincha, considerando que se trata de um artigo importado.

Cheguei alguns outros tantos que havia por lá e todos apresentavam valores parecidos. Acabei achando uma coleção bem razoável de títulos lá na Cultura – pena que não tinha nenhum de Halo para eu presentar o maestro Barros.

Abaixo, os outros livros que por lá vi além dos já citados:

- “Diablo – The Sin War: Scales of the Serpent”
– “Diablo – The Black Road”
– “Warcraft – The Well of Eternity – Vol. 1″
– “Warcraft – The Demon Soul – Vol. 2″
– “Warcraft – The Sundering – Vol. 3″
– “Doom 3 – Worlds on Fire”

 

Depois as pessoas ainda se perguntam como a Blizzard consegue ser tão poderosa e fazer jogos de tamanha qualidade lançando poucos games: veja quantos livros inspirados em propriedades intelectuais da empresa.

Isso que aqui no Brasil já tivemos também o lançamento oficial por parte da Conrad do mangá “Warcraft – Trilogia da Fonte do Sol”.

Aproveitei que estava por lá e deixei pré-reservado na livraria o Game Over, caso eles consigam trazer um importado a um preço digerível pelo meu bolso. Torçam por mim. Ah, e um dia ainda almejo ter o tal 1000 Game Heroes em minhas prateleiras. Lindo de morrer e cheio de informações, mas com preço ainda mais salgado que salgadinho


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