Arquivo de junho \29\UTC 2007

O moleque do N64 ganhou um iPhone

Lembra do moleque que ganhou um Nintendo Sixty-FOOOOOUR de Natal e teve um surto?

Pois é, ele cresceu. E ganhou um outro brinquedinho.

Clique aqui para ver o vídeo.

(via GeekSugar)

Chovendo no molhado: Manhunt 2

André Sirangelo

Violência, censura, polêmica, etc.. Se o furdunço não envolvesse um jogo da Rockstar, até que seria de se espantar. Mas a confusão em torno do não-lançamento de Manhunt 2 já era tão esperada que ninguém duvida que os próprios desenvolvedores – os mesmos caras que enfrentaram turbas enfurecidas contra Bully e GTA: San Andreas – estão soltando rojões.

Sendo esse o Hadouken você já deve estar esperando uma discussão profunda e extensa a respeito. Mas depois de tudo o que já se falou por aí eu acho que é chover no molhado.

Não acho que Manhunt 2, se lançado, teria mais ou menos poder de influência sobre crianças e aspirantes a sociopatas do que filmes de terror como Jogos Mortais e O Albergue. Sistemas de classificação de faixa etária existem e devem ser levados a sério exatamente por isso.

Por outro lado, como disse a Susan Arendt, colaboradora do blog Game|Life, não sei até que ponto um jogo onde você pode arrancar os testículos de alguém com uma pinça pode ser considerado uma ‘obra de arte’ (que é como a Rockstar adora se referir ao game).

Seja como for, depois do banimento no Reino Unido e do selinho Adults Only na América, os planos de lançamento foram freados por tempo indeterminado.

Quem tem razão, afinal?

Darth Vader quer jogar Nintendo 64

Por Gustavo Hitzschky

Mais uma dica que vem direto do site Herói, precisamente de Douglas Vieira que, como sempre digo, é o jornalista mais bem vestido que conheço – repare nos ternos do rapaz em eventos de games. A bizarrice da vez é um Nintendo 64 que ganhou uma roupagem à Star Wars, adornado com a bela Tie-Fighter do Império. De repente, deu uma vontade de jogar novamente Rogue Squadron e outros títulos memoráveis do console, como Conker’s Bad Fur Day, Ocarina of Time, GoldenEye…

Artwork do dia: Samus Light Suit

samus_in_light_suit_by_torokun.jpg

Por Claudio Prandoni

Mais uma fan art do sensacional ~torokun com a musa mor dos games, Samus Aran (Lara quem?).

A parte ainda mais bacana dessa ilustração é que, além de a moçoila estar usando a estilosa Light Suit, de Metroid Prime 2: Echoes, ela ainda está dando um fora no insosso Master Chief.

Como a imagem está meio pequena, segue abaixo uma ampliação do bilhete que Samus está segurando na mão: um convite de Master Chief para sair.

bilhetemasterchief.jpg

Termina essa luta agora, cabeça de lata!

Indigo Prophecy e a importância de um bom final

por André Sirangelo

Confesso que não entendo nada de review de games, mas já que Indigo Prophecy (ou Fahrenheit na Europa) se anuncia como um filme interativo, fica um pouco mais fácil de considerar os prós e contras. Aliás, comprei, joguei e terminei só por causa desse rótulo de filme interativo. Me perguntava se era uma reinvenção de Dragon’s Lair ou algo mais parecido com Metal Gear Solid 2 (90% de cutscenes e 10% de jogo… Ok, isso foi uma provocação gratuita, eu adoro MGS2) e fiquei curioso para saber se o game desenvolvido pela francesa QuanticDream de fato trouxe alguma inovação no campo da narrativa gamística.

Minha conclusão não é das mais positivas. Apesar da parte jogo até funcionar – graças, principalmente, à empolgante mecânica baseada em movimentos simultâneos dos botões direcionais (as cenas de ação ficam realmente desesperadoras com tantas sequências de comando) – a história perde força por causa do clímax extremamente curto e descuidado. No capítulo final, a história parece caminhar para uma conclusão apocalíptica, até que, de repente, o nível de dificuldade parece que diminui bruscamente para ‘very easy’ e um confronto final digno de filme B se desenrola na sua frente, sendo que tudo o que você tem que fazer é apertar uns dois ou três botões. Personagens que você controlou ou com quem interagiu ao longo do jogo desaparecem sem cumprir seus papéis na história (inclusive os grandes vilões!) e subitamente o THE END aparece na tela e os créditos começam a subir.

Qualquer manual barato de roteiro diz que a cena mais importante de um filme é o clímax do último ato. Alguns experts vão além e dizem que essa cena é a alma da história: se ela não funciona, a história não funciona. Acho que é o caso com esse jogo. Dizem que o final é tão ruim porque o jogo ia ser distribuído em episódios, mas uma decisão de última hora alterou o formato e tiveram que terminar tudo às pressas. Uma lástima.

Mas, enfim, do mesmo jeito que Heroes termina horrivelmente a primeira temporada mas ainda é uma puta série, os 75% de Indigo Prophecy que prestam valem o preço do CD. A trilha sonora (assinada pelo Angelo Badalamenti, que musicou praticamente tudo o que o David Lynch já dirigiu) é ótima, os cenários até que são caprichados e os atores fazem um bom trabalho de dublagem.

Faltou cumprir a promessa de acrescentar algo ao modo como se conta histórias em jogos. Talvez nem fosse uma pretensão de Indigo Prophecy, mas uma impressão falsa que eu tinha – parece que sempre que se fala em jogos focados em história alguém cita IP. Na verdade, não tem nada de muito novo além do jeito bacana de engatilhar diálogos e das pequenas mudanças que as decisões do jogador trazem às cenas.

***

No pique narrativa para games, vale (muito) a pena dar uma olhada na série de 4 artigos assinados pelo Warren Spector (um dos criadores de Deus Ex) na revista online The Escapist – intitulada Next-Gen Storytelling. Uma reflexão muito consistente e didática sobre o desafio de contar uma boa história usando os games como plataforma.

E, sim, ele menciona Indigo Prophecy. Vai entender.

Ronaldinho and Mii

Por Gustavo Hitzschky

Desde que Winning Eleven pintou no mercado para fazer frente à FIFA, a série de futebol da EA, pelo menos para mim, sofreu um golpe fatal. Alia-se a isso o fato de haver pouquíssimas mudanças entre as versões recentes e você tem um game de futebol totalmente dispensável. Pode até apresentar os times oficiais e milhares de opções de jogo, além de outras perfumarias. Para mim, Winning Eleven é rei.

Enfim, deixando opiniões parcialmente de lado, algo me chamou a atenção hoje com relação à FIFA 08. A versão para Wii terá minigames multiplayers exclusivos em que a estrela é ninguém menos que Ronaldinho. Até aí, nada surpreendente, porém teremos a chance de disputar uma pelada com os nossos próprios Miis e com a versão virtual do craque do Barça. Não que isto seja motivo para adquirir o título, mas até que o Mii do Ronaldinho ficou engraçado.

E dá-lhe Boca contra a gauchada!

Mais imagens no Joystiq.

Igreja vai processar Sony por “Resistance: Fall of Man”

Por Andre Sirangelo

A Church of England, igreja nacional do Reino Unido, ameaça processar a Sony. A empresa incluiu sem permissão uma cena de tiroteio em seu jogo Resistance: Fall of Man, que se passa dentro da Catedral de Manchester. A Sony garante que possui documentos que garantem a permissão. Membros da igreja, que considera o jogo “doentio e sacrílego”, terão um encontro nesta segunda-feira para discutir os próximos passos do processo.

[matéria completa no Terra Games]

Alerta de ARG: Halo 3. De novo.

Por André Sirangelo

Depois de 300 mil alarmes-falsos, desde a Steorn até aquele ARG tosco da Wired, parece que agora vai.

Na segunda-feira fóruns oficiais e não-oficiais de Halo receberam posts de alguém – ou algo – chamado Adjutant Reflex, dizendo “This will be a good place to begin.”

Estão falando que algo vai acontecer amanhã, talvez no site oficial da Bungie.

Aguardemos.

[via Joystiq ]

Artwork do dia: Hadoooken

Hadoooken

Por Claudio Prandoni

Após certo tempo recluso, meditando acerca da vida e (tentando) dar cabo da pilha de jogos a terminar no cantinho que chamo de lar, eis que volto a postar aqui no glorioso Hadouken.

Uma das minhas aquisições neste ano – entre alguns jogos que somas umas 500 horas de jogatina futura e meu primeiro par de All-Star – está uma câmera digital com a qual registro alguns momentos felizes da minha pacata vida. Entres alguns dos meus favoritos estão as manifestações espontâneas gamer (MEGs?).

Para estrear uma série que pretendo fazer com estas imagens, nada melhor que um pouco de propaganda, né. Esta foto acima foi tirada há pouco menos de uma semana – na véspera do feriado, pra ser mais exato – num trecho da movimentadíssima Avenida 23 de Maio, na cidade de São Paulo.

Em defesa do pessoal aqui do blog, já digo que não foi nenhum de nós porque, como vocês bem podem ver, falta uma letra U no Hadouken. Ou seja, está escrito Hadoooken. Um erro ortográfico que mestres Gustavo e Alexei, sustentáculos da língua portuguesa moderna e contemporânea, nunca deixariam acontecer entre si.

Torçam por mim para que nas próximas semanas consiga colocar por aqui outras manifestações como a escultura do Pac-Man na Brigadeiro Luiz Antonio, ou o pôster dele no Super Centro Boqueirão, ou o cogumelo de 1-Up na Liberdade…


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