Por Claudio Prandoni
Um dos principais motivos que me convenceram a comprar um PlayStation 2 foi a série Kingdom Hearts. Em 2002, quando foi lançada esta nova franquia produzida em conjunto pela então Squaresoft e a Disney já havia ficado instigado a jogar.
Em 2006, com o lançamento do Kingdom Hearts 2, as excelentes críticas e novidades que me interessaram mais ainda fiquei roendo minhas unhas de vontade de botar as mãos nos games e com os dedos machucados de tanto cruzá-los, torcendo para que a Square Enix lançasse a série também no GameCube (único videogame da geração atual/passada que eu possuía na época).
Pouco antes de finalmente comprar meu PS2 em outubro de 2006, o Alexei me apresentou a apaixonante versão orquestrada da VGL de Simple and Clean (Hikari, na versão japonesa), composta pela cantora pop nipônica Hikaru Utada (viciada em Tetris, assim como eu).
Ok. Tudo confluia para que eu finalmente jogasse Kingdom Hearts. De posse de uma cópia de KH II (o qual eu tinha mais ansiedade de jogar muito por conta da história mais madura e os mundos do Rei Leão, Piratas do Caribe e Steamboat Willie), tinha agora de arranjar o primeiro KH, já que compreender o enredo da seqüência dependia amplamente do conhecimentos dos eventos da aventura original.
Graças ao meu glorioso colega blogueiro Gustavo Hitzschky, o Hitzman, consegui o KH. Em pouco mais de duas semanas e 20 horas eu cheguei ao final. A impressão geral foi das melhores. Acima das minhas expectativas em certas partes. A história, por exemplo, era muito mais criativa e instigante do que eu imaginara. Os controles porém pareciam um desenxabido arremedo de Zelda. Lembro que certa vez comentei com o Alexei que só continuava jogando pela história, porque se dependesse da jogabilidade já teria parado há um bom tempo.
Antes de iniciar a nova jornada, tomei a precaução de jogar uma boa parte do KH: Chain of Memories, RPG de GBA que faz a ponte entre os dois episódios de PS2. Feito isso, embarquei na aventura.
Três semanas, 27 horas e algumas noites em claro depois alcancei o epílogo. Ficou um gostinho de quero mais. Tanto que até hoje continuo dedicando algumas meias-horas de minha semana à tarefa de completar o diário do Grilo Falante em KH II.
A história é muito mais bacana do que no primeiro jogo. Mais confusa também, mas isso só torna tudo mais interessante. Depois deste game confesso que adquiri um profundo respeito pelo Tetsuya Nomura, diretor e idealizador da série. É incrível como ele consegue criar personagens carismáticos e com um estilo visual tão peculiar, valendo-se muito de roupas jovens e contemporâneas, demonstrando também grande afeição por zíperes, cintas e tiras presas pelo corpo.
Digna de aplausos também a capacidade do designer de harmonizar elementos tão díspares como as franquias Disney com heróis e vilões de diversos Final Fantasies. A própria mitologia criada pelo rapaz com figuras tão complexas e cativantes como os Heartless e Nobodies é outro ponto fantástico desta franquia.
Por fim, conseguiram corrigir também o lance de a jogabilidade ser chata. KH II é muito divertido de se jogar. A adição do comando Drive, os Reactions Commands e Limits acrescentam novas dimensões ao combate que antes se resumia a esmagamento de botões. Ah, claro, a câmera também evoluiu 100%. Abandonou a condição de protozoário e se tornou praticamente uma homo sapiens se colocando melhor nas cenas e permitindo controlá-la livremente.
Creio que a única parte em que o primeiro KH é melhor é na música tema. My Sanctuary (Passion, no original japa) não me pareceu tão empolgante como Simple and Clean, mas não deixa de ser belíssima.
Já ouvi gente dizendo que Kingdom Hearts é o Final Fantasy desta geração que passou. Eu prefiro pensar como uma experiência fechada de longo prazo que qualquer fã de RPG que se preze deve ter.
Claro, o final do game deixa uma ponta solta do tamanho do Pão de Açúcar. Sem contar o final secreto que deixa outra ponta solta do tamanho de um buraco em que caberia o Pão de Açúcar. Tenho vários devaneios proporcionados por estas animações, mas isso é assunto para outro post.





























Em KH, a jogabilidade não me deixou terminar, não dava, peguei KH e FFX ao mesmo tempo, Tidus e sua trupe ganhou a parada.
Mas o pricipal motivo foi que praticamente destrui minha nave gummi e não consegui reconstituila rapidamente, não voltei a tentar.
Mas vamos a KH II, esse sim eu adorei, antes de jogar sempre tinha que ver a abertura. Sobre a hiatória fui garimpando e achei os mangas do KH e KH choniciles.
Apice foi ver Sephiroth e Cloud lutando juntos quase no fim.
Pensando na abertura esperava um fim a altura, Como os tradicionais finais da disney com o hit sendo cantado em um tom mais animado e todo mundo se divertindo. Mas foi aquela coisa xoxa, valeu a pena e é realmente indispensavél.
Caralho, o que eu estou fazendo que ainda não comecei a jogar o 2? Lazy boy… Preciso arranjar o Chain primeiro, não importa o que digam! Algum de vocês tem e me emprestaria? ^^
O que me desmotivou a jogar o Kingdom Hearts II foi um review que eu li no Finalboss. Geralmente, não me baseio tanto em análises para ir atrás de um jogo, porém este foi escrito por um conterrâneo do Claudio, o Fábio Loureiro, um dos que eu mais respeito no ramo. Mas agora que vc fala que o jogo é bom pra caramba, fico mais empolgado e tals…quem sabe algum dia eu irei comprá-lo…
Legal,
KH é um dos melhores jogos da geração passada, sem duvida.O primeiro realmente tem um sistema de luta meio travado mas o segundo superou muito. Não me arrependo de ter juntado meu ultimo salario e comprado o original XD
Tanto o I quanto o II são sensacionais. O I tem elementos que fazem a gente esquecer da jogabilidade e da câmera (ah o mundo do Tarzan e da Alice com uma câmera decente…como seria legal…). Mas ótimo. Ficou um gosto de quero mais…
…que foi saciado com o II. Não joguei o CoM, mas dei uma pesquisada em uns spoilers no GameFaqs e vamo que vamo.
Jogaço. Fez eu desdenhar toda e qualquer análise que falou mal dele. O estilo de contar a história por migalhas, os summons (Mushu impagável), Cloud e Sephiroth quebrando o pau, comandos reaction, batalha dos sei-lá-quantos mil Heartless, Roxas, Mickey, Donald, Pateta, Riku e Sora lutando juntos…são tantos motivos para jogar esse jogo que daria pra escrever um post só com eles.
Joguei o Final Fantasy X e Kingdom Hearts II quase ao mesmo tempo. Quando terminei o FF parecia que faltava alguma coisa… Em KHII não faltou nada. É o novo Final Fantasy
I’m sorry, I don’t know portugues but I have a question: I was wondering, in Portugal the game is in portugues or in english? or maybe in spanish? I am talking about the voices and the text
Hi, Jam!
Actually, we’re not from Portugal. We are from Brazil and here the game was not officially released. Actually, never a Sony videogame or games for it have been officially released here.
Therefore, we play here either the American or the Japanese version. I played only American ones, so all the texts and voices were in English.
Ok, thank you for the answer! If you know some portugues guy could you ask him? or if you know a portugues webpage that can help me, could you send me it on my mail?
About your test, I don’t write portugues but I understand it more or less and I can tell you that your test of Kingdom Hearts is very nice!
os dois sao d+! mas o 1 eu tenho o 2 e jogo na casa do meu amigo
alguem sabe ond comprar um 2 ou o 1 para meu amigo barato?
fechei o kh do gba,e esse sem duvid apavora qualquer jogo do advance com excessão é claro dos jogos do pokémon
O Kingdom Hearts é muito irado eu já consegui feixar o 2 agora so resta esperar o Kingdom Hearts 3
No Kingdom Hearts 2 estou na fase que tenque ir atras do Riku e da Kairi. Mal posso eperar pelo Kingdom Hearts 3 !!!!!!!!!
vai sair o KH3?
Eu só tive o prazer de conferir a serie KH agora nos ultimos suspiros da geração que passou. Confesso que sempre tive “aquele” preconceito por causa de todo aquele colorido e dos personagens Disney.
Mas com poucas horas de jogo, já estava completamente apaixonado por aquele universo. É incrível como o Tetsuya Nomura consegue mesclar todos aqueles personagens completamente “díspares”, não só no desing mas até em questão de enredo.
Como grande fã saudosista dos antigos FF’s e de Xenogears eu ultimamente estava meio desacreditado com a Square-Enix; Mas depois de Kingdom Hearts I, Kingdom Hearts: Chain Of Memories e Kingdom Hearts II.
É certeza eu conferir pelo menos os scripts dos jogos portáteis (Não tenho paciência pra RPG neles) e ter em mãos o JOGÃO que Kingdom Hearts 3 vai ser!
Que venha KH: Coded, KH: 358/2 Days e KH: Birth by Sleep!!
Salve, Nagara!
Eu tinha expectativas exatamente opostas a você – curtia muito a premissa de personagens Disney numa história mais séria – mas assim como você fiquei totalmente absorvido pelos personagens e o universo original criados pelo Tetsuya Nomura.
Estou meio reticente em relação a essa avalanche de jogos portáteis por conta da salada que eles farão no enredo da série.
O lado bom é que eles vão preparar um terreno animalmente fértil pro KH 3, que pra mim já é um dos jogos mais esperados da nova geração (quem me dera ele saísse pra Wii!).
Se com o Chain of Memories ele já conseguiu criar ambiente pra um enredo fantástico como o do KH 2, imagine tendo como base este mesmo segundo capítulo e outras três histórias oferecendo ainda mais sustentação e mistérios para elaborar em cima!
Ola, Claudio Prandoni!
Compartilho desse ressentimento em fator da enxurrada de versões “soltas” para os portáteis; Principalmente vindo por parte do lado “Disney da força” que já tem um passado bem a lá caça-níquel…
Mas como um novo fãn recente torço para que a formula Console de Mesa + Portatil + Console Mesa funcione novamente sem estragar a qualidade geral da serie.
Ae, Nagara!
Pra mim, o que preocupa mais não é nem tanto o lado caça-níquel e sim essa mesma nova faceta recém-revelada pela própria Square Enix.
Zilhões de jogos de Final Fantasy, Dragon Quest e Kingdom Hearts podem agradar a maioria esmagadora dos fãs, mas creio que é meio inevitável que boa parte da essência da série acabe se diluindo – e pior, se perdendo – no meio de tantos títulos.
Contudo, assim como você, aposto na mística da seqüência Console de Mesa + Portátil + Console da Mesa. Mesmo que esses portáteis não sejam lá tão legais – como rolou com o Chain of Memories – eles vão dar uma base fenomenal pro KH 3.